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Dado oficial do INPI

TRATAMENTO PRÉ-COLHEITA

Arquivada/ExtintaPatente de InvençãoPCT · GB2013000126

Dados do pedido

Número

112014023382

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

21/03/2013

Publicação

20/06/2017

PCT

GB2013000126

Andamento no INPI

  1. Depósito21/03/13
  2. Publicação20/06/17
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 31/10/2017. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

N. S. (pessoa física)

BE

Inventores

J. D. (pessoa física)

GB

Dados técnicos

Classificação IPC

Prioridades unionistas

GB

1204981.3 · 21/03/2012

Resumo técnico

TRATAMENTO PRÉ-COLHEITACampo da Invenção[001] A presente invenção refere-se a um novo uso de composições e a novos métodos relacionados a este.[002] Mais particularmente, a invenção refere-se ao uso de certas composições para proteção pré-colheita de safras, tais como batatas, tomates, etc.Fundamentos da Invenção[003] Certas safras de alimentos, tais como batatas, tomates, etc. são particularmente suscetíveis ao ataque por pragas nas 2 a 4 semanas antes da colheita, visto que a planta e a safra estão se aproximando-se da maturidade ou maturação.[004] Safras tais como batatas, tomates, etc são especialmente suscetíveis ao ataque por ácaros, tais como o ácaro branco, Polyphagotarsonemus latus.[005] O ácaro branco tem um espectro de hospedeiros grande incluindo 60 famílias de plantas. Seus hospedeiros vegetais incluem beterraba, feijões, pepino, berinjela, pimenta, batata e tomate. O dano a uma safra é usualmente causado por secreção de um regulador de crescimento da planta ou toxina conforme o ácaro se alimenta, e dano significante pode ocorrer em densidade da praga muito baixa. Sintomas incluem deformidades da folha e fruta, encurtamento dos internódios, empolamento, escaldadura e encrespamento das folhas, e descoloração da folha. A safra pode ser deformada, rompida ou de cor avermelhada. Infestações em safras tais como tomates podem causar um bronzeamento de crescimento terminal e são frequentemente uma deformação na forma de s característica do talo principal nas folhas. Quando combinadas com a dificuldade em detectar ácaros, medidas de controle são difíceis de implementar.[006] O ácaro é geralmente difícil de controlar visto que ele é insuscetível a alguns produtos químicos, tais como compostos de dinitrofenol e piretroides sintéticos. O tratamento convencional compreende a aplicação de um acaricida de contato, por exemplo, organofosfatos, tais como, diazinon, ou pesticidas organoclorados, tais como, endosulfan e dicofol. Entretanto, o uso de tais pesticidas é crescentemente controverso devido ao perigo que eles apresentam à saúde humana ou animal.[007] Phytophthora Infestans (P. Infestans) é um oomiceto que causa a doença grave da batata conhecida como requeima ou míldio da batata. Requeima foi um principal culpado quanto às escassezes da batata na década de 1840 na Europa, em 1845 na Irlanda e 1846 nas Terras Altas da Escócia. O organismo também pode infectar tomates e alguns outros membros da Solanaceae.[008] Perto de 2 milhões de hectares de batatas são cultivados na Europa, e a colheita representa um valor de cerca de 6 bilhões de Euros. De acordo com estimativas, a requeima causa 1 bilhão de Euros de dano na Europa. Este dano consiste em custos para controlar a doença (custos para aquisição de fungicidas, mais custos para operações de pulverização) e os custos que resultam de reduções na colheita e perdas durante o armazenamento. Ao redor do mundo a doença causa em torno de US$ 6 bilhões = 7,80 bilhões de dano a safras todo ano.[009] Esporos de Phytophthora infestans desenvolvem nas folhas, difundindo através da safra quando temperaturas estão acima de 10 °C (50 °F) e a umidade é mais de 75 % a 80 % por 2 dias ou mais. A chuva pode lavar os esporos no solo onde eles infectam tubérculos jovens. Os esporos podem distanciar-se no vento.[010] Os esporos deste oomiceto que permanecem durante o inverno em tubérculos infectados, particularmente aqueles que são deixados no solo depois da colheita anual prévia, difundem rapidamente em condições quentes e úmidas. Isto pode ter efeitos devastadores destruindo-se safras inteiras.[011] Os estágios iniciais de míldio são facilmente perdidos, e nem todas as plantas são afetadas ao mesmo tempo. Os sintomas incluem o aparecimento de manchas escuras nas pontas das folhas e caules das plantas. Mofo branco aparecerá sob as folhas em condições úmidas e a planta inteira pode colapsar rapidamente. Os tubérculos infectados desenvolvem manchas cinzas ou escuras que são marrom avermelhadas abaixo da casca, e rapidamente decaem para uma papa de odor desagradável causada pela infestação de podridões bacterianas moles secundárias. Tubérculos aparentemente saudáveis podem apodrecer mais tarde quando em armazenamento.[012] O resultado de Phytophthora em plantas e tubérculos de batata afetados é ilustrado nas Figuras 1(a) e 1(b).[013] Altemaria solani (A. solani) um patógeno fúngico, é a causa de alternariose, e é a doença mais destrutiva de tomates nas regiões tropicais e subtropicais. Cada 1 % de aumento na intensidade pode reduzir o rendimento em 1,36 %, e perda da safra completa pode ocorrer quando a doença é mais severa. Perdas de rendimento de até 79 % foram relatadas nos EUA, das quais 20 a 40 % são devido às perdas de mudas (isto é, podridão do talo) no campo.[014] A. solani também é um dos patógenos foliares mais importantes da batata. Nos EUA estimativas de perda de rendimento atribuídas ao dano foliar, que resulta em qualidade diminuída do tubérculo e redução do rendimento, podem atingir 20 a 30 %. Em armazenamento, A. solani pode causar podridão seca do tubérculo e reduzir a duração do armazenamento, que ambos os quais diminuem a quantidade e qualidade de tubérculos comercializáveis.