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Dado oficial do INPI

DISPOSITIVO DE IMOBILIZAÇÃO DE PACIENTES PARA IMOBILIZAÇÃO EM POSIÇÃO PRONADA

Arquivada/ExtintaPatente de InvençãoPCT · EP2013055492

Dados do pedido

Número

112014023121

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

15/03/2013

Publicação

20/06/2017

PCT

EP2013055492

Andamento no INPI

  1. Depósito15/03/13
  2. Publicação20/06/17
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 07/07/2020. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

C. L. (pessoa física)

BE

U. L. (pessoa física)

BE

Inventores

P. C. (pessoa física)

BE

Dados técnicos

Classificação IPC

Prioridades unionistas

EP

12160081.1 · 19/03/2012

EP

12189876.1 · 25/10/2012

Resumo técnico

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITIVO DE IMOBILIZAÇÃO DE PACIENTES PARA IMOBILIZAÇÃO EM POSIÇÃO PRONADA".Campo da Invenção[001] A presente invenção refere-se a um dispositivo de imobilização de pacientes que repetidamente posiciona um paciente para um tratamento de irradiação nos tecidos no seio. Mais especificamente, relaciona-se a um dispositivo de suporte e imobilização de paciente para colocar o paciente em posição pronada para irradiar seios.Antecedentes da Invenção[002] A terapia por radiação tem um importante papel no tratamento de câncer dos seios. Dispositivos para posicionar pacientes de maneira precisa e imobilizada são frequentemente usados para tratar pacientes usando terapia por radiação ionizante. Para controlar a aplicação de dose de radiação a áreas específicas de um paciente, é necessário posicionar precisamente o paciente, e garantir que ele não se mova durante aplicação da terapia.[003] O tratamento de terapia por radiação pode ser aplicado na posição supinada, isto é, onde o paciente fica deitado de costas com o rosto voltado para cima, e, ao contrário, na posição pronada, isto é, onde o paciente fica deitado de frente com o rosto voltado para baixo. A posição de paciente corrente para terapia por irradiação para câncer dos seios é a posição supinada, especialmente para o caso de radiação de nódulos supra-claviculares.[004] No entanto, efeitos colaterais crônicos e agudos são relacionados ao tratamento na posição supinada. O paciente pode vir eventualmente a desenvolver doenças agudas e crônicas no campo de radiação. O próprio seio pode vir a desenvolver edemas, dermatites, telangiectasia, ulceração ou fibrose de pele, com resultados cosméticos indesejáveis. Ademais, a sobre-exposição da área torácica, em alguns casos, pode causar complicações pulmonares, incluindo doenças cardíacas, isquêmicas, pneumonites, e fibrose pulmonar. [005] Recentemente, dispositivos de imobilização para pacientes na posição pronada têm sido propostos, que, tipicamente, consistem de uma tábua provendo uma área de recorte, que dá acesso ao seio a ser tratado. No entanto, os suportes para imobilizar pacientes presentemente conhecidos apresentam diversos problemas.[006] A adaptabilidade à anatomia individual é limitada, não permitindo ajustes para atender variações no comprimento de braço e/ou amplitude de movimento, assim como posição de encosto para cabeça e cotovelos. [007] Adicionalmente, tais sistemas, usualmente, são montados em uma única peça, criando uma estrutura não ajustável e pesada, e, usualmente, por conseguinte, adequada apenas para um único aparelho de irradiação.[008] Por conseguinte, é altamente desejável dispor de um dispositivo e processo que permita um posicionamento preciso e rápido do paciente, e que seja compatível com um número de diferentes dispositivos de imageamento e irradiação, e que ademais seja fácil de manusear e operar, assim como permitir otimizar o planejamento e homogeneidade da dose no região alvo, para minimizar os efeitos colaterais do tratamento.[009] Ademais, seria altamente desejável ampliar o espaço de tratamento, que corresponde à região a ser tratada (tórax/ seio), para prover maior grau de liberdade para angulação do feixe, incluindo orientações planares e não planares.[0010] A presente invenção supera estes problemas provendo um dispositivo suporte durável que imobiliza o paciente, e provê uma ajustabilidade precisa, eficiente, e repetitiva de uma posição pronada para o paciente.Sumário da Invenção[0011] Por conseguinte, a presente invenção relaciona-se a um dispositivo de imobilização de paciente, que posicione um paciente na posição pronada para irradiar os seios, compreendendo: um módulo cefálico, para suportar cabeça e extremidades superiores do paciente; um módulo torácico, para suportar o tórax do paciente, e conformado para permitir que pelo menos um seio se estenda sob o módulo torácico, e um módulo caudal, para suportar a pélvis e extremidades inferiores do paciente; sendo que o módulo cefálico opcionalmente destacável é acoplável ao módulo torácico; sendo que o módulo torácico é opcionalmente destacável e acoplável ao módulo torácico; sendo que o dispositivo combinado é indexado pivotalmente em torno de um eixo crânio-caudal de um paciente e adaptável para ser fixado reproducivelmente a uma mesa de tratamento de um paciente.[0012] A presente invenção é ajustável de modo único e capaz de posicionar repetidamente um paciente imobilizando sua cabeça, ombros, e torso confortavelmente na posição pronada, enquanto provendo acesso à região a ser irradiada, e, o ao mesmo tempo, também minimizando a exposição do tecido à radiação.[0013] O dispositivo, de acordo com a invenção, vantajosamente consiste de diversos módulos diferentes que são interconectados e indexados em torno de um eixo crânio-caudal F de um paciente.[0014] Um sistema mecânico no nível da parte caudal e no nível da parte cranial garante a rotação do eixo crânio-caudal do dispositivo.[0015] A posição do dispositivo pode ser alterada, preferivelmente, em conexão com uma barra de dois pinos, compatível com a maior parte das mesas de tratamento presentemente empregada.[0016] Vantajosamente, a adaptação do dispositivo a pacientes de diferentes tamanhos pode ser provida por suportes no módulo cranial, dispostos sob a parte superior do corpo, que podem ser ajustados às necessidades individuais de um paciente, ou por um suporte no módulo caudal sob a parte inferior do corpo.[0017] A forma e densidade da parte torácica do dispositivo, preferivelmente, são otimizadas para tratamento, liberando ao máximo a área de interesse, enquanto suportando a parte do tórax do paciente sem deformá-la, de maneira que a forma resultante se torne incompatível com o tratamento.[0018] Para obter uma rotação sem deformação, os inventores descobriram um meio para transferir forças por meio de um eixo de sincronização que garante uma corrotação entre sistemas de rotação mecânica entre a parte cranial e caudal do dispositivo, daí evitando o problema com dispositivos tradicionais, onde o módulo torácico, tipicamente, não se mostra capaz de transferir a força de rotação mecânica entre o módulo cranial e módulo caudal.[0019] O eixo de sincronização, preferivelmente, transfere as forças de rotação da parte rotativa caudal para a parte rotativa cranial.[0020] Em uma modalidade particularmente preferida, um sistema de conexão rápida pode destravar a parte rotativa cranial e parte rotativa caudal, uma vez estas partes ativadas e posicionadas; sendo que, com o eixo de sincronização recuado, a parte rotativa caudal e a parte rotativa cranial são travadas. O dispositivo, então, vantajosamente, fica travado na posição desejada.