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Dado oficial do INPI

CURATIVO CONDUTOR À BASE DE QUITOSANA/ÓXIDO DE GRAFENO/POLIETILENOGLICOL PARA O TRATAMENTO DE FERIDAS CUTÂNEAS.

PublicadaPatente de Invenção

Dados do pedido

Patente de Invenção CURATIVO CONDUTOR À BASE DE QUITOSANA/ÓXIDO DE GRAFENO/POLIETILENOGLICOL PARA O TRATAMENTO DE FERIDAS CUTÂNEAS. — IPC A61L 15/18
Patente de Invenção CURATIVO CONDUTOR À BASE DE QUITOSANA/ÓXIDO DE GRAFENO/POLIETILENOGLICOL PARA O TRATAMENTO DE FERIDAS CUTÂNEAS. — IPC A61L 15/18. Figura publicada pelo INPI na Revista da Propriedade Industrial.

Número

102023016179

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

11/08/2023

Publicação

25/02/2025

Andamento no INPI

  1. Depósito11/08/23
  2. Publicação25/02/25
  3. Exame
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido publicado na RPI em 25/02/2025 e já visível a qualquer interessado. Segue para o exame técnico do INPI.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 25/02/2025. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

U. P. (pessoa física)

PB, BR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE - PB

PB, BR

Ver toda a carteira desta empresa

Inventores

B. Q. (pessoa física)

BR

F. F. (pessoa física)

BR

G. D. (pessoa física)

BR

I. L. (pessoa física)

BR

K. S. (pessoa física)

BR

M. F. (pessoa física)

BR

S. S. (pessoa física)

BR

W. S. (pessoa física)

BR

W. W. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Resumo técnico

CURATIVO CONDUTOR À BASE DE QUITOSANA/ÓXIDO DE GRAFENO/POLIETILENOGLICOL PARA O TRATAMENTO DE FERIDAS CUTÂNEAS. A presente invenção trata-se do processo de fabricação de um dispositivo composto por quitosana, reforçado com óxido de grafeno e plastificado com polietilenoglicol, dispersos em solução e secos para formação de membranas com potencial utilização como curativo aplicado na cicatrização de feridas cutâneas. A quitosana estimula a coagulação sanguínea natural, acelera a proliferação celular, atua como obstáculo contra agentes infecciosos e absorve o exsudato do ferimento. Tais características emergem o uso desse biomaterial para aplicações biomédicas como curativos para engenharia de tecidos. Entretanto, apesar das excelentes propriedades biológicas, membranas formadas por esse biomaterial são geralmente frágeis e quebradiças, com baixa resistência mecânica e flexibilidade, além de não possuírem propriedades elétricas que estimulem o crescimento de células eletro-responsivas, como nervos e músculos, acelerando o processo de cicatrização. Nesse contexto, surge o óxido de grafeno, uma nanofolha de grafeno altamente oxidada e quimicamente modificada, herdando propriedades físicas, químicas, mecânicas e condutoras do grafeno (estabilidade química, grande área superficial, condução de sinais elétricos, baixa toxicidade, atividade antibacteriana e anticancerígena), e destacando-se em aplicações como nanocompósitos e em nanomedicina. Nesta invenção, foi desenvolvido um dispositivo nanoestruturado com potencial aplicação na cicatrização de feridas, explorando as propriedades mecânicas e condutoras do óxido de grafeno, e usando polietilenoglicol como plastificante, resultando em um curativo mecanicamente resistente, flexível, atóxico e condutor de amplo interesse para medicina regenerativa.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Publicação do pedido de patente

#3.1

25/02/2025

RPI 2825

Pedido de patente depositado

#2.1

26/09/2023

RPI 2751

Requerimento de pedido de patente

#2.10

Número de Protocolo '870230070986' em 11/08/2023 10:08 (WB)

22/08/2023

RPI 2746

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