Resumo técnico
TECNOLOGIAS PON APLICADAS EM TOPOLOGIAS 4G E 5G O uso da rede sem fio continua a crescer junto com o uso crescente de smartphones. Atualmente redes sem fio entraram no 4G e 5G e os recursos e capacidades fornecidas por esses serviços, presam por alta largura de banda e velocidade de conexão e baixa latência.A tecnologia GPON (Gigabit Passive Optical Network) e sua evolução, a NG-PON2 por exemplo, garante o suporte a velocidades mais elevadas, fixando-se atualmente os máximos conseguidos nos 40 Gbps simétricos, abrangendo até 60km de conexão utilizando fibra óptica, tem sido amplamente utilizada para serviços de banda larga fixa e tornou-se uma solução massiva. A tendencia é que essa solução também seja aplicada na telefonia celular (4G e 5G) que é tão rápido que também desenvolve serviços com as características de necessidade de serviço (largura de banda rápida), grande capacidade e baixa latência. Para implantar os serviços 4G e 5G, é necessária uma solução de rede de backhaul para conectar o escritório central à ERB (Estação Rádio Base) que atenda esses requisitos, e não existe melhor meio de transmissão do que a fibra ótpica, o sinal emitido em uma fibra óptica é a luz, imune a interferencias eletricas ou eltromagenticas, garante altas taxas de transmissão com maior confiabilidade. Muitas ERBs, principalamente ao longo das rodovias, são atendidas por link de Radio digital, que tem suas limitações devido interferencias eletrmagneticas, isso explica o porquê do sinal ter uma má qualidade comparado os sinais que utilizamos nas grandes cidades, pois nelas, geralmente utilizam fibra óptica na transmissão do canal de dados, e porque não utilizar fibra ópitca para conectar as ERBs nas rodovias? O alto custo justifica esse motivo, porem, com a chegada do 5G, as operadoras precisam pensar nma forma de garantir uma banda confiavel tanto nas cidades quanto nas rodovias, e isso é possivel, tomando como exemplo o estado da Paraiba, as operadoras OI e VIVO, tem um backbone de fibra ótpica com no minimo 36 vias que interligam a cidade de João Pessoa à Recife, à Natal e a Campina Grande, a ideia é interceptar esse cabo onde houver ERBs e atende-los com fibra óptica, atraves das tecnologias GPON, utilizando no máximo duas vias desse backbone, deixando os radios apenas para operar como redundancia, garantindo maior largura de banda e consequentemente uma conexão rápida e confiavel aos usuarios dos serviços 4G e 5G.