Indeferimento mantido em recurso
#9.2.4
MANTIDO O INDEFERIMENTO UMA VEZ QUE NÃO FOI APRESENTADO RECURSO DENTRO DO PRAZO LEGAL.
10/02/2016
RPI 2353
Dados do pedido
Número
PI0313113Tipo
Depósito
Publicação
PCT
EP2003009031 Pedido indeferido em 10/02/2016 e o recurso não mudou a decisão. A invenção não chegou a patente e a tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 10/02/2016. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
Akzo Nobel N.V.
NL
Intervet International B.V.
NL
Inventores
I. R. (pessoa física)
DE
M. B. (pessoa física)
DE
Classificação IPC
Prioridades unionistas
EP
02078357.7 · 13/08/2002
Resumo técnico
"REPLICON DE UM PESTIVIRUS, PARTÍCULA VIRAL INFECCIOSA DE PESTIVÍRUS, MÉTODO PARA A PRODUÇÃO DA MESMA, E, VACINA". A presente invenção provê novos genomas de RNA pestivirais (replicons) que são capazes de replicar, e podem ser embalados em particulas virais infecciosas em células que complementam a(s) proteína(s) faltando, mas não produzem virus de progênie infecciosos. Estes replicons podem ser usados para fins de vacina. Os replicons codificam a maior parte, preferivelmente todas, as proteinas de envelope do virus, enquanto, por outro lado,, não podem ser capazes de produzir vírus de progênie infecciosos. A presente invenção provê um replicon pestiviral, preferivelmente de virus de diarréia viral bovina (BVDV) que expressa todas as proteinas estruturais exceto por uma proteina C ou E1 funcional. Preferivelmente, pelo menos parte da seqüência de codificação da proteína E1 ou C foi deletada do referido replicon. Os presentes inventores provaram, pela primeira vez, que ambas as proteinas estruturais C e E1 são essenciais para a formação de pestivírus infecciosos. Além disso, foi demonstrado que a deleção de C e E1 não impacta a capacidade de RNA de auto-replicação. Ao usar linhagens de células expressando constitutivamente proteínas estruturais pestivirais, as proteínas de capsídeo ou E1 podem ser eficazmente trans-complementadas. Os vírions resultantes são capazes de infectar as células de marcação bovinas e transferir os replicons sem gerar progênie de vírus competentes para replicação. Em outras palavras, não se produz um vírus de progênie infeccioso. Os vírions complementados são indistinguíveis de Pestivirus de tipo selvagem em experiências de neutralização de virus. Os vírus complementados podem ser usados para a imunização segura e eficaz contra BVDV.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#9.2.4
MANTIDO O INDEFERIMENTO UMA VEZ QUE NÃO FOI APRESENTADO RECURSO DENTRO DO PRAZO LEGAL.
10/02/2016
RPI 2353
#9.2
Indefiro o pedido de acordo com o(s) artigo(s) 8º c/c 13, 10 e 25 da LPI.
06/10/2015
RPI 2335
#7.1
12/05/2015
RPI 2314
NOTIFICAÇÃO DE DEVOLUÇÃO DO PEDIDO POR NÃO SE ENQUADRAR NO ART. 229-C DA LPI.
02/12/2014
RPI 2291
#7.4
07/01/2014
RPI 2244
#6.6
29/03/2011
RPI 2099
#25.1
Transferido de: Akzo Nobel N.V.
10/04/2007
RPI 1892
#1.3
28/06/2005
RPI 1799
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