21.8
Anulada a publicação código 21.6 na RPI nº 2565 de 03/03/2020.
09/02/2021
RPI 2614
Dados do pedido
Número
PI0401713Tipo
Depósito
Publicação
Patente concedida em 22/12/2015 e depois extinta em 01/09/2020. A proteção terminou antes do prazo e a tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 09/02/2021. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
V. C. (pessoa física)
RJ, BR
Inventores
V. C. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
"PAPAÍNA ASSOCIADA AO SILICATO DE MAGNÉSIO PARA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS". Patente de invenção para uma associação de papaína e silicato de magnésio, em concentração proporcional, que visa principalmente à cicatrização de feridas. A papaína, substância extraída do látex do mamoeiro (Carica papaya), possui propriedades antioxidantes, podendo ser empregada no tratamento de feridas infectadas e que apresentam tecidos necróticos, tais como úlceras de pressão. A tecnologia de enfermagem para o cuidado de feridas em pacientes ambulatoriais constituída pelo procedimento inovador de curativo com papaína, com variações de concentrações, associada ao pó silicato de magnésio acelera o processo de cicatrização, proporcionando assim um rápido estabelecimento. A papaína associada ao silicato de magnésio para cicatrização de feridas é manipulada nas concentrações estipuladas que variam de 0,5% a 10%. A técnica do curativo, utilizando a papaína associada ao silicato de magnésio consiste em aplicá-la diretamente no tecido a ser tratado, de acordo com as concentrações necessárias para atendimento aos tipos de feridas. Na realização do curativo, deve-se colocar o produto sobre a ferida, devendo ser coberta com uma camada de gaze umidificada com solução salina a 0,9% e após com uma camada de gaze seca, ficar com adesivo, devendo ser trocado diariamente. A papaína associada ao silicato de magnésio para cicatrização de feridas trás resultados satisfatórios com redução de tecido desvitalizado e aumento de tecido viável e retração de bordos. É de fácil aplicação dispensando treinamentos e dispositivos especiais para sua aplicação, sendo financeiramente acessível. Num país como o Brasil onde a população carente tem dificuldades para obter medicamentos convencionais, o uso da fitoterapia no sistema público pode ser uma alternativa para reduzir custos.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
Anulada a publicação código 21.6 na RPI nº 2565 de 03/03/2020.
09/02/2021
RPI 2614
Anulada a publicação código 24.10 na RPI nº 2591 de 01/09/2020.
02/02/2021
RPI 2613
#24.10
Referente ao despacho 21.6 publicado na RPI 2565 de 2020-03-03
01/09/2020
RPI 2591
#21.6
Referente à 16ª anuidade.
03/03/2020
RPI 2565
#24.4
27/06/2017
RPI 2425
#21.6
Referente à 13ª anuidade.
14/03/2017
RPI 2410
#16.1
22/12/2015
RPI 2346
#9.1
24/11/2015
RPI 2342
#6.1
07/07/2015
RPI 2322
#7.5
NOTIFICAÇÃO DE ANUÊNCIA RELACIONADA COM O ART 229 DA LPI
10/03/2015
RPI 2305
#7.4
05/03/2014
RPI 2252
#15.11
Alterada da Int. Cl.2006.01: A61K 36/48, A61P 17/02.
08/05/2012
RPI 2157
#6.6
03/04/2012
RPI 2152
#15.11
15/12/2009
RPI 2032
#3.1
01/08/2006
RPI 1856
#2.1
13/07/2004
RPI 1749
Do mesmo titular
Da mesma categoria
Monitoramento de patentes
Receba alertas de despachos, decisões e vencimentos do INPI para o seu portfólio.