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Dado oficial do INPI

COMPOSIÇÃO VETERINÁRIA INJETÁVEL DE IVERMECTINA DE LIBERAÇÃO PROGRAMÁVEL.

Em AnálisePatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI9706094

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

15/12/1997

Publicação

27/04/1999

Andamento no INPI

  1. Depósito15/12/97
  2. Publicação27/04/99
  3. Exame
  4. Indeferido16/10/12
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido indeferido em 16/10/2012 e o recurso não mudou a decisão. A invenção não chegou a patente e a tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 16/10/2012. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

A. G. (pessoa física)

AR

E. P. (pessoa física)

AR

E. T. (pessoa física)

AR

Inventores

A. G. (pessoa física)

AR

E. P. (pessoa física)

AR

E. T. (pessoa física)

AR

Dados técnicos

Prioridades unionistas

US

08/768.296 · 17/12/1996

Resumo técnico

"COMPOSIÇÃO VETERINARIA INJETAVEL DE IVERMECTINA DE LIBERAÇÃO PROGRAMÁVEL". Trata-se de uma composição injetável de ivermectina de liberação programável que porporciona uma seqüência de pulsos de libeação de ivermectina para o sangue dos animais tratados. A composição compreende uma solução de 0.2% a 10% p/p de ivermectina em um solvente escolhido entre propilenglicol e uma mistura de glicéridos dos ácidos caproico, caprílico e cáprico em parte iguais. A solução é empregada como veículo para suspender microesferas de 100 manômetros a 200 micrômetros de diâmetros de um polímero biodegradável que contem entre 0,5% e 50% de ivermectina. As microesferas podem ser formadas por ácido polilático, ácido poliglicólico ou um copolímero de ácidos poliláctico-poliglicólico. O sistema multiliberador programável pode ser obtido também com uma matriz biodegradável escolhida de polímeros naturais endurecidos, tais como gelatina ou albumina, além dos copolímeris de ácidos láctico e glicólico. Os polímeros naturais podem ter sido submetidos a um processo de endurecimento para aumentar a resistência a agentes biológicos, por exemplo, tratando-se com uma solução de glutaraldeido ou aquecendo as proteínas até sua temperatura de coagulação. Em uma realização, tratam-se microesferas de gelatina carregadas de ivermectina em uma solução aquosa de glutaraldeido a 25% durante 24 horas, e em seguida suspende-as no solvente. Outra realização inclue uma suspensão de um copolímero de DL-poliláctico-poliglicólico 1:1 com microesferas carregadas em ivermectina. Esta relação de monômeros pode ser variada para produzir pulsos de ivermectina a intervalos de duração programável.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

111

Recorrente: O depositante.@Decisão: Recurso conhecido e negado o provimento. Mantido o indeferimento do pedido. [111].

16/10/2012

RPI 2180

120

Recorrente: O depositante. @Despacho: Tome conhecimento do parecer técnico.

23/03/2010

RPI 2046

Petição de recurso

#12.2

28/07/2009

RPI 2012

Indeferimento

#9.2

Indeferimento do presente pedido, tenho em vista o desacordo com os Arts. 24 e 25 da LPI 9279/96

14/10/2008

RPI 1971

Conhecimento de parecer técnico

#7.1

20/05/2008

RPI 1950

Republicação - classificação IPC

#15.11

Alterada de Int.Cl.8: A61K 9/08, A61K 9/16, A61K 9/10, A61K 31/7048

13/02/2007

RPI 1884

Exigência - art. 36 da LPI

#6.1

13/02/2007

RPI 1884

Publicação do pedido de patente

#3.1

27/04/1999

RPI 1477

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