[0021] Como medida de segurança, preferivelmente, o operador é impedido de engatar o movimento rotacional, uma vez que o eixo de sincronização garante que a corrotação não esteja ativada.[0022] Em uma modalidade preferida do dispositivo da presente invenção, o movimento rotacional é engatado com as mãos no nível da parte caudal.[0023] O movimento rotacional preferivelmente permite a rotação de um paciente em torno de um eixo crânio-caudal F de um ângulo de -10º a + 10º, mais preferivelmente -8º e +8º, ainda mais preferivelmente de -6º a +6º, e o mais preferível de -5º a +5º. Conquanto a indexação exata não seja crítica, o movimento rotacional preferivelmente é feito em incrementos de 1º. [0024] Os módulos são opcionalmente fixados adaptavelmente e indexados entre si, para se ajustarem à anatomia do paciente, e provêem uma posição confortável para o paciente durante o tratamento. O termo "posição confortável", como usado nesta, deve ser entendido como a posição em que o paciente sustenta uma particular posição pronada no dispositivo, essencialmente sem experimentar dor ou desconforto, em conseqüência da pressão exercida pelo ponto de contato do dispositivo, por um período de tempo suficiente para receber o tratamento de radiação. Ademais, o dispositivo permite imobilização do paciente, de qualquer tamanho, de modo confortável e reproduzível.[0025] O dispositivo da presente invenção é preferivelmente adaptável a maior parte das tabelas de tratamento comercialmente disponíveis.[0026] O módulo cefálico preferivelmente compreende: (i) uma estrutura base; (ii) um descanso para cabeça, adaptavelmente afixado à estrutura base; e (iii) um par de alavancas, adaptavelmente afixadas à estrutura base, e que podem ser montadas de modo totalmente ajustável na placa base. O módulo cefálico imobiliza a cabeça e braços do paciente com encosto de cabeça e apoio de braços, sendo que a cabeça se apóia no encosto de cabeça, preferivelmente um suporte para testa e queixo. O descanso de cabeça preferivelmente deve ser ajustável, para atender os diversos tamanhos de cabeça. Sem se limitar a nenhuma teoria em particular, acredita-se que o ajuste do descanso de cabeça, mais especificamente um suporte de testa, é requerido para reduzir o desconforto no ponto de pressão do esterno. [0027] O módulo cefálico adicionalmente preferivelmente compreende meios para suportar os braços pelos cotovelos. Um paciente, vantajosamente, pode usar barras de mão, preferivelmente indexados e totalmente ajustáveis a sua anatomia.[0028] A porção do módulo torácico suporta o tórax do paciente, e deixa o seio livre para ser tratado, separado do resto do corpo. O módulo torácico compreende uma estrutura de tábua, compreendendo uma seção cortada na altura dos seios. A estrutura de tábua pode ser ligeiramente curvada, mas essencialmente reta. A seção cortada provê um espaço aberto para permitir o melhor tratamento para o seio. A seção cortada é conformada de modo que o seio a ser tratado passe através da seção cortada.[0029] O lado contralateral do tórax do paciente é suportado por uma tábua reta ou ligeiramente curvada que é preferivelmente almofadado com material de almofada adequado, tal como espuma de poliuretano flexível, para prover um suporte confortável para o tórax do paciente. A almofada é preferivelmente selecionada de modo a minimizar a pressão exercida sobre o esterno do paciente. A curvatura da tábua é preferivelmente uma curvatura que suporte completamente o tórax do paciente, sem precisar empregar cintas, no entanto, mais preferivelmente, a tábua deve ser reta. Isto permite que o paciente fique relaxado, melhorando a reproducibilidade ao longo do processo de simulação e tratamento. A forma e densidade do módulo torácico, particularmente em sua seção de espaço aberto, são otimizadas com vista ao tratamento, no entanto, provendo suporte para o tórax do paciente sem deformar o módulo durante o tratamento.[0030] Em uma modalidade preferida, de acordo com a presente invenção, um eixo de sincronização tem sido usado para transferir forças, e evitar tal deformação do módulo durante o tratamento. O eixo de sincronização melhora a resistência mecânica do módulo torácico e garante a corrotação entre o módulo torácico e o módulo cefálico. O eixo de sincronização preferivelmente fica posicionado sob o módulo. O eixo de sincronização torna o dispositivo combinado totalmente seguro, particularmente durante a rotação crânio-caudal do paciente.[0031] O módulo caudal passivamente suporta a pélvis e extremidades inferiores do paciente. O módulo caudal preferivelmente provê uma inclinação gradual, que estabiliza o paciente contra rolamento lado a lado. Suportes adicionais preferivelmente podem ser disponibilizados para os joelhos e tornozelos do paciente e prover um conforto adicional para as articulações.[0032] Com os diferentes módulos montados, é crítico que o dispositivo combinado montado tenha suficiente estabilidade mecânica e gire em torno de do eixo crânio-caudal de maneira sincronizada. Tal estabilidade mecânica e movimentos sincronizados são providos na primeira modalidade com o eixo sincronizado na posição travada.[0033] Quando um feixe de alta energia é usado para irradiar o tumor, é crítico que o feixe atinja o tumor e não os tecidos vizinhos. Para atender este objetivo, com precisão aceitável, é crítico que o tecido do seio seja mantido em posição precisa e fixa, sem nenhuma possibilidade de movimento. A imobilização do paciente opcionalmente pode ser melhorada, posicionando uma máscara de folha termoplástica, e usada, por exemplo, no nível lombar do paciente.[0034] Uma imobilização reproduzível é essencial para um campo de tratamento mais justo e conformado. Posicionando e reposicionando com precisão o paciente, um feixe de alta energia pode ser repetidamente aplicado a um tumor. Isto permite que uma dose maior de radiação seja aplicada ao volume do tumor, sem, contudo, afetar o tecido saudável.[0035] Os depositantes da presente invenção surpreendentemente descobriram que isto pode ser conseguido inclinando ou pivotando o paciente em relação ao eixo central do corpo do paciente, para melhorar adicionalmente o posicionamento do paciente, para prover o tratamento de maneira reproduzível e precisa.[0036] Por conseguinte, o dispositivo é vantajosamente pivotalmente indexado em torno do eixo crânio-caudal do paciente. O eixo crânio-caudal é o eixo central que vai da cabeça aos pés do paciente. O dispositivo de imobilização de paciente da presente invenção provê um suporte de cabeça ombros e torso, que é adaptável a maior parte das tabelas de tratamento comercialmente disponíveis, facilmente ajustável, e provendo uma excelente repetibilidade, enquanto permite inclinar o paciente em torno do eixo crânio-caudal, para adicionalmente direcionar seletivamente a radiação.[0037] Preferivelmente, o dispositivo da invenção, pelo menos na área de irradiação, isto é, nas áreas adjacentes à fonte de radiação, deve ser feito de um material radiolucente. A radiolucência é altamente desejável, uma vez que, na terapia por radiação, partes metálicas podem facilitar a dispersão de radiação elástica e inelástica, assim como fluorescência, que pode expor o paciente a uma radiação desnecessária.