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Dado oficial do INPI

VÁLVULA DE DERIVAÇÃO CAVOPULMONAR COM CONTROLE DIFERENCIAL DE FLUXO

PublicadaPatente de Invenção

Dados do pedido

Patente de Invenção VÁLVULA DE DERIVAÇÃO CAVOPULMONAR COM CONTROLE DIFERENCIAL DE FLUXO — IPC A61B 17/12
Patente de Invenção VÁLVULA DE DERIVAÇÃO CAVOPULMONAR COM CONTROLE DIFERENCIAL DE FLUXO — IPC A61B 17/12. Figura publicada pelo INPI na Revista da Propriedade Industrial.

Número

102024004398

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

05/03/2024

Publicação

16/09/2025

Andamento no INPI

Exame ainda não requerido
  1. Depósito05/03/24
  2. Publicação16/09/25
  3. Exame
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

O exame técnico ainda não foi requerido. Sem esse requerimento até 05/03/2027, o pedido é arquivado em definitivo (art. 33 da LPI).

Prazo para requerer o exame:05/03/2027(faltam 193 dias)

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Última movimentação publicada pelo INPI: 16/09/2025. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

A. A. (pessoa física)

SP, BR

P. J. (pessoa física)

PR, BR

Inventores

A. A. (pessoa física)

BR

P. J. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

VÁLVULA DE DERIVAÇÃO CAVOPULMONAR COM CONTROLE DIFERENCIAL DE FLUXO. Descreve-se válvula de derivação cavopulmonar com controle diferencial de fluxo, destinado a reduzir o número de cirurgias realizadas no tratamento paliativo estagiado de cardiopatias congênitas que apresentam câmara ventricular única funcionante, através do controle diferencial do fluxo sanguíneo venoso aos pulmões e coração. A referida válvula é provida de um CORPO (A), com geometria circular e um orifício denominado de ORIFÍCIO (B), onde é conectado um ACESSO (C), por onde será guiado o FIO (D). Com o tensionamento imposto pelo MECANISMO TENSOR (Q) ao FIO (D), haverá alteração na circunferência do CORPO (A), permitindo ou restringindo a passagem do fluxo sanguíneo. A válvula de derivação cavopulmonar com controle diferencial de fluxo deverá ser aplicada externamente aos vasos sanguíneos ou enxertos sintéticos, de preferência na região da fenestração entre o enxerto da veia cava inferior anastomosado com a artéria pulmonar, após a conexão cavopulmonar total. Desta forma, reduzindo a fenestração, haverá aumento do fluxo sanguíneo venoso aos pulmões e, ampliando a fenestração, o fluxo fluirá ao átrio direito.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Publicação do pedido de patente

#3.1

16/09/2025

RPI 2854

Pedido de patente depositado

#2.1

04/06/2024

RPI 2787

Requerimento de pedido de patente

#2.10

Número de Protocolo '870240018824' em 05/03/2024 17:02 (WB)

19/03/2024

RPI 2776

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