Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI
#11.1.1
02/12/2014
RPI 2291
Dados do pedido
Número
MU9100412Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 28/03/2011, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 02/12/2014. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
Tech Foods Consultoria em Alimentos LTDA
PR, BR
Inventores
M. S. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO DE CHARQUE EM SISTEMA FECHADO refere-se a Patente Modelo de Utilidade a um processo de industrialização inteiramente em ambiente fechado, tornando mais fácil o controle de qualidade e diminuindo o tempo de preparo do produto. Atualmente, segundo encontrado no estado da técnica, o processo de industrialização do charque constituem-se em 9 etapas, que são: 1 - recebimento e estocagem de matérias primas em câmara fria; 2 - desossa; 3 - manteação; 4 - salga úmida; 5 - salga seca e ressalga; 6 - tombagem; 7 - lavagem prévia; 8- - secagem; e 9 - embalagem. A melhoria apresentada compreende no processo industrial para a industrialização de charque em ambiente fechado com temperatura e umidade controladas. Esse procedimento permite além da produção de charque bovino, a de charque avícola, tendo como matéria prima o peito de galinha desossado com pele, coxa e sobre coxa desossado com pele, sal granulado próprio para charque, e o mix para salmoura. Para a produção é preciso de uma sala com temperatura abaixo de 120C própria para processamento de produtos cárneos temperados, uma câmara de refrigeração de carnes com temperatura de 2 a -40C e uma sala sem refrigeração com temperatura ambiente (25°C). Os equipamentos necessários para a produção de charque em sistema fechado são; tanques de preparo de salmoura; injetora de salmoura; balança eletrônica; seladora a vácuo. Para ser produzido, ainda são necessários os seguintes utensílios: pallets vazados de material plástico (polietileno de alta densidade - PEAD) para a salga seca; carrinhos de aço inox para a salga úmida; mesas de aço inox para a remoção do excesso de sal das peças de charque; escovas de material plástico para a remoção do saí em excesso das peças de charque; e facas inox. Os procedimentos para processamento do charque em ambiente fechado são separados em 8, que são: 1 - salga úmida (1.1 - preparo da salmoura; e 1.2 - injeção da salmoura ou tumbler); 2 - salga seca; 3 - empilhamento; 4 - tombagem 1; 5 - tombagem 2; 6 - remoção do excesso de sal; 7 - pesagem; e 8 - embalagem (8.1 - embalagem primária; 8.2 - embalagem secundária; e 8.3 - armazenamento). Este processo de produção de charque em sistema fechado apresenta importante melhoria pelo fato de não precisar expor a matéria ao sol e/ou ambiente externo. Nesse sentido elimina-se o risco de contaminações externas advindas do meio ambiente como: presença de insetos, partículas sólidas, micro-organismos patogênicos. O processo é cabível de implementação de Boas Praticas de fabricação, POPs, APPCC entre outros programas de segurança alimentar.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.1.1
02/12/2014
RPI 2291
#11.1
22/04/2014
RPI 2259
#3.1
04/02/2014
RPI 2248
#2.1
17/07/2012
RPI 2167
#2.5
06/03/2012
RPI 2148
#2.10
Número de Protocolo 20110029122 em 28/03/2011 12:57(RJ).
06/12/2011
RPI 2135
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