[0038] Conquanto o uso de metais possa causar exposição indesejável a uma fonte de radiação, o uso de metais também reduz a dose de radiação desejada destinada à área pretendida, devido a sua maior absorção de radiação, em comparação com materiais compósitos de polímero e fibra de carbono, preferivelmente empregados no dispositivo da presente invenção.[0039] Assim, o dispositivo preferivelmente deve ser feito, pelo menos em parte, a partir de um material compósito polimérico, tal como material cito de fibra de carbono e resinas termocuráveis, tal como resinas epóxi e/ou poliéster. Mais preferivelmente, os módulos para o dispositivo de imobilização da presente invenção podem ser essencialmente inteiramente feitos a partir de componentes não metálicos, para prover radiolucência.Breve Descrição dos Desenhos[0040] Deve ser entendido que as dimensões das diversas partes podem variar em relação àquelas mostradas nos desenhos, e que os desenhos são apresentados meramente em caráter exemplar. As formas e dimensões precisas da presente invenção podem ser alteradas sem sair do objeto da presente invenção. Ademais, o arranjo e desenho específico também podem ser alterados sem sair do escopo da invenção. [0041] A Tabela 1 mostra os termos e números de referência relevantes empregados nas Figuras 1 a 3 e 6 a 9, a Tabela 2 mostra os eixos de inclinação possíveis, e por fim a Tabela 3 mostra os termos e números de referência relevantes empregados nas Figuras 4a, 4b, 5, e 10 a 12. As Figuras 1 a 12 ilustram uma ou mais configurações da presente invenção. A Figura 1a mostra uma representação tri-dimensional do dispositivo. A Figura 1b mostra o mesmo dispositivo com eixos móveis para uma posição ergonômica do paciente. As Figuras 2, e 3 mostram representações tri-dimensionais de configurações preferidas de módulos e/ou dispositivos. As Figuras 4a e 4b mostram um mecanismo autotravante para movimento rotacional. A Figura 5 ilustra uma vista tri-dimensional de um módulo torácico preferido, mostrando uma modalidade preferida do sistema de rotação. As Figuras 6 a 9 são representações em seção transversal do sistema pivotante sincronizado preferido. A Figura 10 mostra uma vista tri-dimensional de um módulo caudal preferido, mostrando uma modalidade preferida do sistema de rotação. As Figuras 11a e 11b mostram representações em seção transversal de uma conexão preferida do eixo de sincronização com o mecanismo corrotacional e de liberação rápida, onde a Figura 11a mostra uma posição autotravante e a Figura 11b a posição travada e corrotacional. A Figura 12 mostra uma representação tri-dimensional de um dispositivo preferido, compreendendo um módulo cefálico, e módulo torácico e cefálico combinado, onde os módulos são conectados pelo eixo de sincronização corrotacional.Tabela 1: Lista de termos e números de referênciaNo de ReferênciaTermo1Dispositivo2Módulo cefálico3Módulo torácico4Módulo caudal5Descanso de cabeça6Descanso para mãos7Base8Acionador/ trava pivotal primária9Eixo/ eixo geométrico de sincronização10Acionador/ trava pivotal secundária11Descanso para os cotovelos12Sistema de liberação rápida13Barra de alinhamento14Engrenagem15Alavanca dentada16Mesa de tratamento17Cremalheira curvada 18Alavanca articulada19Manete de operador carregado com mola20Came21Ranhura22Elemento de travamento23Elemento de travamento24Elemento de travamento25Placa base26Suporte de queixo27Suporte de testaTabela 2: Lista de eixos móveis para posição confortável Eixos móveis para conjuntos ergonômicosConjunto ErgonômicoDispositivoEixo para mover o dispositivoEixo de interconexãoTodos os módulosTodosFFSuporte de braço Suporte de mãosAESuporte de cotovelo BSuporte de braçosESuporte de cabeça QueixoFixoATestaA/CTabela 3:Nº ReferênciaTermo1Dispositivo2Módulo Cefálico3Módulo Torácico4Módulo Caudal5Suporte Inclinável cefálico6Suporte mecanismo cefálico 7Suporte de mecanismo caudal8Suporte inclinável caudal9Pega do operador10Eixo de corrotação11Trava de módulo torácico12Braço de trava de módulo torácico 13Suportes indexáveis de braço 14Suportes indexáveis de mãos 15Suportes indexáveis de cotovelos 16Suporte indexável de testa 17Suporte de queixo 18Suportes indexáveis de tornozelos 19Mesa de tratamento20Gatilho do sistema de inclinação21Alavanca de trava de pinhão dentado traseiro 22Tava de pinhão dentado traseiro23Cremalheira curvada traseira 24Rodas suporte de inclinação25Mecanismo de liberação rápida 26Trava de pinhão dentado frontal 27Cremalheira curvada frontal 28Suporte de rodas frontal 29Alavanca de trava de pinhão dentado frontal 30Pistão de travamento deslizante de liberação rápida 31Ponta de pistão de travamento deslizante de liberação rápida32Mola de compressão33Pistão de travamento de esferas34Esferas de travamento 35Tubo de pinhão36Chaves de eixo de corrotação 37Anel de trava de encosto38Ranhuras de tubo de pinhão para corrotaçãoDescrição Detalhada da Invenção[0042] O dispositivo de acordo com a invenção é preferivelmente adaptável para ser reproducivelmente fixado a uma mesa de tratamento.[0043] Na Figura 1, o dispositivo de imobilização de paciente é preferivelmente compreende diferentes módulos interconectados arranjados para girar em torno de um eixo longitudinal1 ou eixo crânio-caudal de paciente F. O dispositivo é arranjado também para prover uma posição confortável e ergonômica para o paciente durante o tratamento. Preferivelmente, os módulos são fixados adaptavelmente e indexados entre si para se ajustarem à anatomia do paciente.[0044] O dispositivo é vantajosamente pivotalmente indexado em torno de um eixo crânio-caudal do paciente F. O dispositivo preferivelmente compreende um sistema de corrotação para controlar o movimento pivotal de pelo menos o módulo cefálico e módulo torácico. O paciente, uma vez colocado no dispositivo, pode ser inclinado vantajosamente em certo ângulo por meio de um subsistema que atua em todo o dispositivo de imobilização de paciente. Os depositantes desta descobriram que isto leva a um distanciamento adicional do seio tratado em relação ao resto do corpo, e, em particular, descobriram que isto é particularmente útil para pacientes com seios pendulares.[0045] Para liberar a área de tratamento, tanto quanto possível, o elemento que cobre esta área preferivelmente tem uma seção de recorte reduzida. Em conseqüência, este elemento e sua interface mecânica com a estrutura adjacente podem ser deformados por uma carga durante o movimento de inclinação.[0046] Por conseguinte, para garantir o alinhamento adequado, o dispositivo vantajosamente compreende um sistema de sincronização, que controla a inclinação do dispositivo de imobilização de paciente, quando o dispositivo é movido, assim como mantém todo o sistema estável e bem alinhado na posição estática. O eixo de sincronização também permite conectar o módulo cefálico e módulo caudal, de maneira apropriadamente alinhada. Aqui, este conceito é chamado "sistema de corrotação", e preferivelmente compreende um número de elementos. O sistema de corrotação compreende: a) pelo menos uma trava primária e pelo menos uma trava secundária; e b) pelo menos um elemento de sincronização, que controla e coordena o movimento da trava primária e trava secundária. [0047] A trava primária preferivelmente inclui uma interface com operador, para permitir que o operador mude inclinação do paciente manualmente. A segunda trava é preferivelmente movida pelo movimento da trava primária através do elemento de sincronização, que vantajosamente tem a forma de eixo de sincronização.