10.1
11/05/2004
RPI 1740
Dados do pedido
Número
MU8103363Tipo
Depósito
Publicação
O próprio depositante desistiu do pedido. O processo foi encerrado sem chegar a patente.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 11/05/2004. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
P. R. (pessoa física)
SP, BR
Inventores
P. R. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
"DISPOSITIVO AUXILIAR DE PARTIDA ELETRÔNICO PARA MOTORES AERONÁUTICOS OTTO". Refere-se o presente projeto a um Dispositivo Auxiliar de Partida Eletrônico (DAPE) para ser usado em motores de combustão interna aeronáuticos ou automotivos, tipo de ignição por centelha. No motor aeronáutico o DAPE visa superar as deficiências do magneto de ignição convencional e de seus dispositivos convencionais auxiliares de partida, como o impulsor de rotação e o vibrador eletromecânico. O sistema proposto foi desenvolvido especificamente para ser associado ao magneto de ignição convencional visando produzir centelhas possantes e altamente eficientes para provocar a ignição da mistura comprimida no interior do cilindro durante a partida do motor, mesmo sob as condições mais adversas. Ao acionar a chave de partida do motor, o relê auxiliar será energizado através do diodo de bloqueio (1), comutando as ligações elétricas da bobina de ignição (6) e do platinado (10) para associar o circuito de comutação estática (5) á bobina de ignição (6) possibilitando a transferência da energia elétrica armazenada no capacitor de.comutação (5) para a bobina (6), a fim de produzir centelhas possantes e ignitáveis independentemente da rotação do motor, as quais são geradas pela abertura do platinado (10) e convencionalmente distribuídas para os cilindros em fase de compressão, através do distribuidor de centelhas (7) e das velas de ignição (8), proporcionando a partida imediata do motor. Tão logo o motor comece a funcionar, o relê auxiliar (3) será desenergizado, voltando para a sua condição de repouso. Isto proporciona a transferência das ligações elétricas da bob' a de ignição (6) e platinado (10) para as ligações originais do magneto de ignição convencional, que passa operar sem o auxilio do DAPE. O magneto melhora o seu rendimento na produção de centelhas ignitáveis a partir das 500rpm, razão pela qual o alcance dessa condição é proporcionado artificialmente através de um dispositivo auxiliar de partida. A associação do DAPE com qualquer magneto de ignição convencional para qualquer tipo de motor independentemente do número de cilindros, seja pequeno, médio ou grande, demanda a comutação de apenas dois fios do magneto (terminais 1 e 3), sendo um da bobina de ignição (6) e outro do platinado (10) que serão interligados com dois fios do comutador estático (5), não alternado absolutamente nada no sistema operacional do magneto. Apenas a sua bobina de ignição poderá ser opcionalmente alimentada por duas fontes , seja pela energia elétrica armazenada no capacitor do circuito de comutação estática (5) durante a partida do motor cujas centelhas possuem valores energeticos constantes (relê 3 energizado), ou de forma convencional pela energia elétrica gerada pelos próprios imãs permanentes do rotor do magneto (relê 3 em repouso),cujas centelhas possuem valores energeticos que variam de acordo com a rotação do motor. A pior qualidade de centelha produzida por um magneto é encontrada em baixa rotação ou seja: durante a partida do motor. Os motores até 100hp dotados com DAPE, em caso de bateria fraca com até 30% da voltagem abaixo da nominal, poderão ser colocados em funcionamento dando-se partida manual via hélice. Durante a partida do motor, em caso de falta da bateria, o DAPE poderá ser alimentado de várias formas, seja através da rede pública 110/220Va/c fazendo uso de uma pequena fonte de 12Vd/c de 20W, dando-se partida manual via hélice.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
11/05/2004
RPI 1740
#3.1
15/07/2003
RPI 1697
#2.1
17/09/2002
RPI 1654
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