Concessão da patente
#16.1
20 (vinte) anos contados a partir de 06/02/2013, observadas as condições legais
19/01/2021
RPI 2611
Dados do pedido
Número
112014019552Tipo
Depósito
Publicação
PCT
EP2013052273 Patente concedida em 19/01/2021 e em vigor até 06/02/2033. Até lá, ninguém pode fabricar, usar ou vender a invenção no Brasil sem autorização do titular.
Proteção válida até:06/02/2033
Última movimentação publicada pelo INPI: 19/01/2021. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
A. RAYMOND & CIE.
FR
Inventores
G. B. (pessoa física)
FR
Q. C. (pessoa física)
FR
Classificação IPC
Prioridades unionistas
FR
12/51306 · 13/02/2012
Resumo técnico
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITIVO DE TRAVAMENTO DE TAMPÃO".Domínio técnico[001] A invenção refere-se a um dispositivo de travamento de tampão sobre um recipiente com colar, que compreende uma coifa provida de pelo menos uma ranhura interna e que é conformada para recobrir o tampão e circundar o colar de modo a tornar o tampão inacessível, um anel próprio para ser alojado na coifa e provido de dentes inferiores destinados a vir se apoiar sob o colar para solidarizar o anel ao recipiente e de dentes externos próprios para operar junto com a ranhura para solidarizar o dito anel à dita coifa.[002] A invenção também se refere a um recipiente com colar obturado por um tampão e provido de um tal dispositivo de travamento do tampão sobre o colar.Técnica anterior[003] Esse tipo de dispositivo de travamento é vantajosamente utilizado notadamente no domínio médico para travar de maneira confiável o fechamento por tampão de um recipiente com colar que contém por exemplo um princípio ativo sob a forma líquida, de pó ou de liofilizado. Os dispositivos de travamento permitem garantir a estanqueidade do recipiente, a integridade do conteúdo do recipiente e se assegurar que qualquer abertura prévia do recipiente será facilmente detectada. Esses dispositivos de travamento são geralmente previstos sobre recipientes com colar obturados por tampão.[004] É conhecido pelo documento de patente FR 2 893 922 um tal dispositivo de travamento que compreende uma coifa atravessada por uma abertura axial obturada por uma cápsula e destinada a vir recobrir o tampão e o colar do recipiente. Essa coifa compreende uma parede exterior e uma parede interna entre as quais uma fenda circular é disposta. Essa fenda compreende pelo menos uma ranhura circular superior e uma ranhura circular inferior. O dispositivo de travamento compreende por outro lado um órgão de manobra provido de linguetas elásticas exteriores e alojado na fenda e móvel entre uma posição alta na qual suas linguetas elásticas são recebidas na ranhura circular superior e uma posição baixa na qual suas linguetas elásticas são alojadas na ranhura circular inferior. O órgão de manobra é atravessado por um orifício previsto em frente à abertura da coifa e obturado por uma tampa destacável ligada ao órgão de manobra por pontos de soldadura. Além disso, o órgão de manobra compreende um lábio anular orientado na direção da abertura da coifa. Finalmente, o tampão compreende um recorte lateral que permite, na posição alta do órgão de manobra, a evacuação das moléculas de água do conteúdo do recipiente submetido a um processo de liofilização. Depois de liofilização, o órgão de manobra é colocado em sua posição baixa na qual o recipiente é fechado de maneira estanque. Nessa posição baixa, o lábio anular da tampa penetra no tampão, delimitando uma porção central limpa e estéril. Por ocasião da utilização, a tampa é dessolidarizada do órgão de manobra quebrando-se para isso os pontos de soldadura. O usuário pode passar uma agulha pela abertura e pelo orifício e depois através do tampão para por exemplo injetar dentro do recipiente um líquido de reconstituição antes de retirar a mistura por aspiração.