[015] Porque A. solani é um dos numerosos patógenos de tomate/batata que são tipicamente controlados com os mesmos produtos, estimando-se exatamente tanto as perdas econômicas totais quanto o gasto total em fungicidas para o controle de alternariose é difícil. As melhores estimativas sugerem que gastos globais anuais totais no controle de fungicida de A. solani é aproximadamente de US$ 77 milhões: US$ 32 milhões para tomates e US$ 45 milhões para batatas.Alternariose e Requeima:Alternariose[016] O patógeno Altemaria solani produz manchas na folha padronizadas como olho de boi distinta e também podem causar lesões no talo e podridão da fruta em tomate e míldio no tubérculo na batata. Apesar do nome precoce, sintomas foliares usualmente ocorrem em folhas mais velhas. Se não controlada, a alternariose pode causar reduções de rendimento significantes. Métodos primários de controlar esta doença incluem impedir períodos longos de umidade nas superfícies das folhas e aplicar fungicidas.1. Geograficamente[017] A. solani também está presente na maioria das regiões de produção de batata todo ano mas tem um efeito significante sobre o rendimento apenas quando do umedecimento frequente do desenvolvimento do sintoma em favor da folhagem.2. Modo de InfecçãoEm batatas:[018] Em batata, o dano primário por A. solani é atribuído à desfolhação prematura de plantas de batata, que resulta em redução do rendimento do tubérculo. A infecção inicial ocorre em folhas mais velhas, com manchas marrons escuras concêntricas desenvolvendo principalmente no centro da folha.[019] A doença progride durante o período da vegetação da batata, e folhas infectadas tornam-se amarelas e secam totalmente ou caem do talo. Nos talos, as manchas são delgadas sem nenhum contorno claro (quando comparado às manchas nas folhas). Lesões no tubérculo são secas, escuras e comprimidas na superfície do tubérculo, com a polpa subjacente tornando-se seca, coriácea e marrom. Durante o armazenamento, lesões no tubérculo podem aumentar e os tubérculos podem tornar-se enrugados. A severidade da doença devido à A. solani é mais alta quando plantas de batata são prejudicadas, sob estresse ou carência de nutrição apropriada. Níveis altos de nitrogênio, teor de potássio moderado e teor de fósforo baixo no solo podem reduzir a suscetibilidade de infecção pelo patógeno.Em tomates:[020] Em tomate, sintomas foliares de A. solani geralmente ocorrem nas folhas mais velhas e começam como lesões pequenas que são marrons a pretas em cor. Estas manchas nas folhas assemelham-se a anéis concêntricos - uma característica de distinção do patógeno - e medem até 1,3 cm (0,51 polegadas) em diâmetro. Tanto a área em torno da mancha na folha quanto a folha inteira podem tornar-se amarelas ou cloróticas.[021] Sob condições favoráveis (por exemplo, tempo quente com gotas de orvalho restritas ou abundantes), a desfolhação significante de folhas mais baixas pode ocorrer, levando à queima por sol da fruta. progride, os sintomas podem migrar para o talo da planta e fruta. Lesões no talo são escuras, levemente rebaixadas e concêntricas em forma. Anelamento basal e morte das mudas podem ocorrer, um sintoma conhecido como podridão do talo.[022] Em frutas, A. solani invade no ponto de fixação ao talo assim como através de rasgos de crescimento e ferimentos feitos por insetos, infectando áreas grandes da fruta. Manchas nas frutas são similares em aparência àquelas em folhas - marrom com círculos concêntricos escuros. Lesões maduras são tipicamente cobertas por uma massa aveludada, preta de esporos fúngicos que podem ser visíveis sob condições de iluminação apropriadas.Ciclo da doença[023] Alternaria solani é um deuteromiceto com um ciclo de vida policíclico. Alternaria solani se reproduz assexuadamente por meio de conídios.[024] O ciclo de vida começa com a invernação do fungo em resíduos de safra ou membros silvestres da família Solanaceae, tal como erva-moura. Na primavera, os conídios são produzidos. Conídios multicelulares são salpicados por água ou por vento sobre uma planta não infectada. Os conídios infectam a planta penetrando-se através de pequenos ferimentos, estomas, ou penetração direta.[025] As infecções usualmente começam em folhas mais velhas próximas ao solo. O fungo levam tempo para crescer e eventualmente forma uma lesão. A partir desta lesão, mais conídios são criados e liberados. Estes conídios infectam outras plantas ou outras partes da mesma planta dentro da mesma época de plantio. Toda parte da planta pode ser infectada e formar lesões. Isto é especialmente importante quando frutas ou tubérculos são infectados visto que eles podem ser usados para propagar a doença.[026] Em geral, o desenvolvimento do patógeno pode ser agravado por um aumento no inóculo de hospedeiros alternativos tais como ervas daninhas ou outras espécies solanáceas. A severidade e prevalência da doença são mais altas quando as plantas são maduras.Ambiente:[027] Esporos de Alternaria solani estão universalmente presentes em campos onde plantas hospedeiras foram cultivadas.