[0048] O eixo crânio-caudal de paciente F pode correr vantajosamente ao longo do paciente diretamente, ou, preferivelmente, ser deslocado para uma posição paralela sob o paciente. Esta última situação permite colocar o mecanismo de pivotamento sob o paciente e ser desconectado e removido em repouso em uma posição que convenientemente não interfira com o equipamento de radiação e/ou escaneamento. Em qualquer dos casos, o dispositivo permite colocar o paciente em uma posição angulada em relação à posição pronada em torno do eixo de crânio-caudal de paciente F.[0049] O dispositivo adicionalmente preferivelmente compreende uma estrutura suporte, que guia o movimento pivotal de pelo menos módulo cefálico ou módulo torácico.[0050] Sistemas de travamento, como "trava primária" e "trava secundária", assim como um ou mais elementos chamados "eixo de sincronização", interconectam diferentes sistemas de trava e mecanicamente suportam estruturas que guiam movimento de inclinação do dispositivo de imobilização. Conquanto a trava primária preferivelmente possa ter uma interface humana para permitir que o operador mude a inclinação do paciente manualmente, a trava secundária preferivelmente não é controlada pelo operador. O sistema de travamento preferivelmente trava nas posições de neutro (0o) e inclinada, de maneira mecanicamente segura. Na área de tratamento, o eixo de sincronização pode ser removido para melhorar o desempenho de imageamento/ tratamento. Quando da remoção do eixo de sincronização, as travas estão engatadas, e não podem ser liberadas, então, para mover o sistema, o eixo de sincronização deve estar no lugar.[0051] O dispositivo, preferivelmente, tem a capacidade de angular toda tábua de -10º a +10º, mais preferivelmente 0o a -6º. A ação pivotal é preferivelmente indexada em incrementos de 1º. O sistema de angulação ou pivotamento preferivelmente será completamente incorporado no sistema para evitar o uso desnecessário de ferramentas mecânicas suplementares, e assim reduzindo peso.[0052] Para otimizar o posicionamento do paciente, de maneira ergonômica e repetitiva, o dispositivo adicionalmente compreende um suporte de encosto de cabeça (5), um suporte de apoio para os braços (6), um suporte de apoio para os cotovelos (11), que são arranjados para se mover independentemente ao longo de seu respectivo eixo (A a E). Como ilustrado na Figura 1b, o suporte de descanso para as mãos (6) é arranjado para se deslocar ao longo do eixo A; e o suporte de descanso para cotovelo (11) é arranjado ao longo do eixo longitudinal (B). Ambos conectados a uma placa de base, também chamada suporte de braço (25), que se desloca ao longo do eixo (E).[0053] O suporte de encosto de cabeça compreende um suporte ergonômico para testa (27) e um suporte ergonômico para queixo (26). O suporte para queixo e suporte para testa são arranjados para se moverem independentemente um do outro ao longo dos eixos A e C e girarem em torno do eixo D.[0054] Em uma modalidade preferida, o suporte de descanso para mãos (6) e suporte de descanso para cotovelos (25) são suportes deslizantes acoplados a um suporte de braço deslizante, e o suporte braço (25) pode se mover ao longo do eixo E.[0055] As Figuras 2a e 2b representam um exemplo de modalidade de acordo com a presente invenção, onde o dispositivo de imobilização compreende três módulos interconectados.[0056] Ambos módulos - cefálico e caudal - são interconectados através do eixo de sincronização e módulo torácico na Figura 2a. Em tal modalidade travada, a rotação do paciente pode ser engatada para melhorar ainda mais o posicionamento para o tratamento. O eixo de sincronização pode ser adicionalmente desconectado, como na Figura 2b, para permitir o tratamento do seio.[0057] A Figura 2c mostra um conjunto de dispositivo de imobilização, em particular como o módulo torácico é interconectado com módulo cefálico e módulo caudal.[0058] A Figura 2d mostra a conexão do módulo caudal com módulo cefálico com um eixo de sincronização. O eixo de sincronização transfere as forças de rotação do módulo rotativo caudal para módulo rotativo cefálico. O eixo de sincronização pode ser facilmente desconectado, graças a um sistema de conexão rápida.[0059] O eixo de sincronização pode ser recuado, mas todos os módulos - módulo cefálico, módulo torácico e módulo caudal - permanecem travados. O dispositivo de imobilização combinado permanece travado nesta posição. Nenhuma rotação sendo possível neste estágio. Como medida de segurança, o operador não pode engatar um movimento de rotação com o dispositivo, já que o eixo de sincronização, que gera rotação, não está engatado.[0060] A Figura 3 mostra um exemplo de módulo cefálico, incluindo suporte de descanso para cabeça, suporte para descanso para mãos, e suporte de descanso para cotovelos, posicionado em um suporte de braço deslizante.[0061] As Figuras 4a e 4b mostram uma modalidade particularmente preferida de uma trava de rotação autotravante. A Figura 4 mostra a posição destravada, com a inserção do eixo de sincronização, e a Figura 4b mostra a posição travada com a remoção do eixo de sincronização.[0062] A Figura 5 descreve uma vista tri-dimensional de um módulo torácico preferido, mostrando uma modalidade preferida do sistema de rotação.[0063] Duas barras de alinhamento (13) são providas (nos níveis de porção cefálica e torácica). [0064] A Figura 6 representa configurações preferidas do dispositivo da presente invenção para uso com paciente na posição pronada, especificamente para trava/ acionamento primária do elemento pivotante sincronizado. Aqui, o eixo de sincronização (9) transfere a rotação entre diferentes módulos suportes do dispositivo de imobilização de paciente. O eixo de sincronização (9) pode deslizar ao longo de seu eixo central e as posições de engate coincidem com trava primária (8) e trava secundária (10). Para liberar a trava primária, o operador maneja o manete (19). Pegando o manípulo, o operador pode mudar o ângulo de inclinação do dispositivo de imobilização de paciente em dois sentidos (horário e anti-horário) quer puxando/ empurrando o manete. Uma cremalheira curvada (17) é afixada à mesa de tratamento (16).[0065] A Figura 7 representa uma modalidade preferida do dispositivo da presente invenção para uso com o paciente na posição pronada, especificamente em uma vista lateral da trava/ acionamento secundário ligado ao primeiro acionamento pelo eixo de sincronização (9). Aqui, a alavanca dentada (15) e cremalheira curvada (17) são ligadas ao eixo de sincronização (9). A cremalheira curvada (17) é afixada à mesa de tratamento (16). [0066] A Figura 8 mostra uma vista em seção transversal de uma modalidade de interconexão entre trava primária. Aqui, se o eixo de sincronização (9) não estiver engatado, a seção de tubo do eixo de sincronização bloqueia a alavanca dentada (15) baixada, que trava o mecanismo de corrotação.