[005] É conhecido também pelo FR 2 950 865 um dispositivo de travamento que compreende uma coifa atravessada por uma abertura axial obturada por uma cápsula e destinada a vir recobrir o tampão e o colar do recipiente. Esse dispositivo de travamento compreende por outro lado um conjunto de fios metálicos alojado na coifa, formado por um aro superior e um aro inferior ligados entre si por ramos que deixam entre eles aberturas laterais. O orifício do aro superior é destinado a vir em frente à abertura da coifa. Assim, depois de retirada da cápsula, o usuário pode passar uma agulha de retirada pela abertura e pelo orifício de passagem e depois através do tampão por exemplo para injetar dentro do recipiente um líquido de reconstituição antes de retirar a mistura por aspiração. Depois de montagem do dispositivo de travamento abas de fixação previstas sob a cápsula se encontram presas entre o aro superior do conjunto de fios metálicos e a coifa. Depois de retirada da cápsula, é impossível alojar de novo as abas de fixação na mesma configuração. A desmontagem da cápsula é portanto irreversível sem possibilidade de recolocação no lugar na configuração inicial. Assim, qualquer utilização prévia pode ser facilmente detectada.[006] Os dispositivos de travamento conhecidos só permitem o acesso ao conteúdo do recipiente por uma zona mais limitada que aquela do gargalo do recipiente. De fato, eles estão limitados à retirada do conteúdo do recipiente por uma seringa que atravessa o tampão. Eles não permitem o acesso à totalidade do conteúdo do recipiente se beneficiando para isso de toda a abertura do gargalo. Além disso eles não permitem conectar o colar do recipiente a um outro recipiente, por exemplo para transvasar o conteúdo de um recipiente para o outro. Assim, os dispositivos de travamento conhecidos limitam as aplicações e não são satisfatórios.Exposição da invenção[007] O objetivo da invenção é corrigir esses inconvenientes propondo para isso uma variante de realização de um dispositivo de travamento de tampão sobre um recipiente com colar fácil de fabricar limitando para isso a quantidade de matéria necessária, fácil de montar, que assegura um travamento simples, eficaz, rápido e irreversível do tampão sobre o recipiente, que permite, depois de destravamento, a conexão do colar do recipiente com um outro recipiente e um acesso à parte de dentro do recipiente por toda a superfície interna do gargalo do recipiente.[008] Com essa finalidade, a invenção tem como objeto um dispositivo de travamento de tampão sobre um recipiente com colar, que compreende uma coifa provida de pelo menos uma ranhura interna e que é conformada para recobrir o tampão e circundar o colar de modo a tornar o tampão inacessível, um anel próprio para ser alojado na coifa e provido de dentes internos inferiores destinados a vir se apoiar sob o colar para solidarizar o anel ao recipiente e de dentes externos próprios para operar junto com a ranhura para solidarizar o anel à coifa, caracterizado pelo fato de que a coifa compreende pelo menos uma zona frangível própria para ser quebrada para permitir a abertura da coifa e sua retirada em relação ao colar, pelo fato de que o anel é formado por um aro prolongado por espigas destinadas a circundar o tampão e provido de pelo menos uma virola deformável e rompível prevista no lado oposto às espigas e própria por um lado para se deformar radialmente elasticamente para permitir a passagem à força do colar no anel e por outro lado para ser quebrada para permitir a retirada do anel em relação ao colar e depois a retirada do tampão do recipiente.[009] A ideia na base da invenção é prever uma coifa e um anel próprios para serem abertos individualmente de modo a liberar o colar em sua integralidade para permitir sua conexão.