[028] Água livre é necessária para que esporos de Alternaria germinem; esporos serão incapazes de infectar uma folha perfeitamente seca. Esporos de Alternaria germinam dentro de 2 horas em uma faixa ampla de temperaturas mas a 26,6 a 29,4 °C (80 a 85 °F) podem durar apenas 1/2 hora. 3 a 12 horas adicionais são necessárias para que o fungo penetre na planta dependendo da temperatura. Depois da penetração, lesões podem se formar dentro de 2 a 3 dias ou a infecção pode permanecer dormente esperando condições apropriadas [15,5 °C (60 °F) e períodos prolongados de umidade]. Alternaria sofre esporulação melhor em torno de 26,6 °C (80 °F) quando umidade abundante (como fornecido por chuva, névoa, neblina, orvalho, irrigação) está presentes. As infecções são mais prevalecentes em plantas deficientemente nutridas ou de outro modo estressadas.Requeima[029] P. infestans ainda é uma doença difícil de controlar atualmente por métodos habituais. Existem muitas opções na agricultura para o controle tanto de (1) dano à folhagem quanto (2) infecções do tubérculo. Batatas crescem por toda a estação do ano, mas estima-se que os tubérculos parem de crescer quando 75 % da copa foram destruídos.1. Modo de InfecçãoEm Batatas e Tomates[030] O fungo é disperso por esporângios transportados pelo vento, que são produzidos em hifas ramificadas (esporangióforos) que emergem dos estomas de folhas infectadas em condições úmidas (ver o diagrama). Quando os esporângios pousam em uma superfície nova da folha eles usualmente sofrem clivagem interna do protoplasma para produzir zoósporos anucleados, móveis, que alocam-se nos estomas da folha, onde eles encistam e germinam para iniciar a infecção. Dentro da folha, as hifas produzem haustórios nas células hospedeiras individuais de modo que P. infestans cresce inicialmente como um biótrofo. Entretanto, os tecidos infectados logo morrem, e o fungo depois difunde através da folha como um necrótrofo.[031] Se P. infestans se estabeleceu na folhagem da batata então os esporângios podem ser lavados no solo para infectar os tubérculos, ou os tubérculos podem ser contaminados com esporângios durante a colheita da safra. Isto pode levar ao apodrecimento dos tubérculos durante o armazenamento, e reaproveitado do inóculo de uma estação do ano para a seguinte.[032] O ciclo da doença é ilustrado na Figura 2.[033] P. infestans é usualmente disperso aereamente uma a vários milhas do sítio de invernação à folhagem da batata ou tomate viva por intermédio de esporângios que podem sobreviver a exposição a condições secas, ensolaradas por até uma hora e ainda mais sob condições nubladas. Os esporângios podem germinar dentro de algumas horas depois de pousar na folhagem da batata ou tomate se umidade livre (por exemplo, orvalho, chuva, irrigação, neblina) estiver presente. A germinação ocorre indiretamente por intermédio de zoosporos ou diretamente por intermédio de um tubo germinativo que penetra na folhagem, talos, infecções. Infecções são visíveis como lesões pequenas depois de três a quatro dias. Áreas necróticas em algumas lesões são apenas de 1 a 2 mm em diâmetro. Lesões estendem-se conforme o patógeno cresce através dos tecidos, e o patógeno pode esporular de lesões mais velhas quando o ambiente é favorável (umidade da folha por mais do que 10 a 12 horas em temperaturas moderadas [60° a 70 °F] [15° a 21 °C). A esporulação pode ocorrer em lesões que são apenas de quatro a seis dias de idade. Sob condições secas condições nenhuma esporulação ocorre e a lesão tem um centro fixo marrom, circundado pelo tecido do hospedeiro que tem colapsou e parece embebido em água, verde-acinzentado, ou amarelado. Tanto frutos de tomate quanto batata são suscetíveis. Seus talos podem ser infectados (e lesões no talo são capazes de produzir esporângios por um tempo mais longo do que as lesões nas folhas.[034] Folhinhas de batata com lesões de esporulação mais velhas (seis a oito dias de idade) são ilustradas na Figura 3.[035] O desenvolvimento da doença (crescimento e reprodução do patógeno) é favorecido por temperaturas moderadas (60° a 80 °F (15° a 21 °C)) e condições úmidas. Ele pode desenvolver-se em temperaturas diurnas muito quentes (cerca de 95 °F (35 °C) se condições são extremamente úmidas e temperaturas noturnas são moderadas (60° a 75 °F (15° a 24 °C)). Epidemias podem ser rápidas e devastadoras por causa do alto potencial reprodutivo deste patógeno. Lesões individuais podem produzir 100.000 a 300.000 esporângios por dia. Cada esporângio é capaz de iniciar uma nova infecção que tornar-se-á visível dentro de três a quatro dias e produzir esporângios dentro de um ou dois dias seguintes sob condições ideais. Assim a reprodução rápida do patógeno e destruição das folhinhas podem desfolhar batatas ou tomates e destruir completamente os campos saudáveis em um tempo curto. Tais epidemias resultam de muitos ciclos sequenciais de infecções: cada lesão produz muitos esporângios, cada um dos quais pode ser disperso a uma nova folhinha para iniciar uma nova infecção, que por sua vez pode produzir muitos esporângios, e assim por diante.[036] Talo de batata infectado com P. infestans ilustrado na Figura 4.[037] Plantas de tomate infectadas com lesões em talos e folhagem ilustradas na Figura 5.Controle Químico Existente:[038] Existem numerosos fungicidas no mercado para controlar alternariose. Alguns dos fungicidas no mercado são Azoxistrobina, Cimoxanil, Furalaxil Piraclostrobina, Bacillus subtilis, Clorotalonil, produtos de cobre, dióxido de hidrogênio, mancozeb, bicarbonato de potássio, e Ziram® (dimetilditiocarbamato de zinco). Regimes de pulverização específicos são encontrados no rótulo. Rótulos para estes produtos devem ser lidos cuidadosamente antes da aplicação.Cimoxanil[039] Cimoxanil foi primeiro introduzido em 1977. Ele é um composto de acetimida usado tanto como um fungicida foliar curativo quanto preventivo. Na Europa ele está sendo vendido para o uso em safras de uvas, batatas, tomates, lúpulos, beterrabas-sacarinas e outros vegetais. Cimoxanil não é correntemente registrado nos EUA.