Carta-patente expirada
#21.1
Patente extinta em 04/04/2011
04/06/2013
RPI 2213
Dados do pedido
Número
PI9101362Tipo
Depósito
Publicação
Carta-patente expirada em 04/06/2013: o prazo de proteção chegou ao fim. A tecnologia está em domínio público e pode ser explorada livremente no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 04/06/2013. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
RJ, BR
J. M. (pessoa física)
RJ, BR
Inventores
J. M. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
Trata-se a presente invenção de uma sonda indicada para o tamponamento nasofaríngeo, em presença de hemorragia ou epistaxe anterior ou posterior, sangramento do cavum, pós-operatório de septoplastia, rinoplastia, polipectomia, biópsia nasal, redução de fratura nasal de qualquer natureza, em presença de sangramento e outros procedimentos cirúrgicos, além de politraumatismo da face, com sangramento nasal. É constituída de uma estrutura tubular de borracha flácida, não tóxica, composta basicamente de três elementos, a saber, cabeça (Cb), corpo (Cp) e cauda (Ca), possuindo três tamanhos padrão: pequena (P), média (M) e grande (G). Ao corpo da sonda são acoplados dois balões, um menor (B1) e outro maior (B2), que se adaptam às diferentes medidas do diâmetro de abertura da narina e do espaço da cavidade nasal de seus usuários. À cerca de 3,0 cm do balão maior há um encaixe (En), do tipo macho/fêmea, que é aberto após a instalação da sonda para permitir uma mais natural respiração ao paciente (Fig.7, B). A cabeça da sonda é formada por duas valvas, uma superior (EL1) e outra inferior (EL2), correspondentes respectivamente aos balões menor e maior, através das quais é injetado ou sugado um líquido estéril, por meio de uma seringa sem agulha, para insuflar ou desinsuflar os balões, durante a instalação ou retirada da sonda, conforme o caso (Fig.7, A). Entre as duas valvas (EL1 e EL2), localizada igualmente na cabeça da sonda, há uma terceira abertura (EO), que dá acesso à luz da sonda (LS) e por onde se faz a entrada de oxigênio, por via natural ou artificial, ou de líquido estéril, assim como aspiração e drenagem de secreção, quando necessário. Na cauda da sonda estão localizadas cinco aberturas, sendo quatro laterais (A1), eqúidistantes, posicionadas em sua parede e uma mediana (A2), posicionada em sua extremidade. Tais aberturas permitem uma melhor ventilação do paciente por via tópica, comunicando-se com a luz da sonda.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#21.1
Patente extinta em 04/04/2011
04/06/2013
RPI 2213
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