[0010] O dispositivo de acordo com a invenção pode vantajosamente apresentar as particularidades seguintes: - as extremidades livres das espigas são disjuntas entre si; - cada espiga é provida de pelo menos um ressalto interno de diâmetro inferior àquele do aro e destinado a estar em apoio sobre o colar; - o anel compreende por outro lado dentes internos superiores destinados a se aplicar contra o tampão; - a coifa compreende um disco prolongado axialmente por uma saia, a zona frangível sendo delimitada por uma dupla ranhura de espessura reduzida em relação ao resto da coifa e que compreende pelo menos um primeiro segmento que se estende em pelo menos uma parte da saia e pelo menos um segundo segmento que se estende em pelo menos uma parte da tampa, o dispositivo de travamento compreendendo uma cápsula arrancável solidária em pelo menos um ponto de ancoragem da zona frangível de modo que a retirada da cápsula provoca a ruptura da zona frangível; - a coifa compreende uma zona charneira de espessura reduzida em relação ao resto da coifa e prevista diametralmente no lado oposto ao segundo segmento da zona rompível e disposta para permitir a abertura radial da coifa depois de ruptura da zona rompível; - uma pelo menos de coifa, anel e cápsula é realizada em material plástico moldado.[0011] A invenção também tem como objeto um recipiente com colar obturado por um tampão e provido de um dispositivo de travamento tal como precedentemente descrito do tampão sobre o colar.Apresentação sumária dos desenhos[0012] A presente invenção será melhor compreendida e outras vantagens aparecerão com a leitura da descrição detalhada de um modo de realização tomado a título de exemplo de nenhuma forma limitativo e ilustrado pelos desenhos anexos, nos quais: - as figuras 1 a 3 são vistas em perspectiva dos elementos que constituem o dispositivo de travamento de acordo com a invenção; - a figura 4 é uma vista em corte de um recipiente com colar provido do dispositivo de travamento de acordo com a invenção na configuração travada; - as figuras 5 e 6 são vistas em perspectiva que ilustram duas etapas de montagem de uma parte do dispositivo de acordo com a invenção sobre um recipiente com colar;[0013] As figuras 7 a 11 são vistas em perspectiva que ilustram cinco etapas de destravamento do dispositivo de travamento de acordo com a invenção levado por um recipiente com colar.Descrição dos modos de realização[0014] Em referência às figuras, o dispositivo de travamento 1 de acordo com a invenção é destinado a ser montado de modo a travar um tampão 100 de obturação sobre um recipiente 101 e assim garantir a estanqueidade e a integridade do conteúdo do recipiente 101. O recipiente 101 é de tipo com colar 102 delimitado por um gargalo 103 que tem uma seção estreitada em relação ao resto do recipiente 101. O tampão 100 apresenta uma forma de cogumelo do qual o pé 104 é alojado no gargalo 103 e do qual a cabeça 105 repousa sobre o colar 102. Para assegurar uma boa estanqueidade, o tampão 100 é por exemplo realizado em elastômero. O dispositivo de travamento 1 compreende uma coifa 2, uma cápsula 3 e um anel 4.[0015] Em referência às figuras 2A e 2B, a coifa 2 é realizada em matéria plástica e compreende um disco 20 prolongado axialmente por uma saia 21. Em sua parte interna, a saia 21 compreende uma ranhura 22 interna anular e um rasgo 23 que atravessa a ranhura 22, orientado axialmente em toda a altura da saia 21 e que delimita, por redução da espessura da parede da saia 21, uma zona charneira Z1. Em sua face externa, a coifa 2 compreende uma dupla ranhura 25, 26, 27 ao nível da qual a espessura da parede da coifa 2 é reduzida. Essa dupla ranhura 25, 26, 27 compreende dois primeiros trechos 25 paralelos entre si e que se estendem axialmente na altura da saia 21. Nesse exemplo, os primeiros trechos 25 estão distantes da extremidade livre da saia 21. Eles podem também ser tangentes a essa extremidade livre da saia 21. Os dois primeiros trechos 25 são prolongados por dois segundos trechos 26 previstos sobre o disco 20, paralelos entre si e orientados radialmente da saia 21 para o centro do disco 20 em torno do qual eles se encontram por um segmento circular 27. Essa dupla ranhura 25, 26, 27 delimita assim uma zona frangível Z2 própria para ser quebrada