[040] O modo de ação de Cimoxanil é como um local sistêmico. Ele penetra rapidamente e quando dentro da planta, ele não pode ser lavado pela chuva. Ele controla doenças durante o período de incubação e impede o aparecimento de dano na safra. O fungicida é principalmente ativo em fungos que pertencem à ordem Peronosporales: Phytophthora, Plasmopara, e Peronospora,Azoxistrobina[041] Azoxistrobina foi primeiro comercializada em 1998 e é uma atividade sistêmica, de espectro amplo contra os quatro grupos principais de fungos patogênicos de plantas incluindo Ascomcetos (por exemplo, oídios), Basidiomicetos (por exemplo, ferrugens), Deuteromiceto (por exemplo, brusone do arroz) e oomicetos (por exemplo, peronospora). Ela inibe a germinação do esporo e crescimento de micélios. Ela tem usos mundiais em cereais, vinhas, arroz, cítricos, batatas e tomates. Em 1999, Azoxistrobina foi o fungicida proprietário de partida por todo o mundo com vendas de US$415m e é agora um líder do mercado mundial em cereais.[042] Foi fornecida aprovação provisória à mesma para o uso no Reino Unido em algumas doenças fúngicas do trigo e cevada em 1997, sujeita à aprovação no nível de europeu. Foi fornecida aprovação de Anexo 1 à mesma na Europa em 1998 como um fungicida para o uso em cereais e vinhas. No Reino Unido ela é comercializada como Amistar®, e nos EUA como Heritage®.[043] Azoxistrobina é classificada pela Organização Mundial da Saúde como levemente perigoso (Classe III). A LD50 oral aguda (a dose necessária para matar metade de uma população de animais de laboratório) é mais do que 5.000 mg/kg para ratos.[044] Ela é um irritante para a pele e pode causar sensibilização. Também é classificada como tóxica por inalação.Uso de fungicidas[045] Fungicidas para o controle de míldio da batata são normalmente apenas usados em uma maneira preventiva, algumas vezes em combinação com o prognóstico da doença. Em variedades suscetíveis, aplicações de fungicida podem ser necessárias semanalmente. Uma pulverização inicial é mais eficaz.[046] Cobre é um fungicida de espectro amplo que age como um protetor - ele deve ser aplicado para prevenir a doença. Ele foi substituído por fungicidas sistêmicos modernos com a planta e pode tanto proteger quanto erradicar infecções existentes. Estes fungicidas são muito mais específicos em seu modo de ação. A parte mais importante entre estes para o controle de míldio da batata são os fungicidas de acilalanina tais como metalaxil e furalaxil. Eles agem especificamente na RNA polimerase de Phytophthora e fungos intimamente relacionados. Entretanto, resistência aos mesmos pode desenvolver rapidamente na população de patógeno - ela requer apenas uma única mutação de gene levando a uma mudança menor na molécula de RNA polimerase. Em muitas partes do mundo, P. infestans é agora resistente a estes fungicidas.[047] O controle de míldio da batata tradicionalmente contou com fungicidas à base de cobre tais como mistura Bordeaux (consistindo em sulfato de cobre e óxido de cálcio). Entretanto, cobre é potencialmente fitotóxico,[048] Portanto, existe uma necessidade de um tratamento pré-colheita seguro para safras que são suscetíveis ao ataque por pragas, tais como o ácaro branco e/ou Phytophthora Infestans e/ou Alternaria solani.Sumário da Invenção[049] Nós já desenvolvemos um novo tratamento que supera os problemas causados pelos tratamentos convencionais para as infestações de pragas de aracnídeos, tais como, ácaros, por exemplo, ácaros brancos, Polyphagotarsonemus latus e/ou infestações fúngicas, tais como Phytophthora Infestans e/ou Alternaria solani.[050] Portanto, de acordo com um primeiro aspecto da invenção é fornecido um método de tratamento de uma safra para o alívio ou prevenção de uma infestação de pragas, o dito método compreende a aplicação de pré-colheita à safra de uma composição compreendendo um acidulante.[051] O método da invenção, geralmente, compreende aplicar à safra, a composição, como aqui descrito, de cerca de 2 a 6 semanas antes de colheita, preferivelmente, cerca de 3 a 5 semanas antes da colheita, por exemplo, cerca de 4 semanas antes da colheita. A prevenção de infestações pode ser obtida tratando plantas/safras com a composição da invenção, regularmente, como uma medida profilática.[052] O método da invenção pode compreender tratar uma safra para o alívio ou prevenção de uma infestação de aracnídeos, tais como, ácaros, por exemplo, ácaros brancos.[053] Alternativamente, o método da invenção pode compreender tratar uma safra para o alívio ou prevenção de uma infestação fúngica, tal como Phytophthora Infestans e/ou Alternaria solani.[054] Adicionalmente, as composições da invenção mostraram ser particularmente eficazes em tratar ou prevenir a infestação de ácaro branco e, assim, a presente invenção também fornece um método de tratamento ou prevenção de tais infestações.[055] O acidulante usado no método da invenção, desejavelmente, compreende uma solução, por exemplo, uma solução aquosa.[056] A solução aquosa, geralmente, será aplicada por pulverização da solução na safra antes da colheita.[057] As infestações de aracnídeo que podem ser prevenidas, de acordo com a presente invenção, por exemplo, infestações de ácaros, aranhas e carrapatos.[058] Em uma forma de realização, a presente invenção fornece um método de prevenir uma infestação de plantas, por exemplo, por ácaros brancos. Administração, pode adequadamente ser pulverizando ou de outro modo espalhando a composição em uma população de aracnídeo ou infestação fúngica ou pulverizando em uma folha de planta que pode, então, ser ingerida pelo aracnídeo. Alternativamente, um objetivo, por exemplo, uma safra, infestada com o aracnídeo ou fungo pode ser imersos na composição.