Resumo técnico
A invenção refere-se à farmacologia e pode ser usada para produzir agentes medicinais para tratar e prevenir doenças virais causadas pelo herpes, vírus influenza e da hepatite B e C, e também imunodeficiências induzidas por vírus. Uma substância biologicamente ativa tendo um efeito polifarmacológico é feita a partir das partes verdes e espiguetas de cereais da família Gramineae, gênero Calamagrostis Adans e/ou gênero Deschampsia Beauv, e contém flavonoides, especificamente agliconas dos flavonoides tricina, apigenina, luteolina, quercetina e ramnazina, e excipientes, e tem a seguinte composição em porcentagem em massa: aglicona de flavonoide tricina e/ou glicosídeos de flavonoide tricina: 0,016 a 2,062%; aglicona de flavonoide apigenina e/ou glicosídeos de flavonoide apigenina: 0,010 a 1,393%/ aglicona de flavonoide luteolina e/ou glicosídeos de flavonoide luteolina: 0,01 a 4,979%; aglicona de flavonoide quercetina e/ou glicosídeos de flavonoide quercetina: 0,001 a 0,771%; aglicona de flavonoide ramnazina e/ou glicosídeos de flavonoide ramnazina: 0,104 a 0,203%; excipientes: 99,868 a 90,592%. Dessa forma, a substância biologicamente ativa é aperfeiçoada pela determinação das composições específicas dos seus ingredientes ativos, e das características físicas, químicas e biológicas das mesmas, resultando na invenção de uma composição ideal (figura 1) para alcançar um efeito antiviral em relação a vírus específicos e dosagens ao criar formas medicinais. Além disso, foi determinado que a substância biologicamente ativa é um indutor de um interferon endógeno tipo-³, apresenta um efeito de modulação de apoptose, possui propriedades antioxidantes e aumenta a resistência celular ao estresse de radicais livres. O efeito antiviral em relação aos vírus específicos foi estabelecido como sendo um efeito antiviral no que se refere ao vírus herpes simplex tipo 2 e ao vírus da diarreia viral bovina (vírus da hepatite C).