para fender a coifa 2 de modo a permitir sua abertura e sua retirada em relação ao colar 102 do recipiente 101. Para facilitar a abertura da coifa 2, os primeiros trechos 25 da zona frangível Z2 são previstos diametralmente no lado oposto à zona charneira Z1. O centro do disco 20 é atravessado por u orifício 28 que atravessa assim a zona frangível Z2. O disco 20 é destinado a ser recoberto por uma cápsula 3 arrancável, ilustrada pela figura 1, da qual o centro é provido de uma espiga 30, visível nas figuras 2B (antes de encaixe) e 4 (depois de encaixe), destinada a atravessar o orifício 28 da coifa 2 à qual ela pode ser solidarizada por encaixe tal como ilustrado pela figura 4. A espiga 30 e o orifício 28 formam assim um ponto de ancoragem entre a cápsula 3 e a coifa 2 e em especial entre a cápsula 3 e a zona frangível Z2. A cápsula 3 é realizada em uma matéria plástica mais flexível do que aquela da coifa 2 que permite sua deformação. Uma borda da cápsula 3 pode assim ser levantada e depois solicitada em tração para arrancar a zona frangível Z2. A coifa 2 é assim conformada para que, quando ela é posicionada acima do tampão 100, ela recubra esse último e circunde o colar 102 do recipiente 101 de modo a tornar o tampão 100 inacessível.[0016] Em referência à figura 3, o anel 4 é realizado em matéria plástica e é formado por um aro 40 substancialmente cilíndrico prolongado por espigas 41. O anel 4 é próprio para ser alojado na coifa 2 e em torno do colar 102 do recipiente 100. Em sua parede interna, o aro 40 é provido de três dentes internos inferiores 42 alinhados de acordo com um plano axial e de três dentes internos superiores 43 alinhados de acordo com um plano axial distinto do precedente. Os dentes internos inferiores 42 e os dentes internos superiores 43 são dispostos em alternância uns em relação aos outros e regularmente espaçados. Os dentes internos superiores 43 e os dentes internos inferiores 42 são formados por lingüetas flexíveis inclinadas e orientadas na direção das espigas 41. Em sua parede exterior, o aro 40 é provido de cinco dentes externos 44 alinhados de acordo com um plano axial distinto dos precedentes, os dentes externos 44 sendo regularmente espaçados entre si. Nesse exemplo, os dentes externos 44 são dispostos axialmente entre os dentes internos inferiores 42 e os dentes internos superiores 43. O aro 40 compreende uma virola 45 disposta no lado oposto às espigas 41 e ao nível da qual a altura do aro 40 é reduzida. Essa virola 45 é elasticamente deformável e permite uma ligeira deformação radial elástica do aro 40 assim como o afastamento e a inclinação das paredes do aro 40 de um lado e de outro da virola 45. Essa virola 45 é além disso rompível para, depois de ruptura, permitir a retirada do anel 4 do colar 102 do recipiente 101. As espigas 41 se estendem axialmente do aro 40. Nesse exemplo, as espigas 41 são em número de cinco e, fora na zona da virola 45, elas são distribuídas regularmente em torno do anel 40. Cada espiga 41 é disposta entre um dente interno superior 43 e um dente interno inferior 42. As extremidades livres das espigas 41 são disjuntas entre si. Cada espiga 41 é deslocada axialmente para o a parte de dentro do aro 40 de modo a formar um ressalto 46 interno destinado a se apoiar sobre o colar 102.[0017] A coifa 2, o anel 4 e a cápsula 3 podem ser obtidas por moldagem, por exemplo com o auxílio de uma prensa de injetar.