Resumo técnico
GASES MICROENCAPSULADOS DE POLÍMERO-LIPÍDIOS PARA USO COMO AGENTES DE PRODUÇÃO DE IMAGENS DE DIAGNÓSTICO E MÉTODO PARA FAZER MICROPARTÍCULAS PARA A PRODUÇÃO DE IMAGENS DE DIAGNÓSTICOS". Descobriu-se que a incorporação de gases, especialmente gases fluoretados tais como os perfluorcarbonos, em micropartículas formadas da combinação de polímero e lípidio, natural ou sintético, aumentou significativamente e ecogenicidade, quando comparadas com micropartículas não incluindo o lípidio. Outros compostos além dos lípidios que são hidrofóbicos e limitam a penetração e/ou absorção de água nas micropartículas também podem ser incorporados nas micropartículas para aumentar a ecogenidade. Na realização preferida, os polímeros são polímeros biodegradáveis sintéticos. As micropartículas são fabricadas com um diâmetro conveniente para o tecido alvo a ser imaginado, por exemplo, com um diâmetro entre 0,5 e 8 microns para a administração intravascular, e um diâmetro entre 0,5 e 5 mm para a administração oral, para a produção de imagem de diagnósticos do trato gastrointestinal ou outros lúmenes. Os polímeros preferidos são ácidos polihidróxi tais como o ácido polilático-co-ácido glicólico, mais preferivelmente conjugado a glicol de polietileno ou outros materiais que inibem a absorção pelo sistema reticuloendotelial (RES). Os lipídios mais preferidos são os fosfolipídeos, preferivelmente a dipalmitoilfosfatidilcolina (DPPC), a distearoilfosfatidilcolina (DSPC), a diaraquidoilfosfatidilcolina (DAPC), a dibehenoilfosfatidilcolina (DBPC), a ditricosanoilfosfatidilcolina, a dilignoceroilfatidilcolina (DLPC), incorporados numa relação entre 0,01-30 (lipídeos/polímeros em peso), mais preferivelmente entre 0,1 - 10 (lipídeos/polímeros em peso). As micropartículas para a produção de imagem de diagnósticos usando outros agentes detectáveis podem ser similarmente fabricados.