Arquivamento - Art. 36 §1° da LPI
#11.2
17/02/1999
RPI 1467
Dados do pedido
Número
PI9103269Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: a exigência técnica do INPI não foi cumprida no prazo (art. 36 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 17/02/1999. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
F. E. (pessoa física)
PE, BR
Inventores
C. E. (pessoa física)
BR
F. E. (pessoa física)
BR
F. J. (pessoa física)
BR
F. E. (pessoa física)
BR
M. E. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
Trata-se de uma seringa para aplicação de injeção de qualquer natureza que se auto destroi após seu primeiro e único uso, não permitindo dessa forma a reutilização de nenhuma de suas partes, inclusive a própria agulha, tendo em vista que, neste modelo de seringa, a agulha fixa na própria cápsula (1) formando um monobloco. A "Seringa Auto-Destrutiva", é composta por uma cápsula cilíndrica (1) que na parte frontal apresenta uma agulha fixa na base (2), um círculo de rompimento (7) e um anel de retenção (4) formada pela invaginação da parede lateral próximo a base frontal da cápsula (1) de modo que, quando o êmbolo (3) atinge o limite inferior do seu percurso, um espinho (6) situado na parte frontal do êmbolo (3) perfura o círculo de rompimento (7) (Inutilizando a cápsula (1) juntamente com a agulha) ao mesmo tempo que os bordos (5) do perímetro frontal do êmbolo (3) se expandem para dentro do anel de retenção (4), onde se encaixam perfeitamente, de tal forma que caso seja forçado o seu retorno à parte superior da cápsula (1), os bordos cortantes do anel de retenção (4) danificam de maneira irreparável os bordos vedantes (5) do êmbolo (3) que nessas condições, perde a capacidade de fazer variar a pressão no volume interno da cápsula (1). Para previnir a auto-destruição da seringa acima descrita, antes do seu uso normal, na parte superior da cápsula (1) apoiado nos flanges (9) é colocado um lacre (8) que evita o deslocamento do êmbolo (3) até o seu limite inferior, bem como impede o expurgo do volume de ar que se mantém à frente do êmbolo (3) impedindo dessa forma o uso da seringa sem que haja o rompimento do lacre (8).
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.2
17/02/1999
RPI 1467
#6.1
22/04/1997
RPI 1377
#4.1
21/11/1995
RPI 1303
#4.2
18/07/1995
RPI 1285
#3.1
24/02/1993
RPI 1160
#2.1
21/04/1992
RPI 1116
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