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Dado oficial do INPI

FRAGMENTO DE ANTICORPO, COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA, REAGENTE PARA DIAGNÓSTICO IN VITRO OU EX VIVO, CÉLULAS E ORGANISMOS MULTICELULARES QUE EXPRESSAM FRAGMENTOS DE ANTICORPOS E VETORES CODIFICADORES DE FRAGMENTOS DE ANTICORPOS

Arquivada/ExtintaPatente de InvençãoPCT · CU2003000005

Dados do pedido

Número

PI0304649

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

28/04/2003

Publicação

20/07/2004

PCT

CU2003000005

Andamento no INPI

  1. Depósito28/04/03
  2. Publicação20/07/04
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 12/08/2014. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

C. B. (pessoa física)

CU

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Inventores

B. C. (pessoa física)

CU

F. A. (pessoa física)

CU

H. G. (pessoa física)

CU

J. C. (pessoa física)

CU

J. A. (pessoa física)

CU

L. L. (pessoa física)

CU

M. Á. (pessoa física)

CU

R. S. (pessoa física)

CU

T. N. (pessoa física)

CU

Dados técnicos

Classificação IPC

Prioridades unionistas

CU

CU2002/0086 · 29/04/2002

Resumo técnico

"FRAGMENTO DE ANTICORPO, COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA, REAGENTE PARA DIAGNÓSTICO IN VITRO OU EX VIVO, CÉLULAS E ORGANISMOS MULTICELULARES QUE EXPRESSAM FRAGMENTOS DE ANTICORPOS E VETORES CODIFICADORES DE FRAGMENTOS DE ANTICORPOS". Fragmentos de anticorpo de tipo Fv de cadeia simples (scFV) mono e divalente (diacorpo), obtidos por técnicas de ADN recombinante a partir de anticorpo monoclonal (AcM) anti-antígeno carcinoembrionário (CEA) CB/ior-CEA.1. Este AcM tem afinidade muito alta pelo CEA e se emprega em um diagnóstico e seguimento de tumores colorretais de homem. Como o AcM original, os fragmentos scfv monovalentes e diacorpo exibem afinidades altas pelo CEA humano e reconhecem um epitopo dependente da conservação de carboidratos. O fragmento scFv monovalente e diacorpo têm constantes de afinidade por CEA de (5,0 0,4) x 10^ 9^ L mol^ -1^ e (2,8 0,3) x 10^ 10^ L mol^ -1^, respectivamente. Estes dois fragmentos não apresentam reatividade cruzada com células e tecidos humanos normais, exceto a mucosa do cólon normal onde o CEA está ocasionalmente presente. Os fragmentos podem se produzir mediante a expressão em microorganismos recombinantes, a partir da clonagem de seqüências de ácidos nucleicos codificadores de regiões variáveis obtidas do hibridoma que produz o AcM CB/ior-CEA.1. Igualmente ao AcM original, o scFv monovalente e o diacorpo têm a capacidade de identificar in vivo em ratos as células produtoras de CEA humano e crescem formando tumores. O scFv monovalente e o diacorpo têm um tamanho molecular 5 e 2,5 vezes menor, respectivamente, do que o AcM de rato e não possuem domínios Fc, o que lhes confere o potencial de penetrarem melhor nos tecidos in vivo e de serem menos imunogênicos no homem.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo por descumprimento

#8.11

Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2259 de 22/04/2014.

12/08/2014

RPI 2275

Arquivamento por falta de pagamento

#8.6

Referente à 11ª anuidade.

22/04/2014

RPI 2259

Ciência (anuência ANVISA - art. 229-C)

#7.4

03/12/2013

RPI 2239

Pedido suspenso — exigência de documentos

#6.6

24/05/2011

RPI 2107

Notificação de entrada na fase nacional - PCT

#1.3

20/07/2004

RPI 1750

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