Indeferimento mantido em recurso
#9.2.4
MANTIDO O INDEFERIMENTO UMA VEZ QUE NÃO FOI APRESENTADO RECURSO DENTRO DO PRAZO LEGAL
27/02/2018
RPI 2460
Dados do pedido
Número
102012031539Tipo
Depósito
Publicação
Pedido indeferido em 27/02/2018 e o recurso não mudou a decisão. A invenção não chegou a patente e a tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 27/02/2018. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
S. M. (pessoa física)
PR, BR
Inventores
F. F. (pessoa física)
BR
R. O. (pessoa física)
BR
S. M. (pessoa física)
BR
Resumo técnico
DORMENTE FERROVIÁRIO DE COMPÓSITO ESTRUTURAL ENGENHEIRADO DE MADEIRA E TECIDOS DE FIBRAS. A invenção se trata de um dormente ferroviário de compósito estrutural engenheirado de madeira e tecidos de fibra de vidro no formato de bloco retangular-longitudinal, composto por: camadas de painéis de LVL (Madeira laminada colada) da espécie Pinus e/ou eucalipto, com camadas de tecidos de fibra de vidro, aramida, carbono, nylon e vegetais, puras ou mescladas entre si; resina a base de emulsão de polimeros de Isocianato (EPI) ou outra equivalente; e tratamento preservativo químico-industrial em autoclave para durabilidade quando feito com madeira de espécie Pinus. Atualmente, as ferrovias brasileiras estão assentadas sobre dormentes de bloco de madeira maciça serrada da espécie eucalipto, considerando que a utilização de madeira nativas está proibitiva e alternativas como dormentes ferroviários de aço, plástico ou concreto não trazem resultados satisfatórios, pois são de elevado custo de fabricação e têm maior peso do que os dormentes em madeira. Porém, os dormentes ferroviários de eucalipto não atendem às normas técnicas de resistências; tem durabilidade média de cinco anos; e apresentam fendilhamentos e rachaduras. Além de ser uma alternativa ao uso das espécies de madeira nativas na fabricação de dormentes ferroviários, o invento atende às resistências, segurança e durabilidade exigidas pelas normas técnicas vigentes. A inovação trazida pelo invento atinente ao dormente ferroviário é o fato de que as camadas de painéis LVL estão dispostas no sentido longitudinal do bloco; na parte central (miolo) do bloco as camadas de painéis de LVL estão dispostas no sentido vertical e as camadas de LVL das extremidades superior e inferior, onde são coladas as camadas de tecidos de fibra de vidro, estão dispostas no sentido horizontal. Por fim, para a formação do compósito a colagem dos painéis de LVL entre si e as camadas de tecidos de fibra de vidro na madeira são feitos através de resina EPI (Emulsão de Polímeros de Isocianato) ou outra equivalente. Isto posto, o invento é uma solução técnica, estrutural,s egura, durável, ecologicamente correta, ambientalmente amigável e economicamente viaável no âmbito de fabricação de dormentes ferroviários.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#9.2.4
MANTIDO O INDEFERIMENTO UMA VEZ QUE NÃO FOI APRESENTADO RECURSO DENTRO DO PRAZO LEGAL
27/02/2018
RPI 2460
#9.2
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RPI 2386
19/04/2016
RPI 2363
Para que seja aceita a petição nº 860150255411 de 02/11/2015 apresente petição e guia de cumprimento de exigência na forma do Art. 7º da Resolução INPI nº 113/2013.
08/03/2016
RPI 2357
Complementar a retribuição da 3ª anuidade, de acordo com tabela vigente, referente a guia de recolhimento 221501116730-2
08/09/2015
RPI 2331
#3.1
09/09/2014
RPI 2279
#2.1
30/07/2013
RPI 2221
#2.10
Número de Protocolo 15120003402 em 11/12/2012 12:58(PR).
30/04/2013
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