[0067] Com o eixo de sincronização (9) engatado, como descrito na Figura 8, é provido um recesso na seção de eixo na alavanca de pinhão dentado (15), que permite ativar a alavanca (15) para cima pelo manete do operador, carregado com mola (19). [0068] Com o eixo corrotacional (9) não engatado, o operador não pode desengatar o sistema de corrotação. O movimento de corrotação é feito por chaves (cames) (20) fixadas no eixo de sincronização (9) entrando nas ranhuras do tubo de pinhão (21).[0069] Em uma modalidade, o operador ativa um manete carregado por mola (19) que move alavanca articulada (18), que ergue uma alavanca dentada (15), que, assim, desengata da cremalheira curvada (17). A cremalheira curvada faz parte do suporte estrutural do dispositivo de imobilização de paciente e fica encima da mesa de posicionamento de paciente (16) ou equipamento similar. Uma engrenagem (14) transmite a rotação gerada pelo deslocamento ao eixo de sincronização (9). Como segue, desde que o operador segure o manete, a posição de inclinação não pode mudar. Uma vez liberada, a alavanca articulada (18) faz a alavanca dentada (15) voltar para sua posição de travamento na cremalheira curvada (17). A geometria dos dentes da cremalheira corresponde a um degrau definido na inclinação, por exemplo, 1º por posição de dente. Com trava liberada, isto é, operador segurando o manete (19), o eixo de sincronização (9) não pode ser removido por causa de um elemento de travamento (22), inserido em uma ranhura (23) do eixo de sincronização, impedir o movimento de deslizamento do eixo. Consequentemente, com a trava engatada, isto é, o manete (19) liberado, a geometria do elemento de travamento (22) libera a ranhura do eixo de sincronização, permitindo que o operador deslize o eixo, e, ao mesmo tempo, impeça que o desengate da trava. O eixo de sincronização, na posição retraída, permanece na trava primária, a geometria (diâmetro) impede que a trava desengate através do elemento bloqueador (22). [0070] A Figura 9 representa como a trava secundária sem ação humana é controlada pela posição do eixo de sincronização (9) dentro da trava. Com o eixo não engatado, a alavanca dentada (15) é baixada por uma mola, travando o mecanismo de corrotação. Com o eixo (9) engatado, a forma da ponta do eixo move a alavanca dentada para cima, e destrava o mecanismo de corrotação em conexão com a trava primária. O movimento de corrotação é feito por chaves (cames) (20) fixadas no eixo (19), que entram nas ranhuras do tubo de pinhão (21).[0071] Em uma modalidade, a Figura 9 representa como a trava secundária tendo interface humana é controlada através da posição do eixo de sincronização (9) dentro da trava. Com o eixo inserido, uma engrenagem (14), e a cremalheira curvada (17) podem se mover livremente, e, assim, a posição de inclinação pode ser modificada pela manipulação do operador da trava primária, onde o movimento rotacional é transmitido através do eixo de sincronização (9). O eixo de sincronização faz interface com um elemento (23), que está diretamente montado na alavanca dentada (15). Este elemento tem uma parte (24) montada nele, a geometria do eixo de sincronização (9) posicionando a alavanca dentada, daí liberando o mesmo da cremalheira curvada (17). Quando o operador desliza o eixo de sincronização para fora da trava, a geometria do eixo move o elemento (14) para engatar a alavanca dentada (15) na cremalheira curvada (11), assim bloqueando sua posição. O movimento é controlado em ambos sentidos pela geometria de dois lados do elemento (14) que força o engate da engrenagem e cremalheira. Ao contrário, quando o operador recua, o eixo de sincronização na trava, a engrenagem é liberada. A parte (24) move a alavanca dentada (15) através do elemento (14), e a trava permanece liberada, desde que o eixo de sincronização (9) esteja no lugar. [0072] O eixo de sincronização preferivelmente tem um número de cames (2) disposto ao longo de sua periferia. Cada conjunto de cames é posicionado no eixo que corresponde à localização de diferentes travas primária e secundária. Os conjuntos de came ficam alinhados, garantindo que todas as travas fiquem engatadas, ao mesmo tempo, e no mesmo ângulo. Quando o operador move o eixo de sincronização para sua posição original, as travas primária e secundária se desengatam em paralelo, e, em conseqüência, todos os módulos do dispositivo de imobilização de paciente ficam bloqueados na mesma posição inclinada. Quando o operador torna a inserir o eixo de sincronização e cames nas ranhuras (21) nas diferentes engrenagens, também estas ranhuras ficam em um arranjo geométrico alinhado, como descrito, para garantir que não haja um conflito geométrico.[0073] A Figura 10 representa uma modalidade preferida adicional do sistema de rotação do módulo caudal.[0074] Uma vez que o eixo de corrotação (10) não esteja engatado na posição de corrotação, o tubo de seção de eixo bloqueia a alavanca de pinhão dentado (20) baixado, que bloqueia o sistema de corrotação. Com o eixo de corrotação (10) engatado, há um recesso no tubo de seção de eixo localizado na alavanca de pinhão dentado (21) que permite que a alavanca (21 seja ativada pelos gatilhos (20). Quando ativada, a alavanca de pinhão dentado (21) libera a trava de pinhão dentado (22) e o operador pode inclinar o sistema usando manetes (9).[0075] O movimento de corrotação é feito por chaves (cames) (36) fixadas no eixo (10) entrando nas ranhuras do tubo de pinhão (35). Assim que o operador libera o gatilho (20), a alavanca de pinhão dentado é automaticamente travada, bloqueando a posição de inclinação e mecanismo de corrotação. Quando desengata o eixo de corrotação (10) do mecanismo, a seção do tubo de eixo automaticamente bloqueia a alavanca de pinhão dentado que desativa os gatilhos (20) automaticamente. Um operador agora pode parar de inclinar a mesa. A posição de inclinação e mecanismo de corrotação estão bloqueados.[0076] Em uma modalidade preferida, como representada na Figura 11, o eixo de corrotação (10) é operativamente travado através de um mecanismo de esfera de liberação rápida, que permite as seguintes operações: no modo de corrotação, o eixo é travado ao longo de seu eixo, de modo que não possa ser removido, mas mantido firmemente no lugar por um conjunto de esferas (37) que se move em uma luva deslizante (29). A luva deslizante se encontra na posição avançada, de modo que nesta posição a trava de pinhão se encontra aberta. O eixo de corrotação move pinhão (30) através de chaves instaladas no eixo.[0077] Para liberar o eixo de corrotação (9), o movimento de recuo do eixo de corrotação faz recuar a luva deslizante (29), que trava o pinhão (30) através do came de trava de pinhão (30), movendo a trava de pinhão (28).[0078] Se a trava do pinhão (28) não puder ser travada, por exemplo, entre duas posições angulares indexadas na cremalheira (17), a luva deslizante (29) não poderá ser recuada, e o eixo de corrotação não será liberado até uma posição indexada ser alcançada.[0079] Quando uma posição indexada é alcançada, a luva deslizante (29) pode ser recuada. As esferas de travamento (37) chegam em um diâmetro maior no furo escalonado (33), daí liberando o eixo de corrotação (9). [0080] Durante a liberação do eixo de corrotação (9), a espiga da esfera (32) trava as esferas (37) em sua posição, assim impedindo qualquer movimento da luva deslizante (29) e consequentemente fixando a trava de pinhão (28).