[0018] Para realizar a união do dispositivo de travamento 1 e sua montagem sobre o colar 102 de um recipiente 101, procede-se como se segue. Em um primeiro tempo, une-se por encaixe a cápsula 3 sobre a coifa 2 tal como descrito precedentemente, com o auxílio de uma espiga 30 e do orifício 28. Em um segundo tempo, dispõe-se o anel 4 com suas espigas 41 em frente AA parte de dentro da saia 21 da coifa 2 e introduz-se o anel 4 na coifa 2. Durante essa introdução, os dentes externos 44 do anel 4 se deformam elasticamente antes de se distender dentro da ranhura 22. O anel 4 é assim bloqueado dentro da coifa 2. Em um terceiro tempo, é utilizado um recipiente 101 com colar 102 obturado por um tampão 100 que é inserido na coifa 2 provido do anel 4. Por ocasião dessa inserção, a virola 45 permite a deformação elástica do anel 4 dentro da coifa 2 para permitir a passagem do tampão 100 e do colar 102 no anel 4, como ilustrado pela figura 5 na qual somente o anel 4 e o recipiente 101 estão representados. Depois da passagem à força do colar 102, o anel 4 retoma sua forma inicial tal como ilustrada na figura 6. Nessa configuração, o colar 102 é alojado e bloqueado entre os dentes internos inferiores 42 e os dentes internos superiores 43. O tampão 100 que assegura a estanqueidade do recipiente 101 é calçado entre as espigas 41, em apoio sobre os dentes internos superiores 43. O tampão 100 é assim travado sobre o recipiente 101 pelo dispositivo de travamento 1 que o recobre inteiramente de modo que ele seja inacessível.[0019] As etapas de destravamento do dispositivo de travamento 1 são descritas abaixo em referência às figuras 7 a 11. Em um primeiro tempo, levanta-se uma borda da cápsula 3 para segurar a mesma e exercer um esforço de arrancamento. Esse esforço de arrancamento é transmitido da cápsula 3 para a zona frangível Z2 por intermédio da espiga 30 encaixada no orifício 28. É exercido um esforço de arrancamento suficiente para obter a ruptura da zona frangível Z2. Como ilustrado pela figura 7, a coifa 2 é então fendida. Em um segundo tempo, em referência à figura 8 abre-se a coifa 2 por um afastamento de seus flancos de um lado e de outro da zona charneira Z1. A coifa 2 é retirada do recipiente que se encontra, como ilustrado na figura 9 simplesmente provido do anel 4. Em um terceiro tempo, em referência à figura 10, quebra-se a virola 45 e, em referência à figura 11, abre-se a coifa 2 por um afastamento de seus flancos. Em um quarto tempo, retira-se o tampão 100 do recipiente 101.[0020] A invenção permite atingir os objetivos precedentemente mencionados. De fato, o colar 101 está assim livre de qualquer elemento depois da retirada da coifa 2 e do anel 4, e pode ser conectado a qualquer meio de conexão para transvasar o conteúdo do recipiente 101 e/ou introduzir um produto dentro do recipiente 101.[0021] É evidente que a presente invenção não poderia estar limitada à descrição que precede de um de seus modos de realização, suscetíveis de ser submetidos a algumas modificações sem por causa disso sair do âmbito da invenção.REIVINDICAÇÕES 1. Dispositivo de travamento (1) de tampão (100) sobre um recipiente (101) com colar (102), o dito dispositivo de travamento (1) compreendendo uma coifa (2) provida de pelo menos uma ranhura (22) interna e que é conformada para recobrir o dito tampão (100) e circundar o dito colar (102) de modo a tornar o dito tampão (100) inacessível, um anel (4) próprio para ser alojado na dita coifa (2) e provido de dentes internos inferiores (42) destinados a vir se apoiar sob o dito colar (102) para solidarizar o dito anel (4) ao dito recipiente (101) e de dentes externos (44) próprios para operar junto com a dita ranhura (22) para solidarizar o dito anel (4) à dita coifa (2), caracterizado pelo fato de que a dita coifa (2) compreende pelo menos uma zona frangível (Z1) própria para ser quebrada para permitir a abertura da dita coifa (2) e sua retirada em relação ao dito colar (102), pelo fato de que o dito anel (4) é formado por um aro (40) prolongado por espigas (41) destinadas a circundar o dito tampão (100) e provido de pelo menos uma virola (45) deformável e rompível prevista no lado oposto às ditas espigas (41) e própria por um lado para se deformar radialmente elasticamente para permitir a passagem à força do dito colar (102) no dito anel (4) e por outro lado para ser quebrada para permitir a retirada do dito anel (4) em relação ao dito colar (102) e depois a retirada do dito tampão (100) do dito recipiente (101). 