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Dado oficial do INPI

INCUBADORA ELÉTRICA AUTOMÁTICA/SEMI-AUTOMÁTICA COM CONTROLADOR DE UMIDADE ELETRÔNICO

ArquivadaModelo de Utilidade

Dados do pedido

Número

MU7100256

Tipo

Modelo de Utilidade

Depósito

05/02/1991

Publicação

29/09/1992

Andamento no INPI

  1. Depósito05/02/91
  2. Publicação29/09/92
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 05/02/1991, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 29/11/1994. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

J. K. (pessoa física)

SP, BR

Inventores

J. K. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

"INCUBADORA ELÉTRICA AUTOMÁTICA/SEMI-AUTOMÁTICA COM CONTROLADOR DE UMIDADE ELETRÔNICO", constituída por boxe (1), com pés inferiores (2), visores laterais de observação (3), termômetro anterior (4) e respectivo protetor (5) e, ainda, no seu interior o fundo possui um revestimento removível (6) de proteção e com características de isolante térmico, prevendo-se aí também um par de tirantes transversais (7), sobre os quais apóiam-se os nós deslizantes (8) de duas grades sobrepostas (9); dita caixa tem a sua parte superior aberta, porém, o seu fechamento hermético é realizado por uma tampa (10) com uma guarnição inferior (11) e fixada por fechos (12), como também serve como suporte para vários componentes internos e externos, em que os primeiros estão dispostos em sua face inferior, começando por uma resistência elétrica gradeada (13), geradora de uma temperatura ideal e homogênea durante a incubação dos ovos, temperatura esta controlada por um termostato eletrônico (14) com sensor regulável (15) através de um acesso (16), como também esta temperatura é verificada constantemente pelo temômetro (4), como também a sua homogeneidade é obtida com através de uma ventoinha central superior (17) que, através de chapas defletoras inferiores (18), promove a circulação do ar no interior da incubadora, onde a umidade também é controlada rigorosamente através de um higrômetro eletrônico (19) com sensor regulável (20) passando através de um acesso para ser acoplado em um pavio (21) de um reservatório de água (22), sendo que, ainda, esta umidade é verificada em conjunto com um termômetro (23) que, por sua vez, está interligado com o reservatório (22) através de um pavio (24), de modo que a sua água possa evaporar-se lentamente, porém, é reabastecida (25), evaporação esta que é obtida através de resistência (26) devidamente interligada e alojada em uma tubulação composta por cotovelo interno (27), tubo externo (28) e cotovelo externo (29) que, por sua vez, recebe garrafa (30) de alimentação de água, ficando este conjunto montado na parede posterior do boxe (1), onde também está montada uma lâmpada interna (31), um redutor externo (32) e taimer (33), estes dois últimos passíveis de serem programados para atuarem em conjunto com as grades (9) para que os ovos possam ser virados automaticamente, porém tal operação poderá ser realizada também de maneira manual.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento - Art. 33 da LPI

#11.1

29/11/1994

RPI 1252

Publicação do pedido de patente

#3.1

29/09/1992

RPI 1139

Pedido de patente depositado

#2.1

19/11/1991

RPI 1094

Monitoramento de patentes

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