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Dado oficial do INPI

PORTGLASS - PORTÕES EM FIBRA DE VIDRO E COMPOSIT

ArquivadaModelo de Utilidade

Dados do pedido

Número

MU8102371

Tipo

Modelo de Utilidade

Depósito

27/04/2001

Publicação

24/12/2002

Andamento no INPI

  1. Depósito27/04/01
  2. Publicação24/12/02
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 27/04/2001, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 13/12/2005. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

C. F. (pessoa física)

PB, BR

Inventores

C. F. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

"PORTGLASS - PORTÕES EM FIBRA DE VIDRO E COMPOSIT". Refere-se a um Modelo de Utilidade, apresentado na forma de portas e portões de residências e também de utilização comercial. Sua composição química, culmina em uma estrutura leve o que facilita o manuseio. Também apresenta facilidade de combinação com outros materiais, que funcionam como coadjuvantes na formação do todo arquitetônico. Tem a vocação de ser utilizado para fechamento e divisores nos ambientes internos de um imóvel. É desenvolvido com material isolante elétrico, o que o deixa imune à condução acidental de energia elétrica, oriunda dos circuitos de tração alimentados com energia comercial. O "PORTGLASS - PORTÕES EM FIBRA DE VIDRO E COMPOSIT", é resultante da associação de materiais de origem resinosa, tais como: fiberglass, polipropileno, PVC, fibra de carbono ou qualquer outro material à base de resina plástica que venha a ser desenvolvida ou inventada. Suporta materiais coadjuvantes para a consecução do acabamento final, articulação dos conjuntos, ferrolhos e fechaduras. Apresenta boa performance quando em exposição permanente ao sol, chuva e ação de mudanças climáticas, sem com isso apresentar alterações na sua textura, nem deformações em sua superfície. Um fator de relevante importância no trato mecânico, refere-se ao seu peso final inferior aos modelos desenvolvido em estrutura metálica, o que favorece aos mecanismos de tração presentes nos portões automáticos. Opcionalmente, adota-se na face frontal do "PORTGLASS - PORTÕES EM FIBRA DE VIDRO E COMPOSIT" a instalação de caixas coletoras de jornais, revistas e correspondências, evitando a abertura de fendas nos muros dos prédios, para atender tal intento. Outra possibilidade da otimização de seu uso, reside na utilização de sua superfície como outdoor ou merchandising, apresentando em seu contorno, molduras de seção tubular ou retangular. Sua facilidade de implementação torna possíveis os projetos arquitetônicos, os que exigirem formas personalizadas. Além do mais, apresenta um custo inferior por metro quadrado, e oferece total resistência à oxidação ou corrosão causadas pela urina de animais, se comparado aos modelos metálicos ou similares disponíveis no mercado. Sua resistência a altas temperaturas, garante a não dilatação volumétrica ou linear, em níveis que venham a afetar as características fiso-químicas do conjunto. O manuseio da matéria-prima para a manufatura de portões ou assemelhados, ocorre de forma artesanal ou por processo "in seco" ou a vácuo. Sua durabilidade alcança acima de 100 (cem) anos, quando inicia sua decomposição. Sua apresentação final, é apresentada nas modalidades de acabamento fino em uma das faces (interna ou externa) ou em ambas. Na fase de acabamento, aceita em sua superfície a aplicação de quaisquer tintas, independentemente de sua pigmentação. Suporta utilização na modalidade articulada através de dobradiças ou sistema deslizante tracionado por motor elétrico agindo sobre cremalheira instalada ao longo da estrutura do "PORTGLASS - PORTÕES EM FIBRA DE VIDRO E COMPOSIT".

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI

#11.1.1

13/12/2005

RPI 1823

Arquivamento - Art. 33 da LPI

#11.1

06/09/2005

RPI 1809

Publicação do pedido de patente

#3.1

24/12/2002

RPI 1668

Pedido de patente depositado

#2.1

02/01/2002

RPI 1617

Monitoramento de patentes

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