Arquivamento - Art. 33 da LPI
#11.1
14/05/2002
RPI 1636
Dados do pedido
Número
PI9700062Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 14/01/1997, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 14/05/2002. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
Morton International, Inc.
US
Inventores
B. H. (pessoa física)
DE
G. L. (pessoa física)
US
M. C. (pessoa física)
US
Classificação IPC
Prioridades unionistas
US
08587618 · 17/01/1996
Resumo técnico
Patente de Invenção "DISPOSITIVO DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO". Trata-se de um dispositivo de extinção de incêndio que inclui um invólucro que possui paredes de extremidades opostas e uma parede lateral que une as paredes de extremidades de modo a formar uma câmara oca dentro do invólucro. Um bocal de pulverização está acoplado de modo operativo a uma primeira parede dentre as paredes de extremidade e possui uma parte de entrada adjacente à câmara e uma saída em comunicação com a atmosfera do lado de fora do invólucro. Uma barreira frágil encontra-se colocada entre a parte de entrada do bocal e a câmara e responde a uma pressão predeterminada até a fratura de modo a permitir a comunicação entre o bocal e a câmara. Um pistão está localizado entre as paredes de extremidade e está engatado em torno de um periferia interna da parede lateral de modo a dividir a câmara em duas seções. Uma primeira dentre essas seções, entre o pistão e a primeira parede de extremidade, está preenchida com uma quantidade de água e compreende uma parte fracionária principal do volume da câmara. O pistão é móvel de modo deslizante com relação à parede lateral na direção da primeira parede de extremidade em resposta a uma força exercida sobre o pistão para exercer pressão sobre a quantidade de água para inicialmente fraturar a barreira frágil e depois, liberar uma névoa aquosa através do bocal de pulverização. Um gerador de gás se comunica com a segunda seção para liberar gás a alta pressão que exerce a força sobre o pistão, fazendo com que uma fina névoa flua a partir do bocal. Como uma variação, um conduto pode se estender a partir do bocal até a segunda seção e o bocal pode incluir venturis que se estendem entre a primeira seção e o conduto. O gás gerado fluirá através do conduto para retirar mais a água via efeito venturi.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.1
14/05/2002
RPI 1636
#3.1
10/11/1998
RPI 1453
#2.1
20/05/1997
RPI 1381
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