[059] De acordo com este aspecto da invenção, o acidulante é selecionado de aqueles que irão reduzir o pH da solução aquosa a pelo menos cerca de 3 ou menos. Em um aspecto da invenção preferido, o acidulante reduzirá o pH a pelo menos cerca de 2,3 ou menos, preferivelmente, 2 ou menos, preferivelmente, a cerca de 1,8 ou menos e o mais preferivelmente, a cerca de 1,4 ou menos.[060] A concentração do acidulante pode variar dependendo de, inter alia, a natureza do acidulante, a natureza da safra sendo tratada, etc. Entretanto, a concentração de acidulante pode ser de cerca de 0,1 % a cerca de 25 % (p/v), preferivelmente, de cerca de 0,1 % a cerca de 6 % (p/v), preferivelmente, de cerca de 0,1 % a cerca de 4 % (p/v), preferivelmente, de cerca de 1 % a cerca de 4 % (p/v).[061] Em um aspecto preferido do método da invenção, o acidulante é um sal acidificado modificado. O sal acidificado pode ser cloreto de sódio acidificado, por exemplo, bissulfato de sódio/bissulfato de sódio/hidrogenossulfato de sódio (NaHSO4). Preferivelmente, a composição pode incluir um antioxidante/agente redutor, tal como ácido ascórbico. Desejavelmente, o antioxidante/agente redutor será um radical livre descontaminante que pode prevenir a oxidação alterando o potencial REDOX do sistema e pode reduzir produtos oxidativos indesejáveis.[062] A composição pode incluir um ou mais inibidores de enzima. Uma variedade de inibidores de enzima pode ser utilizada no método da invenção, entretanto, preferencialmente, o inibidor de enzima compreende um tratamento combinado de um acidulante e um antioxidante/agente redutor. No tratamento combinado, de acordo com este aspecto da invenção, pode compreender o uso separadamente, sequencialmente ou simultaneamente de um acidulante e um antioxidante/agente redutor.[063] Entretanto, uma variedade de antioxidantes/agentes redutores pode ser usada. Assim, antioxidantes/agentes redutores específicos que podem ser mencionados incluem, mas não devem ser limitados a, ácido ascórbico (vitamina C) e, especialmente, sais deste, tais como sais metálicos alcalinos, por exemplo, ascorbato de sódio; ácido kójico (5-hidróxi-2-(hidroximetil)-4H-piran-4-ona) e sais deste; ácido eritórbico e, especialmente, sais deste, tais como sais metálicos alcalinos, por exemplo, eritorbato de sódio; ácidos carboxílicos antioxidantes fenólicos, tais como um ácido rosmarínico (ácido [[3-(3,4-di-hidroxifenil)-1-oxo-2E-propenil]óxi]-3,4-di-hidróxi-benzenopropanoico) e, opcionalmente, sais deste, tais como sais metálicos alcalinos.[064] A quantidade de antioxidante/agente redutor, como aqui descrito, pode variar e pode ser de cerca de 0,25 % (p/v) a cerca de 10 % (p/v), preferivelmente de cerca de 0,5 % (p/v) a cerca de 5 % (p/v), mais preferivelmente de cerca de 1 % (p/v) a cerca de 2 % (p/v).[065] O acidulante, por exemplo, bissulfato de sódio ou uma combinação de bissulfato de sódio e um antioxidante/agente redutor, tal como ácido ascórbico, pode ser preparado em um diluente. Embora uma variedade de diluentes pode ser usada, um diluente preferido compreende um ou mais de um agente aromatizante e preservante, tal como, ácido cítrico e, opcionalmente, sais deste, ou ácido succínico e, opcionalmente, sais deste; um tensoativo, tal como, um alquil (alquila C1 a 20, glicosídeo; e um regulador de pH, tal como, ácido láctico e, opcionalmente, sais deste. Preferivelmente, o diluente compreende uma combinação de dois ou mais agentes aromatizantes e preservantes, um tensoativo e um regulador de pH. O mais preferivelmente, o diluente compreende uma combinação de dois ou mais de ácido succínico, ácido cítrico, um alquil glicosídeo e ácido láctico e, opcionalmente, sais destes, e mais preferivelmente uma combinação compreendendo cada um de ácido succínico, ácido cítrico, um alquil glicosídeo e ácido láctico e, opcionalmente, sais destes.[066] O bissulfato de sódio modificado pode funcionar como um acidulante e, desse modo, tem um efeito de desnaturação em micro-organismos, por exemplo, reduzindo o pH para abaixo do nível em que é necessário para prevenir a infestação de ácaro.[067] No método da invenção, a composição pode, por exemplo, ser aplicada em uma taxa de cerca de 2 litros por hectare de safra, dependendo de, inter alia, a concentração da composição, etc.[068] De acordo com este aspecto da invenção, o método pode compreender o tratamento de uma safra de batata.[069] De acordo com este aspecto da invenção, o método pode compreender o tratamento de uma safra de tomate.[070] Em uma forma de realização preferida da invenção, o método compreende a aplicação de pré-colheita à safra de uma composição compreendendo cerca de 10 a cerca de 40 % (p/p) de hidrogenossulfato de sódio; cerca de 5 a cerca de 20 % (p/p) de ácido láctico; cerca de 2 a cerca de 15 % (p/p) de ácido cítrico e cerca de 5 a cerca de 20 % (p/p) de glicosídeo tensoativo.[071] De acordo com um outro aspecto da invenção é fornecido uma composição adequada para o tratamento ou prevenção de uma infestação de pragas de uma safra compreendendo um acidulante presente em uma quantidade de cerca de 0,1 % a cerca de 25 % (p/v).[072] De acordo com este aspecto da invenção, a composição pode ser adequada para o tratamento ou prevenção de uma infestação de aracnídeos, tais como, ácaros, por exemplo, ácaros brancos.[073] Alternativamente, a composição pode ser adequada para o tratamento ou prevenção de uma infestação fúngica, tal como Phytophthora Infestans e/ou Alternaria solani.[074] De acordo com este aspecto da invenção, o acidulante é um sal acidificado modificado como aqui descrito. Preferivelmente, o sal acidificado modificado na composição da invenção pode ser uma mistura de bissulfato de sódio e um antioxidante/agente redutor, tal como ácido ascórbico.