Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI
#11.1.1
13/12/2005
RPI 1823
Dados do pedido
Número
MU8102371Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 27/04/2001, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 13/12/2005. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
C. F. (pessoa física)
PB, BR
Inventores
C. F. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
"PORTGLASS - PORTÕES EM FIBRA DE VIDRO E COMPOSIT". Refere-se a um Modelo de Utilidade, apresentado na forma de portas e portões de residências e também de utilização comercial. Sua composição química, culmina em uma estrutura leve o que facilita o manuseio. Também apresenta facilidade de combinação com outros materiais, que funcionam como coadjuvantes na formação do todo arquitetônico. Tem a vocação de ser utilizado para fechamento e divisores nos ambientes internos de um imóvel. É desenvolvido com material isolante elétrico, o que o deixa imune à condução acidental de energia elétrica, oriunda dos circuitos de tração alimentados com energia comercial. O "PORTGLASS - PORTÕES EM FIBRA DE VIDRO E COMPOSIT", é resultante da associação de materiais de origem resinosa, tais como: fiberglass, polipropileno, PVC, fibra de carbono ou qualquer outro material à base de resina plástica que venha a ser desenvolvida ou inventada. Suporta materiais coadjuvantes para a consecução do acabamento final, articulação dos conjuntos, ferrolhos e fechaduras. Apresenta boa performance quando em exposição permanente ao sol, chuva e ação de mudanças climáticas, sem com isso apresentar alterações na sua textura, nem deformações em sua superfície. Um fator de relevante importância no trato mecânico, refere-se ao seu peso final inferior aos modelos desenvolvido em estrutura metálica, o que favorece aos mecanismos de tração presentes nos portões automáticos. Opcionalmente, adota-se na face frontal do "PORTGLASS - PORTÕES EM FIBRA DE VIDRO E COMPOSIT" a instalação de caixas coletoras de jornais, revistas e correspondências, evitando a abertura de fendas nos muros dos prédios, para atender tal intento. Outra possibilidade da otimização de seu uso, reside na utilização de sua superfície como outdoor ou merchandising, apresentando em seu contorno, molduras de seção tubular ou retangular. Sua facilidade de implementação torna possíveis os projetos arquitetônicos, os que exigirem formas personalizadas. Além do mais, apresenta um custo inferior por metro quadrado, e oferece total resistência à oxidação ou corrosão causadas pela urina de animais, se comparado aos modelos metálicos ou similares disponíveis no mercado. Sua resistência a altas temperaturas, garante a não dilatação volumétrica ou linear, em níveis que venham a afetar as características fiso-químicas do conjunto. O manuseio da matéria-prima para a manufatura de portões ou assemelhados, ocorre de forma artesanal ou por processo "in seco" ou a vácuo. Sua durabilidade alcança acima de 100 (cem) anos, quando inicia sua decomposição. Sua apresentação final, é apresentada nas modalidades de acabamento fino em uma das faces (interna ou externa) ou em ambas. Na fase de acabamento, aceita em sua superfície a aplicação de quaisquer tintas, independentemente de sua pigmentação. Suporta utilização na modalidade articulada através de dobradiças ou sistema deslizante tracionado por motor elétrico agindo sobre cremalheira instalada ao longo da estrutura do "PORTGLASS - PORTÕES EM FIBRA DE VIDRO E COMPOSIT".
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.1.1
13/12/2005
RPI 1823
#11.1
06/09/2005
RPI 1809
#3.1
24/12/2002
RPI 1668
#2.1
02/01/2002
RPI 1617
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