Arquivamento - Art. 36 §1° da LPI
#11.2
21/08/2018
RPI 2485
Dados do pedido
Número
MU9002478Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: a exigência técnica do INPI não foi cumprida no prazo (art. 36 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 21/08/2018. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
Universidade Federal de Itajubá - Unifei / BR
MG, BR
Inventores
E. S. (pessoa física)
BR
Resumo técnico
TECNOLOGIAS VIVAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES DOMÉSTICOS COM REÚSO DAS ÁGUAS. Trata o presente relatório descritivo de patente de utilidade de Tecnologias Vivas para o tratamento biológico de águas cinzas (efluentes de pias, tanques, máquinas de lavar, chuveiros, banheiras, etc) e pretas (efluentes de vasos sanitários), de maneira separada, possibilitando o reúso das águas cinzas e reaproveitamento de água e nutrientes presentes nos efluentes de águas pretas. O sistema pode ser adotado como solução para residências peri-urbanas e rurais, chácaras, sítios, fazendas, pousadas, escolas rurais, povoados e estabelecimentos de pequeno porte. Tecnologias vivas utilizam os serviços ambientais proporcionados por microrganismos presentes na água e solo, associados ou não a raízes de plantas, para fazerem a quebra dos compostos presentes nos efluentes, mineralizando-os e ciclando-os, torndo-os disponíveis para o reaproveitamento por plantas (frutíferas, flores, aquáticas, etc) e/ou micro, meso e macro orgamsmos aquáticos e terrestres. A Tecnologia Viva de tratamento de águas pretas tem uma primeira câmara que trabalha como um decanto-digestor em condições anaeróbias, apresentando estrutura interna que recebe o efluente (1) e aproveita a a pressão hidráulica de entrada para promover a circulação (2) e mistura entre o lodo ativo e a parte sólida do afluente, o que ocorre na parte inferior do sistema (3), passando para uma segunda câmara (4), que funciona como um filtro biológico (5) e deste para um tanque aeróbio facultativo (ver Figura 3). A Tecnologia Viva de tratamento de águas cinzas recebe os efluentes (9) em uma câmara que trabalha como um decanto-digestor em condições anaeróbias e aproveita a a pressão hidráulica de entrada para promover a circulação (10) e mistura de lodo ativo ao afluente na parte inferior (11) e segue para um tanque aeróbio facultativo (6). O tanque aeróbio facultativo (Figura 3) pode ou não se conectar a outros módulos e funciona como um banhado construido (wetland), lagoa de polimento ou tanque de evapotranspiração (7) de fluxo subsuperficial, podendo abrigar espécies vegetais de valor paisagístico e se acoplar a outros tanques que podem ampliar a área de jardim alagado e/ou se transformar em pequenos lagos, promovendo um polimento suplementar por ultravioleta (luz solar incidente) e/ou exercendo funções variadas: paisagística, reservação, criatório de peixes, irrigação e reaproveitamento na residência, por exemplo, na descarga de vasos sanitários.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.2
21/08/2018
RPI 2485
#6.1
06/03/2018
RPI 2461
#6.1
21/11/2017
RPI 2446
Referente à RPI Nº 2252 de 05/03/2014, por ter sido indevido.
18/03/2014
RPI 2254
#11.1
05/03/2014
RPI 2252
#3.1
26/03/2013
RPI 2203
#2.1
01/11/2011
RPI 2130
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