[075] Entretanto, uma variedade de antioxidantes/agentes redutores pode ser usada. Assim, antioxidantes/agentes redutores específicos que podem ser incluídos na composição da invenção, são um ou mais de ácido ascórbico (vitamina C) e, especialmente, sais deste, tais como sais metálicos alcalinos, por exemplo, ascorbato de sódio; ácido kójico (5-hidróxi-2-(hidroximetil)-4H-piran-4-ona), e sais deste; ácido eritórbico e, especialmente, sais deste, tais como sais metálicos alcalinos, por exemplo, eritorbato de sódio; ácidos carboxílicos antioxidantes fenólicos, tais como um ácido rosmarínico (ácido [[3-(3,4-di-hidroxifenil)-1-oxo-2E-propenil]óxi]-3,-di-hidróxi-benzenopropanoico) e, opcionalmente, sais deste, tais como sais metálicos alcalinos.[076] Na composição da invenção, o antioxidante/agente redutor, tais como ácido ascórbico, pode compreender um diluente. Embora uma variedade de diluentes pode ser usada, um diluente preferido compreende um ou mais de um agente aromatizante e preservante, tal como, ácido cítrico e, opcionalmente, sais deste, ou ácido succínico e, opcionalmente, sais deste; um tensoativo, tal como, um alquil (alquila C1 a 20, preferivelmente C8) glicosídeo; e um regulador de pH, tal como, ácido láctico e, opcionalmente, sais deste. Preferivelmente, o diluente compreende uma combinação de dois ou mais de um agente aromatizante e preservante, um tensoativo e um regulador de pH. O mais preferivelmente, o diluente compreende uma combinação de dois ou mais de ácido succínico, ácido cítrico, um alquil glicosídeo e ácido láctico e, opcionalmente, sais deste, e mais preferivelmente uma combinação compreendendo cada um de ácido succínico, ácido cítrico, um alquil glicosídeo e ácido láctico e, opcionalmente, sais deste.[077] Em uma forma de realização preferida da invenção a composição compreende cerca de 10 a cerca de 40 % (p/p) de hidrogenossulfato de sódio, cerca de 5 a cerca de 20 % (p/p) de ácido láctico; cerca de 2 a cerca de 15 % (p/p) de ácido cítrico e cerca de 5 a cerca de 20 % (p/p) de glicosídeo tensoativo. Por exemplo, a composição compreende cerca de 25 40 % (p/p) de hidrogenossulfato de sódio; cerca de 12½ % (p/p) de ácido láctico; cerca de 6½ % (p/p) de ácido cítrico e cerca de 12½ % (p/p) de glicosídeo tensoativo.[078] De acordo com um outro aspecto da invenção, é fornecido um kit adequado para o tratamento ou prevenção de uma infestação de pragas de uma safra, o kit compreendendo um acidulante de concentração baixa como aqui descrito.[079] De acordo com este aspecto da invenção, o kit pode ser adequado para o tratamento ou prevenção de uma infestação de aracnídeos, tais como, ácaros, por exemplo, ácaros brancos.[080] Alternativamente, o kit pode ser adequado para o tratamento ou prevenção de uma infestação fúngica, tal como Phytophthora Infestans e/ou Alternaria solani.[081] Na composição ou kit, como aqui antes de descrito, um componente opcional pode compreender um agente quelante. Assim, como aqui descrito, o agente quelante deve ter uma afinidade para cobre ou ferro e sais destes. Será entendido que mais do que um agente quelante pode estar presente, por exemplo, um agente quelante seletivo de cobre pode ser combinado com um agente quelante seletivo de ferro. O agente quelante também pode ser um agente, por exemplo, um acidulante, que pode reduzir o pH do ambiente, tal como, um ácido orgânico selecionado de um ou mais de ácido cítrico, ácido láctico, ácido succínico ou ácido tânico ou uma combinação destes e, opcionalmente, sais destes.[082] No kit da presente invenção, como aqui descrito, o agente quelante pode, por exemplo, estar presente em uma única composição ou solução, ou ele pode ser separado.[083] Na composição ou kit, como aqui descrito, o acidulante pode compreender um tratamento combinado de um acidulante e um antioxidante/agente redutor. Em uma tal combinação de acidulante, isto é, acidulante e um antioxidante/agente redutor, o acidulante pode desejavelmente ser um sal acidificado modificado, tal como bissulfato de sódio, como aqui descrito. Portanto, o acidulante é selecionado de aqueles que irão reduzir o pH para pelo menos cerca de 3 ou menos. Em um aspecto da invenção preferido, o acidulante irá reduzir o pH a pelo menos cerca de 2,3 ou menos, preferivelmente 2 ou menos, preferivelmente a cerca de 1,8 ou menos e o mais preferivelmente a cerca de 1,4 ou menos.[084] Na composição ou kit, como aqui descrito, o antioxidante/agente redutor pode, preferencialmente, ser um ou mais de ácido ascórbico (vitamina C) e, especialmente, sais deste, tal como sais metálicos alcalinos, por exemplo, ascorbato de sódio; ácido kójico (5-hidróxi-2-(hidroximetil)-4H-piran-4-ona), e sais deste; ácido eritórbico e, especialmente, sais deste, tais como sais metálicos alcalinos, por exemplo, eritorbato de sódio; ácidos carboxílicos antioxidantes fenólicos, tais como um ácido rosmarínico (ácido [[3-(3,4-di-hidroxifenil)-1-oxo-2E-propenil]óxi]-3,4-di-hidróxi-benzenopropanoico) e, opcionalmente, sais deste, tais como sais metálicos alcalinos.[085] A presente invenção, particularmente, refere-se a formulações aquosas que incluem pelo menos um composto reativo, ativador de branqueamento, e base inorgânica; e que permite a formulação ser pré-misturada e empacotada como um sistema de kit de uma ou duas partes. A composição acidulante pode ser liberada em uma ampla variedade de formas de realização, incluindo, mas não limitada a, espumas, pulverizadores, líquidos, géis, névoas, aerossóis, etc.