Arquivamento definitivo por descumprimento
#8.11
Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2259 de 22/04/2014.
12/08/2014
RPI 2275
Dados do pedido
Número
PI0304649Tipo
Depósito
Publicação
PCT
CU2003000005 Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 12/08/2014. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
C. B. (pessoa física)
CU
Inventores
B. C. (pessoa física)
CU
F. A. (pessoa física)
CU
H. G. (pessoa física)
CU
J. C. (pessoa física)
CU
J. A. (pessoa física)
CU
L. L. (pessoa física)
CU
M. Á. (pessoa física)
CU
R. S. (pessoa física)
CU
T. N. (pessoa física)
CU
Classificação IPC
Prioridades unionistas
CU
CU2002/0086 · 29/04/2002
Resumo técnico
"FRAGMENTO DE ANTICORPO, COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA, REAGENTE PARA DIAGNÓSTICO IN VITRO OU EX VIVO, CÉLULAS E ORGANISMOS MULTICELULARES QUE EXPRESSAM FRAGMENTOS DE ANTICORPOS E VETORES CODIFICADORES DE FRAGMENTOS DE ANTICORPOS". Fragmentos de anticorpo de tipo Fv de cadeia simples (scFV) mono e divalente (diacorpo), obtidos por técnicas de ADN recombinante a partir de anticorpo monoclonal (AcM) anti-antígeno carcinoembrionário (CEA) CB/ior-CEA.1. Este AcM tem afinidade muito alta pelo CEA e se emprega em um diagnóstico e seguimento de tumores colorretais de homem. Como o AcM original, os fragmentos scfv monovalentes e diacorpo exibem afinidades altas pelo CEA humano e reconhecem um epitopo dependente da conservação de carboidratos. O fragmento scFv monovalente e diacorpo têm constantes de afinidade por CEA de (5,0 0,4) x 10^ 9^ L mol^ -1^ e (2,8 0,3) x 10^ 10^ L mol^ -1^, respectivamente. Estes dois fragmentos não apresentam reatividade cruzada com células e tecidos humanos normais, exceto a mucosa do cólon normal onde o CEA está ocasionalmente presente. Os fragmentos podem se produzir mediante a expressão em microorganismos recombinantes, a partir da clonagem de seqüências de ácidos nucleicos codificadores de regiões variáveis obtidas do hibridoma que produz o AcM CB/ior-CEA.1. Igualmente ao AcM original, o scFv monovalente e o diacorpo têm a capacidade de identificar in vivo em ratos as células produtoras de CEA humano e crescem formando tumores. O scFv monovalente e o diacorpo têm um tamanho molecular 5 e 2,5 vezes menor, respectivamente, do que o AcM de rato e não possuem domínios Fc, o que lhes confere o potencial de penetrarem melhor nos tecidos in vivo e de serem menos imunogênicos no homem.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#8.11
Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2259 de 22/04/2014.
12/08/2014
RPI 2275
#8.6
Referente à 11ª anuidade.
22/04/2014
RPI 2259
#7.4
03/12/2013
RPI 2239
#6.6
24/05/2011
RPI 2107
#1.3
20/07/2004
RPI 1750
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