[0081] Com o eixo de corrotação não engatado, a corrotação não é possível. O sistema de corrotação libera: há cavidades no pistão de travamento deslizante (30) para as esferas de travamento (34). Quando o eixo de corrotação é removido, o pistão de travamento deslizante (30) se encontra na posição recuada. Se não pode recuar por causa do anel trava de encosto (37) e também não pode avançar por causa do pistão de travamento de esfera (33), as esferas de travamento (34) são mantidas na cavidade do tubo de pistão (35). Nesta posição, o pistão de travamento deslizante (31) mantém a alavanca de travamento de pistão dentado (29) baixada. A alavanca (29) controla o travamento do pistão dentado frontal (26), e, assim, o sistema é travado.[0082] Quando o eixo de corrotação (10) engata o pistão de travamento de deslizante (30), a cabeça do eixo comprime a mola (32) e move o pistão de travamento de esferas (33) que destrava as esferas.[0083] As esferas entram na ranhura de cabeça do eixo, e, então, o pistão de travamento deslizante (30) pode deslizar para frente, levado pela cabeça do eixo de corrotação através das esferas.[0084] Na posição avançada, a forma da ponta do pistão deslizante (31) permite liberar a alavanca de travamento de pistão dentado. Esta alavanca é erguida por mola, e ativa a trava de pistão dentado frontal (26) para cima, que destrava o mecanismo.[0085] O movimento de corrotação é feito por chaves de corrotação (26) que entram nas ranhuras do tubo de pistão (38).[0086] Travamento do sistema de corrotação: Quando removido, o eixo puxa o pistão de travamento de deslizante (30) através das esferas (34) ate as esferas serem retiradas da cavidade do tubo de pinhão (35) onde elas são mantidas pelo pistão de travamento de esfera (33).[0087] Nesta posição, a ponta do pistão de travamento deslizante (31) mantém a alavanca de trava de pinhão dentado frontal (29) baixada. Esta alavanca (29) controla a trava de pinhão dentado frontal (26), e, assim, o sistema é travado.[0088] O dispositivo preferido montado compreende módulo cefálico, módulo torácico, módulo caudal, sendo que o mecanismo preferido de travamento e sincronização está representado na Figura 12.[0089] No dispositivo, de acordo com a invenção, as porções dos módulos que adjacentes à fonte de irradiação durante tratamento são preferivelmente essencialmente radiolucentes. O material essencialmente radiolucente pode compreender um material compósito, preferivelmente um material compósito de carbono. Tal material mais preferivelmente não compreende partes metálicas nas porções dos módulos adjacentes à irradiação durante tratamento. As paredes de pelo menos a porção torácica são preferivelmente perfuradas, para prover uma área aberta.[0090] Os módulos são preferivelmente retráteis para permitir seu armazenamento ou transporte no modo retraído. O módulo cefálico, módulo torácico, e módulo caudal são ajustavelmente conectados por meios adequados para acoplar os três módulos. A conexão é tal que cada módulo tem meios para se acoplar ao módulo subsequente que é formado para receber um meio de fixação para conectar o módulo ao módulo subsequente.[0091] O módulo torácico preferivelmente tem furos, preferivelmente furos simétricos alinhados no lado que suporta um seio não tratado. A porção triangular na interface com esterno é preferivelmente adaptada à anatomia do esterno do paciente. Preferivelmente, deve ser almofadada com espuma, para permitir diminuir a distorção do feixe de planejamento CT.[0092] O dispositivo de imobilização de paciente da presente invenção pode preferivelmente ser afixado à maior parte das mesas de paciente padrão através de vários meios de fixação. O meio de fixação pode ser um dispositivo removível ou preferivelmente integrado à estrutura base através de meios apropriados, tal como furos e pinos, de modo a se ajustarem universalmente à maior parte das mesas de paciente comuns.[0093] O dispositivo de imobilização de paciente da presente invenção é ajustável de diversas maneiras. Primeiro, o dispositivo pode ser ajustado de modo a se ajustar à maior parte das mesas de tratamento de pacientes. Esta ajustabilidade provê completa flexibilidade em razão de o dispositivo da invenção ser auto-suportante e se ajustar à maior parte das mesas existentes. Não havendo necessidade de reformar ou acrescentar meios adicionais de fixação. O dispositivo de imobilização da presente invenção se ajusta a ambos os lados, e pode ser facilmente centrado em uma mesa de procedimento por causa de sua ajustabilidade em duas vias. O dispositivo, preferivelmente, é rapidamente e facilmente montado para formar uma estrutura rígida. O dispositivo montado, preferivelmente, então, é fixado na mesa de escaneamento ou tratamento através de perfurações padrão, disponíveis em todos os sistemas comerciais. Em uma modalidade preferida, duas barras de alinhamento são providas, mais preferivelmente no módulo cefálico e módulo torácico, para garantir posicionamento idêntico para um tratamento subsequente. O sistema, preferivelmente e essencialmente, é feito de compósitos de fibra de carbono e plásticos termo-curados, especialmente na área de tratamento.[0094] Os depositantes desta descobriram que, preferivelmente, o eixo de sincronização é removível uma vez tenha sido provida uma inclinação para módulo torácico e módulo cefálico. No entanto, o eixo de sincronização, se estiver estaticamente preso entre os dois módulos, pode levar a artefatos para aquisição de imagem e tratamento, sendo que este último potencialmente pode implicar em um risco aumentado de danos colaterais devido a uma exposição indesejável à radiação.[0095] Ademais, os depositantes desta descobriram que se o eixo for removido e os módulos desconectados pode haver uma torção entre os dois módulos. Conquanto isto apenas produza um pequeno desvio angular entre os dois módulos, isto pode resultar em imprecisões durante tratamento, daí reduzindo a eficácia do tratamento, enquanto aumenta os riscos para danos colaterais por radiação ao paciente. Por conseguinte, preferivelmente, o elemento de sincronização ou eixo de sincronização é reversivelmente removível para reduzir formação de artefato durante imageamento e/ou tratamento de um paciente. Mais preferivelmente, o sistema de corrotação ainda compreende um mecanismo autotravante, que imobiliza o movimento de corrotação dos módulos sincronizados com a remoção do elemento de sincronização. De novo, mais preferivelmente, os módulos rotacionalmente imobilizados podem ser destacados depois da remoção do elemento de sincronização, para permitir reproducibilidade da posição do paciente.[0096] Por conseguinte, a presente invenção também se relaciona a uma particular modalidade preferida, onde o eixo de sincronização é removível depois de o ângulo de inclinação tiver sido ajustado. E, mais preferivelmente, a remoção efetiva do eixo deve travar o mecanismo rotacional de um ou ambos módulos, evitando qualquer desvio do ângulo sincronizado e ajustado, devido a qualquer movimento do operador/ paciente.[0097] Uma modalidade particularmente preferida da presente invenção compreende um sistema autotravante de liberação rápida no mecanismo de corrotação que permite ao operador facilmente determinar o ângulo desejado e idêntico para os módulos sincronizados e subseqüentemente, permite remover o eixo de sincronização e separar os módulos, desde que a remoção do eixo trave o sistema de corrotacional, e, então, fixa o ângulo de inclinação.