[086] Em um aspecto, um método, composição ou kit da presente invenção compreende uma quantidade de bissulfato de sódio de cerca de 1,25 % a cerca de 25 % (p/v). Em um aspecto, um método, composição ou kit da presente invenção compreende uma quantidade de ácido cítrico de cerca de 1 % a cerca de 5 % (p/v). Em um aspecto, um método, composição ou kit da presente invenção, uma quantidade de ácido láctico pode ser de cerca de 0,4 % a cerca de 20 % (p/v). Em um aspecto, um método, composição ou kit da presente invenção, uma quantidade de alquil (preferivelmente C8) glicosídeo pode ser de cerca de 0,2 % a cerca de 10 % (p/v). Em um aspecto, um método, composição ou kit da presente invenção, uma quantidade de ácido tânico pode ser de cerca de 0,1 % a cerca de 15 % (p/v). Em um aspecto preferido da presente invenção, um método, composição ou kit da presente invenção compreende uma quantidade de ácido cítrico de cerca de 0,1 % a cerca de 5 % (p/v), uma quantidade de ácido láctico de cerca de 0,4 % a cerca de 20 % (p/v), uma quantidade de alquil (preferivelmente C8) glicosídeo de cerca de 0,2 % a cerca de 10 % (p/v), e uma quantidade de ácido tânico de cerca de 1 % a cerca de 15 % (p/v).[087] O método e/ou composição da invenção podem ser usados para tratar uma variedade de safras, especialmente safras alimentares, selecionadas a partir do grupo que consiste de beterraba, feijão, pepino, berinjela, pepino, batata e tomate. O método, composição e/ou kit são considerados ser, especialmente, vantajosos para o tratamento de safra de batatas e/ou tomates.[088] A invenção será agora ilustrada por via de exemplo apenas.Exemplo 1Formulação pHCPFormulação p (p/v):Bissulfato de sódio: 1,25 % a 25 %Ácido Cítrico: 0,1 % a 5 %Ácido Láctico: 0,4 % a 20 %Alquil Glicosídeo C8: 0,2 % a 10 %Ácido Tânico: 0,1 % a 15 %Exemplo 2Formulação pHCP1.Sal acidificado - Hidrogenossulfato de sódio (NaHSO4), Bissulfato de sódio 0,5 % a 25 %2.Ácido Láctico 0,5 % a 10 %3.Ácido Eritórbico 0,5 % a 10 %4.Eritorbato de Sódio 0,5 % a 10 %5.Ácido Succínico 0,1 % a 2 %6.Alquil Glicosídeo C8 2 % a 10 %7.Ácido Tânico 1 % a 15 %8.Ácido Ascórbico 1 % a 20 %9.Ácido Rosmarínico 0,25 % a 1 %Exemplo 3Experimentações de Campo para evitar a Infestação de Phytophthora Infestans em Salsa e Batatas:Depois de pesquisar os prós e contras do uso de fungicidas disponíveis é evidente que os agricultores/produtor de safras de vegetais, em particular, batatas e tomates desejam um produto que é:1.Seguro e simples de lidar - sem fumos liberados, nenhum odor ruim facilitando um ambiente de trabalho mais seguro e saudável.2 Fornece uma barreira contra infestação de fungos e micro-organismos potencial para fornecer proteção a longo prazo durante o fase de desenvolvimento e crescimento de vegetais.3.Rentável4.Biodegradável5.Não existe efeito nas propriedades organolépticas e sensoriais da Pré e Pós-Colheita de vegetais com qualquer perda em valor nutricional.6.Não contêm biocidas ou antibióticos sintéticos.7.Não-mutagênico8.Não-lacrimatório9.Facilmente dispersável[089] Um produto foi formulado para proceder especificamente como uma barreira contra os fungos Phytophthora. Depois de uma série de experimentações de estufas de sucesso, decidiu-se realizar uma Experimentação de Campo para determinar sua eficácia contra Phytophthora Infestans. A experimentação foi planejada para O método foi testar contra plantas de safra muito sensível e batata.NATRApHASE® pHCP foi formulado como:Ingrediente % de Faixa de Concentração (p/p)Hidrogenossulfato de Sódio 10 - 40Ácido Láctico 5 - 20Ácido Cítrico 2 - 15Glicosídeo tensoativo 5 - 20As 2 plantas escolhidas foram:1.Salsa porque ela é uma safra muito sensível e2.Batata porque ela é uma safra que é tratada regularmente (em média 10 a 15 vezes por temporada para o controle de Phytophthora Infestans).[090] Todos os testes foram feitos em situações práticas em campos abertos em grandes parcelas de vários acres. Nenhuma fito-toxicidade foi evidente dentro do teste de área plantada de salsa e batatas.Experimentação (1): Tratamento Preventivo (Nenhuma presença de infestação)[091] As safras de salsa e batatas foram pulverizadas com NATRApHASE® pHCP igual a 1 litro por hectare. Ao longo da temporada, 8 tratamentos foram feitos. Não havia nenhum sinal de infecção de Phytophthora Infestans e a proteção foi ativa até a colheita. Os tubérculos foram sinal de efeitos colaterais a partir do tratamento. As folhas permaneceram saudáveis sem nenhum sinal de clorose.Experimentação (2): Tratamento Corretivo (Primeira evidência de presença de infestação)[092] As safras de salsa e batatas foram pulverizadas com NATRApHASE® pHCP igual a 2 litros por hectare. Ao longo da temporada, 12 tratamentos foram feitos. NATRApHASE® pHCP interrompeu o crescimento da infecção de Phytophthora Infestans e preveniu ainda a infestação até a colheita. Os tubérculos foram saudáveis sem nenhum sinal de efeitos colaterais a parti do tratamento. As folhas permaneceram saudáveis sem nenhum sinal de clorose.Experimentação (3):[093] Na temporada de 2012, o produto foi aplicado por agricultores e os resultados foram/são muito positivos.[094] É também um grande interesse dos agricultores orgânicos, para os quais, parecem ser uma das raras possibilidades restantes de controlar a doença.Conclusão:1.Estas experimentações indicam fortemente a eficácia de NATRApHASE® pHCP como uma alternativa segura e fácil de usar a fungicidas atuais disponíveis inibindo a infecção fúngica.2.É muito importante começar o tratamento logo que a presença de fungos é evidente - quando os primeiros sintomas são visíveis. Com base em dados históricos, o tratamento deve talvez ser aplicado antes de ocorrer a infecção fúngica.3.A pulverização necessita ser feita em uma maneira ordenada assegurando que a cobertura é uniformemente gerenciada.4.A experimentação demonstrou que NATRApHASE® pHCP é um produto muito seguro de usar, fácil de preparar por manipuladores e rentável em comparação com os fungicidas mais sofisticados disponíveis no mercado.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo por descumprimento

