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Dado oficial do INPI

METODOLOGIA PARA A UTILIZAÇÃO DA PALMA FORRAGEIRA EM RAÇÕES PELETIZADAS: COMPONENTE NUTRICIONAL, AGLOMERANTE E CONSERVANTE NATURAL

PublicadaPatente de Invenção

Dados do pedido

Patente de Invenção METODOLOGIA PARA A UTILIZAÇÃO DA PALMA FORRAGEIRA EM RAÇÕES PELETIZADAS: COMPONENTE NUTRICIONAL, AGLOMERANTE E CONSERVANTE NATURAL de INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ — IPC A23K 10/12
Patente de Invenção METODOLOGIA PARA A UTILIZAÇÃO DA PALMA FORRAGEIRA EM RAÇÕES PELETIZADAS: COMPONENTE NUTRICIONAL, AGLOMERANTE E CONSERVANTE NATURAL de INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ — IPC A23K 10/12. Figura publicada pelo INPI na Revista da Propriedade Industrial.

Número

102024023210

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

07/11/2024

Publicação

19/05/2026

Andamento no INPI

Exame ainda não requerido
  1. Depósito07/11/24
  2. Publicação19/05/26
  3. Exame
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

O exame técnico ainda não foi requerido. Sem esse requerimento até 07/11/2027, o pedido é arquivado em definitivo (art. 33 da LPI).

Prazo para requerer o exame:07/11/2027(faltam 440 dias)

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Última movimentação publicada pelo INPI: 19/05/2026. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ

CE, BR

UFPB - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA

PB, BR

Ver toda a carteira desta empresa

Inventores

A. M. (pessoa física)

BR

B. M. (pessoa física)

BR

E. S. (pessoa física)

BR

J. O. (pessoa física)

BR

P. J. (pessoa física)

BR

R. P. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Resumo técnico

METODOLOGIA PARA A UTILIZAÇÃO DA PALMA FORRAGEIRA EM RAÇÕES PELETIZADAS: COMPONENTE NUTRICIONAL, AGLOMERANTE E CONSERVANTE NATURAL. Esta invenção está diretamente ligada a área de Biotecnologia e apresenta a metodologia para a produção de rações peletizadas utilizando palma forrageira como componente da ração animal de ruminantes e não ruminantes. De fato, a produção de alimento peletizado já é bastante conhecida, porém a utilização da palma forrageira na composição deste alimento é uma inovação, visto que a sua inclusão nas rações peletizadas possibilita que o processo de peletização seja realizado em alimentos mantendo um teor de umidade mais elevado em relação ao pellet tradicional. No pellet tradicional, a umidade não pode ultrapassar 15%, para que o mantenha-se preservado. Por outro lado, os materiais preparados utilizando a palma forrageira em sua composição possibilitou a produção de ração peletizada com teor de umidade de até 40% sem que seja necessário a utilização de secadores e desidratadores, que encarecem o custo operacional da industrialização do produto, e ainda possibilitou a produção de pellets com grau de dureza inferior ao tradicional, que sugere ser um excelente produto para a dieta de animais jovens. A palma forrageira é uma excelente fonte de energia para a dieta animal, sendo um alimento de baixo custo, o que permitirá reduzir o valor comercial das rações peletizadas. Dessa maneira, a tecnologia consiste em utilizar alimentos convencionais para a composição de ração em dieta total ensilada, sendo calculado a inserção da palma forrageira com base nas tabelas de exigências nutricionais para os animais de diferentes categorias até que a umidade total do alimento não exceda 40%, em seguida, a dieta total é triturada, misturada e submetida a técnica da ensilagem, resultando em um produto umidificado em razão da mucilagem dispersa após a trituração da palma forrageira. A fermentação da palma durante a ensilagem eleva a produção de ácido orgânicos, principalmente os ácidos lático e acético, sendo esse último uma potente substância antifúngica que ajuda na preservação dos pellets após a sua produção, sem perder as características de aglomerante e bacteriostático seletivo.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Publicação do pedido de patente

#3.1

19/05/2026

RPI 2889

Pedido de patente depositado

#2.1

24/06/2025

RPI 2842

Exigência - art. 21 da LPI

#2.5

Teor da exigência disponível no parecer(pdf) - acesse:Buscaweb no Portal do INPI.Prazo para cumprimento - 30(Trinta) dias corridos contados do 1º dia útil após essa publicação(não confunda o prazo de 30 dias,com 1 mês ou com 31 dias).Protocole a petição de cumprimento - Guia de Recolhimento da União(GRU) de código 206(Cumprimento de exigência formal preliminar) + documentos corrigidos, de acordo com o parecer.O pedido com exigência não cumprida ou cumprida fora do prazo terá sua documentação arquivada e o depósito será considerado não efetuado.

06/05/2025

RPI 2835

Exigência - art. 21 da LPI

#2.5

Teor da exigência disponível no parecer(pdf) - acesse:Buscaweb no Portal do INPI.Prazo para cumprimento - 30(Trinta) dias corridos contados do 1º dia útil após essa publicação(não confunda o prazo de 30 dias,com 1 mês ou com 31 dias).Protocole a petição de cumprimento - Guia de Recolhimento da União(GRU) de código 206(Cumprimento de exigência formal preliminar) + documentos corrigidos, de acordo com o parecer.O pedido com exigência não cumprida ou cumprida fora do prazo terá sua documentação arquivada e o depósito será considerado não efetuado.

01/04/2025

RPI 2830

Requerimento de pedido de patente

#2.10

Número de Protocolo '870240095432' em 07/11/2024 11:00 (WB)

19/11/2024

RPI 2811

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