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Dado oficial do INPI

SONDA NASOFARÍNGEA

Arquivada/ExtintaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI9101362

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

04/04/1991

Publicação

24/11/1992

Andamento no INPI

  1. Depósito04/04/91
  2. Publicação24/11/92
  3. Exame17/05/94
  4. Deferimento06/10/98
  5. Concessão23/02/99
  6. Expirado04/06/13

Carta-patente expirada em 04/06/2013: o prazo de proteção chegou ao fim. A tecnologia está em domínio público e pode ser explorada livremente no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 04/06/2013. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

RJ, BR

J. M. (pessoa física)

RJ, BR

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Inventores

J. M. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

Trata-se a presente invenção de uma sonda indicada para o tamponamento nasofaríngeo, em presença de hemorragia ou epistaxe anterior ou posterior, sangramento do cavum, pós-operatório de septoplastia, rinoplastia, polipectomia, biópsia nasal, redução de fratura nasal de qualquer natureza, em presença de sangramento e outros procedimentos cirúrgicos, além de politraumatismo da face, com sangramento nasal. É constituída de uma estrutura tubular de borracha flácida, não tóxica, composta basicamente de três elementos, a saber, cabeça (Cb), corpo (Cp) e cauda (Ca), possuindo três tamanhos padrão: pequena (P), média (M) e grande (G). Ao corpo da sonda são acoplados dois balões, um menor (B1) e outro maior (B2), que se adaptam às diferentes medidas do diâmetro de abertura da narina e do espaço da cavidade nasal de seus usuários. À cerca de 3,0 cm do balão maior há um encaixe (En), do tipo macho/fêmea, que é aberto após a instalação da sonda para permitir uma mais natural respiração ao paciente (Fig.7, B). A cabeça da sonda é formada por duas valvas, uma superior (EL1) e outra inferior (EL2), correspondentes respectivamente aos balões menor e maior, através das quais é injetado ou sugado um líquido estéril, por meio de uma seringa sem agulha, para insuflar ou desinsuflar os balões, durante a instalação ou retirada da sonda, conforme o caso (Fig.7, A). Entre as duas valvas (EL1 e EL2), localizada igualmente na cabeça da sonda, há uma terceira abertura (EO), que dá acesso à luz da sonda (LS) e por onde se faz a entrada de oxigênio, por via natural ou artificial, ou de líquido estéril, assim como aspiração e drenagem de secreção, quando necessário. Na cauda da sonda estão localizadas cinco aberturas, sendo quatro laterais (A1), eqúidistantes, posicionadas em sua parede e uma mediana (A2), posicionada em sua extremidade. Tais aberturas permitem uma melhor ventilação do paciente por via tópica, comunicando-se com a luz da sonda.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Carta-patente expirada

#21.1

Patente extinta em 04/04/2011

04/06/2013

RPI 2213

Concessão da patente

#16.1

23/02/1999

RPI 1468

Deferimento

#9.1

06/10/1998

RPI 1450

Conhecimento de parecer técnico

#7.1

04/11/1997

RPI 1405

Conhecimento de parecer técnico

#7.1

10/09/1996

RPI 1345

Solicitação de exame técnico

#4.1

17/05/1994

RPI 1224

Solicitação de exame não realizada

#4.2

01/03/1994

RPI 1213

Publicação do pedido de patente

#3.1

24/11/1992

RPI 1147

Pedido de patente depositado

#2.1

17/09/1991

RPI 1085

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