#8.11

Em virtude do arquivamento publicado na RPI 2426 de 04-07-2017 e considerando ausência de manifestação dentro dos prazos legais, informo que cabe ser mantido o arquivamento do pedido de patente, conforme o disposto no artigo 12, da resolução 113/2013.

31/10/2017

RPI 2443

Retificação da notificação da fase nacional - PCT

#1.3.1

Retificação do despacho 1.3 publicado na RPI nº 2424 para inclusão da informação que tal despacho referiu-se a publicação automática da admissibilidade da fase nacional depositado via PCT . Tratado de cooperação em matéria de Patentes, conforme Instrução Normativa nº 02, de 06/06/2017 publicada na RPI nº 2422, de 06/06/2017.

25/07/2017

RPI 2429

Arquivamento por falta de pagamento

#8.6

Referente à 4ª anuidade.

04/07/2017

RPI 2426

Notificação de entrada na fase nacional - PCT

#1.3

Publicação automática da admissibilidade da fase nacional depositado via PCT . Tratado de cooperação em matéria de Patentes, conforme Instrução Normativa nº 02, de 06/06/2017 publicada na RPI nº 2422, de 06/06/2017.

20/06/2017

RPI 2424

Alteração de dados cadastrais

#1.1

21/10/2014

RPI 2285

Monitoramento de patentes

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