Arquivamento - Art. 36 §1° da LPI
#11.2
09/02/2021
RPI 2614
Dados do pedido
Número
102016021508Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: a exigência técnica do INPI não foi cumprida no prazo (art. 36 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 09/02/2021. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
M. M. (pessoa física)
SP, BR
Inventores
M. M. (pessoa física)
BR
Resumo técnico
MÉTODO PARA OBTER UM STENT VÁLVULA CARDÍACA EXPANSÍVEL APARTIR DE MEMBRANA DE POLIURETANO E STENT VÁLVULA DEMEMBRANA DEPOLIURETANO, PARA IMPLANTE POR CATETER, EMPACIENTES ADULTOS E PEDIÁTRICOS.Este pedido de Patente, refere-se a um Stent Válvula Cardíaca Expansível dePoliuretano, manufaturado com material de cromo-cobalto, com o formato deuma valva sigmoide humana, constituída por um anel e 3 hastes móveis. Ostent acoplado a um suporte de aço inoxidável, com formato da valva sigmoideaórtica, é submetido a aplicação um filme de poliuretano, para a formação de 3cúspides, que se fecham, num ponto central de contato, na base das hastes(Modelo 1), para ser implantada na posição da valva pulmonar e tricúspide.Quando o implante do stent válvula é indicado em câmeras de alta pressão,como é o caso da posição aórtica e mitral, o suporte utilizado, para aplicaçãodo poliuretano, permite a formação de 3 cúspides coaptando no ápice dashastes e mantendo uma área de contato entre as cúspides de 3 a 4 mm,permitindo assim o fechamento hermético do stent válvula, em regime de altapressão (Modelo 2). Um balão em forma de pera, permite a expansão do stent,projetando, com a parte de maior diâmetro do balão, a borda inferior do anel dostent, para fora da cavidade do mesmo. Desta forma, há melhor fixação dostent válvula ao anel valvar, evitando movimentação ou embolização, durante oimplante (Modelo 3). O poliuretano utilizado, é preparado para a forma líquida,sendo aplicado ao stent válvula, mediante o procedimento denominadoDipcoated, o seja mergulho do stent válvula, acoplado ao suporte, num tubo deensaio contendo o poliuretano líquido. Para evitar a formação de umamembrana acelular, denominada panus, em volta do stent, que podecomprometer a sua futura expansão, realizamos um tratamento do stentválvula, com o depósito de carbono, do tipo Diamond LikeCarbon (DLC). Aseguir, a aplicação do poliuretano ao stent com DLC, para a formação dascúspides, mostrando boa aderência, sem utilização de suturas
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.2
09/02/2021
RPI 2614
#6.21
27/10/2020
RPI 2599
#6.6.1
30/10/2018
RPI 2495
#3.1
03/04/2018
RPI 2465
#2.1
02/01/2018
RPI 2452
#2.5
19/12/2017
RPI 2450
#2.5
28/11/2017
RPI 2447
#2.5
03/10/2017
RPI 2439
#2.5
05/09/2017
RPI 2435
#2.10
Número de Protocolo '018160003627' em 19/09/2016 10:58 (SP)
25/07/2017
RPI 2429
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