Abstract
A bóia (1) feita de material plástico em processo de rotomoldagem e contém três sulcos (5) para a colocação das abraçadeiras (2) de ferro ¼", que ficam soldadas na cantoneira (10) de 2 ¼" de ferro e esta ao fundo (3) da passarela (3). Estas cantoneiras (10) são dispostas na mesma distância dos sulcos (5), para que segurem cada bóia (1) em três pontos distintos. Da mesma forma que seguram as bóias (1), o fundo (3) da passarela é soldado nas cantoneiras com mão francesa de chapa de ferro de ¼" para fixar melhor ambas. Na passarela existem corrimões (4) em ambos os lados (conforme Figura 04) para segurança do usuário. Na mesma figura observamos que a grade (6) e a tela (12) ficam bem ao centro da passarela parafusadas (11) ao fundo (3) da passarela e à cantoneira (10). A colocação da grade (6) e tela (12) no centro é por questões de estabilidade, dividindo o peso entre as quatro bóias (1) que sustentam toda a estrutura da passarela. A cada sulco de bóia (5), tem uma abraçadeira (2) que segura a bóia (1) e é segurada pela cantoneira (10). Esta por sua vez, é presa ao fundo da passarela (3). As grades e telas são seguradas pelos parafusos (11) com argolas para a sustentação dos eixos das grades que, soldados aos outros componentes da grade e tela, segura toda a estrutura submersa. Para segurar uma passarela à outra, existem três ferros de sustentação (7) que são vergalhões de ferro % de aço forjado com oleal também forjado nas suas extremidades, para que a manilha (14) também de aço forjado una as passarelas, formando grandes extensões que possam ser utilizadas para caminhar. Já o outro modelo existente, conforme as Figuras 03 e 05 correspondem simplesmente a bóia (1) com a grade (6) e tela (12) para o impedimento de passagem de resíduos sólidos. Como não tem a passarela estas bóias além de demarcar uma determinada região, impedem a passagem dos entulhos, mas sua limpeza só pode ser feita por uma embarcação, mas as grades e telas existentes impedem da mesma maneira a passagem para o motor da usina.