Publicação do pedido de patente
#3.1
25/02/2025
RPI 2825
Dados do pedido
Número
102023016179Tipo
Depósito
Publicação
Pedido publicado na RPI em 25/02/2025 e já visível a qualquer interessado. Segue para o exame técnico do INPI.
Última movimentação publicada pelo INPI: 25/02/2025. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
U. P. (pessoa física)
PB, BR
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE - PB
PB, BR
Inventores
B. Q. (pessoa física)
BR
F. F. (pessoa física)
BR
G. D. (pessoa física)
BR
I. L. (pessoa física)
BR
K. S. (pessoa física)
BR
M. F. (pessoa física)
BR
S. S. (pessoa física)
BR
W. S. (pessoa física)
BR
W. W. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
CURATIVO CONDUTOR À BASE DE QUITOSANA/ÓXIDO DE GRAFENO/POLIETILENOGLICOL PARA O TRATAMENTO DE FERIDAS CUTÂNEAS. A presente invenção trata-se do processo de fabricação de um dispositivo composto por quitosana, reforçado com óxido de grafeno e plastificado com polietilenoglicol, dispersos em solução e secos para formação de membranas com potencial utilização como curativo aplicado na cicatrização de feridas cutâneas. A quitosana estimula a coagulação sanguínea natural, acelera a proliferação celular, atua como obstáculo contra agentes infecciosos e absorve o exsudato do ferimento. Tais características emergem o uso desse biomaterial para aplicações biomédicas como curativos para engenharia de tecidos. Entretanto, apesar das excelentes propriedades biológicas, membranas formadas por esse biomaterial são geralmente frágeis e quebradiças, com baixa resistência mecânica e flexibilidade, além de não possuírem propriedades elétricas que estimulem o crescimento de células eletro-responsivas, como nervos e músculos, acelerando o processo de cicatrização. Nesse contexto, surge o óxido de grafeno, uma nanofolha de grafeno altamente oxidada e quimicamente modificada, herdando propriedades físicas, químicas, mecânicas e condutoras do grafeno (estabilidade química, grande área superficial, condução de sinais elétricos, baixa toxicidade, atividade antibacteriana e anticancerígena), e destacando-se em aplicações como nanocompósitos e em nanomedicina. Nesta invenção, foi desenvolvido um dispositivo nanoestruturado com potencial aplicação na cicatrização de feridas, explorando as propriedades mecânicas e condutoras do óxido de grafeno, e usando polietilenoglicol como plastificante, resultando em um curativo mecanicamente resistente, flexível, atóxico e condutor de amplo interesse para medicina regenerativa.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#3.1
25/02/2025
RPI 2825
#2.1
26/09/2023
RPI 2751
#2.10
Número de Protocolo '870230070986' em 11/08/2023 10:08 (WB)
22/08/2023
RPI 2746
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