Arquivamento definitivo por descumprimento
#8.11
Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2158 de 15/05/2012.
30/10/2012
RPI 2182
Dados do pedido
Número
PI0503337Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 30/10/2012. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
Safe Trace Indústria e Comércio de Sistemas de Rastreabilidade Ltda.
MG, BR
V. P. (pessoa física)
SP, BR
Inventores
V. P. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
"MÉTODO DE RASTREABILIDADE DE CORTE CÁRNEOS". Patente de invenção que consiste em um método para estender a cadeia de rastreabilidade do animal proporcionada pelo Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina(SISBOV) a cada corte cárneo, caracterizado por manter a relação entre a propriedade de origem e cada corte cárneo por meio da leitura e armazenamento em banco de dados do código SISBOV presente no brinco de identificação do animal(1), utilização do código armazenado para que sejam gravados dois tags RFID(identificador por rádio freqüência) ou impressas duas etiquetas com código de barras a serem fixadas às metades da carcaça de cada animal após a região da esfola(2), leitura do código presente no tag RFID ou em etiqueta com código de barras de cada metade para a gravação de um novo tag RFID ou impressão de etiqueta com código de barras para que cada quarto do animal possa ser separadamente identificado depois da nova divisão das metades(3). Na opção pelo uso da tecnologia RFID, pesagem dos quartos com ossos que serão desossados em outro estabelecimento, leitura, armazenamento dos dados no banco de dados, retirada dos tags RFID e impressão de um código de barras contendo o código SISBOV(4). Já na sala de desossa, seja ela própria do matadouro frigorífico ou externa, é realizada a leitura do tag RFID(quando ainda houver um) ou da etiqueta com o código de barras do quarto que será desossado(5), retirada do tag RFID para que possa ser higienizado e reinicializado(quando a tecnologia RFID estiver sendo utilizada)(6) retornando então para o início do processo(1), impressão de uma etiqueta com o número do lote presente no tag RFID ou no código de barras lido(7) e inserção da etiqueta na embalagem primária juntamente ao corte(8) no caso de a rastreabilidade ser feita por lote ou; leitura do código SISBOV no início da mesa(5), gravação do número de tags RFID necessários para que todos os cortes comerciais praticados na mesa possam ser separadamente identificados(9), leitura do tag RFID de cada corte ao final da mesa e armazenamento dos dados no banco de dados(10), retirada do tag RFID para que possa ser higienizado e reinicializado(11), impressão de uma etiqueta com o número do SISBOV presente no tag RFID ou no código de barras lido(7) e inserção da etiqueta na embalagem primária juntamente ao corte(8) no caso de a rastreabilidade ser feita corte a corte, seguindo nos dois casos, ambos(corte e etiqueta) para o túnel de encolhimento(12) e por fim à embalagem secundária(13) de onde os cortes seguem para expedição, estocagem ou congelamento.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#8.11
Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2158 de 15/05/2012.
30/10/2012
RPI 2182
#8.6
Referente às 4ª, 5ª e 6ª anuidades.
15/05/2012
RPI 2158
#25.1
Transferido de: Vasco Varanda Picchi
23/09/2008
RPI 1968
#3.1
20/03/2007
RPI 1889
#2.1
27/09/2005
RPI 1812
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Monitoramento de patentes
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