2. Dispositivo de travamento (1) de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que as extremidades livres das ditas espigas (41) são disjuntas entre si. 3. Dispositivo de travamento (1) de acordo com pelo menos a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que cada espiga (41) é provida de pelo menos um ressalto (46) interno de diâmetro inferior àquele do dito aro (40) e destinado a estar em apoio sobre o dito colar (102). 4. Dispositivo de travamento (1) de acordo com pelo menos a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o dito anel (4) compreende por outro lado dentes internos superiores (43) destinados a se aplicar contra o dito tampão (100). 5. Dispositivo de travamento (1) de acordo com pelo menos a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a dita coifa (2) compreende um disco (20) prolongado axialmente por uma saia (21), pelo fato de que a dita zona frangível (Z1) é delimitada por uma dupla ranhura (25, 26, 27) de espessura reduzida em relação ao resto da dita coifa (2) e que compreende pelo menos um primeiro segmento (25) que se estende em pelo menos uma parte da dita saia (21) e pelo menos um segundo segmento (26) que se estende em pelo menos uma parte da dita tampa (20), pelo fato de que o dito dispositivo de travamento (1) compreende uma cápsula (3) arrancável solidária em pelo menos um ponto de ancoragem (28, 30) da dita zona frangível (Z1) de modo que a retirada da dita cápsula (3) provoca a ruptura da dita zona frangível (Z1). 6. Dispositivo de travamento (1) de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que a dita coifa (2) compreende uma zona charneira (Z2) de espessura reduzida em relação ao resto da dita coifa (2) e prevista diametralmente no lado oposto ao segundo segmento (25) da dita zona rompível (Z1) e disposta para permitir a abertura radial da dita coifa (2) depois de ruptura da dita zona rompível (Z1). 7. Dispositivo de travamento (1) de acordo com pelo menos uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que uma pelo menos de ditas coifa (2), anel (4) e cápsula (3) é realizada em material plástico moldado. 8. Recipiente (101) com colar (102) obturado por um tampão (100) e provido de um dispositivo de travamento do dito tampão (100) sobre o dito colar (102), caracterizado pelo fato de que ele compreende um dispositivo de travamento (1) como definido em pelo menos uma das reivindicações 1 a 6, o dito tampão (100) sendo bloqueado axialmente entre o dito anel (4) e a dita coifa (2). RESUMOPatente de Invenção: "DISPOSITIVO DE TRAVAMENTO DE TAMPÃO". A invenção refere-se a um dispositivo de travamento (1) de tampão (100) sobre um recipiente (101) com colar (102), que compreende uma coifa (2) que aloja um anel (4) provido de dentes internos inferiores (42) em apoio sob o dito colar (102) e de dentes externos (44) que operam junto uma ranhura (22) da coifa (2) para solidarizar o dito anel (4) à dita coifa (2), a dita coifa (2) compreendendo uma zona frangível (Z1) rompível, o dito anel (4) sendo formado por um aro prolongado por espigas (41) destinadas a circundar o dito tampão (100) e provido de pelo menos uma virola (45) deformável e rompível prevista no lado oposto às ditas espigas (41) e própria para se deformar radialmente elasticamente para permitir a passagem à força do dito colar (102) no dito anel (4) e para ser quebrada para permitir a retirada do dito anel (4) em relação ao dito colar (102) e depois a retirada do dito tampão (100) do dito recipiente (101).1/10ws/DOCS/CSA P207167/RELATORIO/22026017v1 3/31/1
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#16.1
20 (vinte) anos contados a partir de 06/02/2013, observadas as condições legais
19/01/2021
RPI 2611
#9.1
15/12/2020
RPI 2606
#6.1
08/09/2020
RPI 2592
#6.21
22/10/2019
RPI 2546
#6.6.1
04/12/2018
RPI 2500
#1.3
27/06/2017
RPI 2425
#1.1
21/10/2014
RPI 2285
Do mesmo titular
Da mesma categoria
Monitoramento de patentes
Receba alertas de despachos, decisões e vencimentos do INPI para o seu portfólio.