[0098] Portanto, o presente dispositivo compreende um sistema autotravante de liberação rápida, que, quando operavelmente engatado, co-rotaciona mecanismo de rotação dos dois módulos, enquanto, com a liberação trava estes mecanismos, de modo a impedir qualquer movimento, e permitir a remoção do eixo pelo operador.[0099] As Figuras 4a e 4b, e 11a e 11b mostram operação de uma modalidade particularmente preferida deste sistema, que se caracteriza pelo fato de se o eixo de sincronização estiver inserido, o sistema se encontra destravado com respeito à corrotação.[00100] Há endentações no pistão de travamento deslizante (30) para as esferas de travamento (34). Quando o eixo de sincronização de corrotação é removido, o pistão de travamento deslizante (30) está na posição recuada. Ele não pode se mover recuar adicionalmente por causa do anel trava de encosto (37) e não pode avançar porque o pistão de travamento de esfera (33) mantém as esferas de travamento (34) na endentação do tubo de pinhão (35). Nesta posição, o pistão de travamento deslizante (31) mantém a alavanca de trava de pinhão dentado frontal (29) baixada e engatada com trava de pinhão dentado frontal (26), daí travando efetivamente o sistema rotacional e impedindo qualquer ação rotacional pivotal.[00101] Quando engata o eixo corrotação (10) no pistão de travamento deslizante (30), a cabeça do eixo comprime a mola (32) e move o pistão de travamento de esfera (33) destravando as esferas.[00102] As esferas entram na ranhura da cabeça do eixo, e, assim, o pistão de travamento deslizante (30) pode avançar, movido pela cabeça do eixo de sincronização através das esferas.[00103] Na posição avançada, a forma da ponta do pistão deslizante (31) permite a liberar a alavanca de trava de pinhão dentado frontal. Esta alavanca pode ser erguida uma mola, e mover a trava de pinhão dentado frontal (26) para cima, que assim destravando mecanismo rotacional.[00104] O movimento de corrotação é transmitido da rotação do eixo de sincronização pelas chaves de corrotação (36) que são inseridas ao mesmo tempo em ranhuras no tubo de pinhão (38).[00105] Ao contrário, o travamento do sistema de corrotação trabalha na direção inversa: quando da remoção do eixo de sincronização, o eixo faz o pistão de travamento deslizante (30) recuar, através das esferas (34), até as esferas (34) saírem das correspondentes cavidades do tubo de pinhão (35) onde as esferas são mantidas pelo pistão de travamento de esferas (33).[00106] Nesta posição, o pistão de travamento deslizante (31) mantém a alavanca de trava de pinhão dentado frontal (29) na posição inferior, daí, travando movimento rotacional. Uma vez que esta alavanca (29) controla a trava do pinhão dentado frontal (26), o sistema resulta travado.[00107] O desempenho do dispositivo é diretamente influenciado pelo material usado em sua construção. Elementos mas leves são preferidos em relação àqueles mais pesados. Por exemplo, elementos mais leves em materiais de compósitos e poliméricos produzem menos dispersão de radiação elástica e inelástica em comparação com materiais contendo metais ou ligas. Em adição, a fluorescência é reduzida. Por exemplo, quando um átomo de metal é atingido pela radiação,este átomo absorve a energia de radiação ejetando um elétron de suas camadas envoltórias na nuvem de elétrons do átomo. Quando o elétron volta para as camadas envoltórias, uma radiação é emitida. O que é chamado fluorescência. Pelo fato de a radiação ser emitida em qualquer direção, o paciente é submetido a uma dose não direcionada de radiação.[00108] Metais também são desejados, devido sua alta absorção de radiação em comparação com compósitos de plásticos e carbono. Por causa da alta absorção de radiação, o uso de metais no dispositivo também reduz dose terapêutica de radiação para o paciente.[00109] Todos os componentes da presente invenção podem ser não metálicos, embora algumas peças metálicas possam ser usadas, se não afetarem o desempenho do dispositivo. Os componentes individuais podem ser selecionados com base no uso pretendido do dispositivo, mas, vantajosamente são fabricados a partir de materiais essencialmente radiolucentes, tal como compósito de fibra de carbono e resina epóxi. Este componente particular será especialmente importante se for usado um ângulo fortemente oblíquo para tratar paciente, em qual situação, o dispositivo entra na linha do feixe de alta energia.[00110] Um dispositivo radiolucente permite imageamento e tratamento de pacientes com um dispositivo de imobilização de paciente. Isto aumenta a flexibilidade pelo fato de permitir um ataque preciso a um tumor de câncer a partir de todos os lados e ângulos.[00111] A presente invenção pode ser usada em conjunção com tabelas, assim como acessórios disponíveis, que podem ser usados com o dispositivo de imobilização de paciente.[00112] A descrição e figuras ilustram exemplos de presente invenção, e não devem ser tomadas em caráter limitante. Diversos diferentes desenhos específicos são contemplados pelos inventores, sem dividir o escopo original da presente invenção e facilmente reconhecível por aqueles habilitados na técnica. Conquanto a invenção tenha sido mostrada e descrita em conjunção com suas configurações preferidas, deve ser entendido que muitas modificações, substituições, e adições poderão ser feitas dentro do amplo escopo das reivindicações anexas.REIVINDICAÇÕES 1. Dispositivo de imobilização de paciente (1) para posicionar um paciente na posição pronada para irradiar seios, compreendendo: um módulo cefálico (2) para suportar cabeça e extremidades superiores do paciente; um módulo torácico (3) para suportar tórax e conformado para permitir que pelo menos um seio se estenda sob o módulo torácico, e um módulo caudal (4) para suportar a pélvis e extremidades inferiores do paciente; sendo que o módulo torácico é opcionalmente destacável e acoplável ao módulo torácico; e sendo que o módulo torácico é opcionalmente destacável e acoplável ao módulo caudal; caracterizado pelo fato de o dispositivo poder ser pivotado de modo indexado em torno de um eixo crânio-caudal de paciente F. 2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de o dispositivo ser adaptável para ser reproducivelmente fixado a uma mesa de tratamento (16). 3. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de prover uma posição confortável e ergonômica para o paciente durante tratamento, sendo que os módulos são fixados adaptavelmente e indexados entre si para se ajustarem à anatomia do paciente. 4. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de adicionalmente compreender um sistema de corrotação para controlar o movimento de pivotamento de pelo menos o módulo cefálico e o módulo torácico. 5. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de o sistema de corrotação compreender: a) pelo menos uma trava primária (8) e pelo menos uma trava secundária (10); e b) pelo menos um elemento de sincronização (9) que controla e coordena o movimento das travas primária e secundária. 6. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de adicionalmente compreender uma estrutura de suporte mecânica para guiar a posição de pelo menos o módulo cefálico e módulo torácico. 7. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 5 a 6, caracterizado pelo fato de a trava primária ter uma interface humana, para permitir que o operador mude a inclinação do paciente manualmente. 8. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 5 a 6, caracterizado pelo fato de a trava secundária (10) ser movida pelo movimento da trava primária (8) através do eixo de sincronização (9). 9. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 5 a 8, caracterizado pelo fato de os módulos cefálico e torácico poderem ser ajustados independentemente um do outro antes de travar e corrotacionar as travas primária e secundária com o elemento de sincronização (9), e movidos pelo movimento da trava primária (8). 10. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de o dispositivo poder ser pivotado de maneira indexada em torno de um eixo crânio-caudal de paciente F em um ângulo de -10º a +10º. 11. Dispositivo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de as porções dos módulos adjacentes à fonte de radiação durante tratamento serem essencialmente radiolucentes. 12. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de o material essencialmente radiolucente compreender um material de compósito, preferivelmente um material de compósito de carbono. 13. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de os módulos serem retráteis para permitir que o dispositivo seja armazenado e/ou transportado de maneira retraída. 14. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de as paredes de pelo menos a porção torácica serem perfuradas para prover uma área aberta. 15. Dispositivo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 4 a 15, caracterizado pelo fato de o elemento ou eixo de sincronização ser reversivelmente removível para reduzir a formação do artefato durante imageamento e/ou tratamento do paciente. 16. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 15, caracterizado pelo fato de o sistema de corrotação adicionalmente compreender um mecanismo autotravante, que imobiliza o movimento de corrotação dos módulos sincronizados quando da remoção do elemento de sincronização. 17. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 15 ou 16, caracterizado pelo fato de os módulos rotacionalmente imobilizados serem destacáveis depois da remoção do elemento de sincronização, sem afetar os ajustes do mecanismo de corrotação para não prejudicar o alinhamento, quando da remontagem dos módulos, para permitir a reproducibilidade da posição do paciente. 18. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 16 ou 17, caracterizado pelo fato de compreender: um pistão de travamento deslizante (30), esferas de travamento (34), anel trava de encosto (37), pistão de travamento de esfera (33), e tubo de pinhão (35), onde o pistão de travamento (30) e esferas de travamento (34) são operativamente colocados de modo que, se um eixo de sincronização de corrotação for removido, o pistão de travamento deslizante (30) será mantido imóvel em uma posição recuada por um anel trava de encosto (37); e um pistão de travamento de esfera (33) mantendo as esferas de travamento (34) na endentação do tubo de pinhão (35); onde a ponta do pistão de travamento deslizante (31) mantém a alavanca de trava de pinhão dentado frontal (29) em uma posição inferior engatada com a trava de pinhão dentado frontal (26), daí efetivamente travando o sistema rotacional, e impedindo qualquer ação rotacional pivotal. 19. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 18 ou 17, caracterizado pelo fato de adicionalmente compreender uma mola (32), através da qual, quando engata o eixo de corrotação do eixo de sincronização (10) no pistão de travamento deslizante (30), a cabeça do eixo comprime a mola (32) e move o pistão de travamento de esfera (33) que destrava as esferas (34) para seguirem para ranhura A da cabeça do eixo, permitindo que o pistão de travamento de esfera (30) deslize para frente movido pela cabeça de eixo de corrotação através das esferas, daí liberando a alavanca de trava de pinhão dentado frontal para a posição superior e destravando o mecanismo rotacional, enquanto permitindo que o movimento de corrotação seja transmitido da rotação do eixo de sincronização através das chaves de corrotação (36) inserindo nas ranhuras no tubo de pinhão (38). 20. Processo de escaneamento e/ou irradiação seletiva do seio de um paciente caracterizado pelo fato de compreender prover um módulo cefálico para suportar cabeça e extremidades superiores do paciente, um módulo torácico para suportar o tórax do paciente e conformado para permitir que pelo menos um seio se estenda sob o módulo torácico, e um módulo caudal para suportar a pélvis e extremidades inferiores do paciente, sendo que o dispositivo pode ser pivotado de maneira indexada em torno de um eixo crânio-caudal de paciente F, e onde o módulo cefálico é opcionalmente destacável e acoplável ao módulo caudal; e submeter pelo menos uma porção do seio que se estende sob o módulo torácico à radiação de ionização por um período de tempo e taxa de radiação adequadas. 21. Uso de um dispositivo como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 15, para escanear e/ou irradiar seletivamente o seio de um paciente.RESUMO Patente de Invenção: "DISPOSITIVO DE IMOBILIZAÇÃO DE PACIENTES PARA IMOBILIZAÇÃO EM POSIÇÃO PRONADA".A presente invenção refere-se a um dispositivo para imobilização de paciente para posicionar um paciente na posição pronada, para irradiar um seio que compreende um módulo cefálico para suportar cabeça e extremidades superiores do paciente, e módulo torácico para suportar tórax do paciente e modulado para permitir que pelo menos um seio se estenda sob o módulo torácico, e um módulo caudal para suportar a pélvis e extremidades inferiores do paciente, sendo que o módulo cefálico é opcionalmente destacável e acoplável ao módulo torácico sendo que o módulo torácico é opcionalmente destacável e acoplável ao módulo caudal, e o dispositivo pode ser pivotado de maneira indexada em torno de eixo crânio-caudal de paciente F. 27/29ws/DOCS/CSA P207895/RELATORIO/22335382v1 5/51/1

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo por descumprimento

#8.11

Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2557 de 07/01/2020.

07/07/2020

RPI 2583

Arquivamento por falta de pagamento

#8.6

Referente à 7ª anuidade.

07/01/2020

RPI 2557

Notificação de acesso ao patrimônio genético

#6.6.1

04/12/2018

RPI 2500

Retificação da notificação da fase nacional - PCT

#1.3.1

Retificação do despacho 1.3 publicado na RPI nº 2424 para inclusão da informação que tal despacho referiu-se a publicação automática da admissibilidade da fase nacional depositado via PCT . Tratado de cooperação em matéria de Patentes, conforme Instrução Normativa nº 02, de 06/06/2017 publicada na RPI nº 2422, de 06/06/2017.

25/07/2017

RPI 2429

Notificação de entrada na fase nacional - PCT

#1.3

Publicação automática da admissibilidade da fase nacional depositado via PCT . Tratado de cooperação em matéria de Patentes, conforme Instrução Normativa nº 02, de 06/06/2017 publicada na RPI nº 2422, de 06/06/2017.

20/06/2017

RPI 2424

Alteração de dados cadastrais

#1.1

21/10/2014

RPI 2285

Monitoramento de patentes

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