(11) 98705-3426
TrademarkIQ íconeTrademarkIQ
Voltar para busca
Dado oficial do INPI

PATENTE DE VACINA VIVA CONTRA LINFADENITE CASEOSA DE CAPRINOS

ArquivadaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI9903524

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

12/08/1999

Publicação

24/04/2001

Andamento no INPI

  1. Depósito12/08/99
  2. Publicação24/04/01
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 12/08/1999, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.

Falar com um especialista

Última movimentação publicada pelo INPI: 13/07/2004. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

Ebda-Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S/A

BA, BR

Inventores

J. S. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

"PATENTE DE VACINA VIVA CONTRA A LINFADENITE CASEOSA DE CAPRINOS" A vacina aqui descrita apresenta uma eficiência de 83% (conforme os resultados experimentais), contra a linfadenite caseosa dos caprinos, também conhecida como mal do caroço. É composta por uma suspensão de Corynebacterium pseudotuberculosis, cepa 1002. As vacinas atuais contra a linfadenite caseosa, usadas com sucesso em ovinos, apresentam baixos indices de imunoproteção em caprinos, quer quando apresentadas como texóide, como lavado de bactéria inteira ou ainda como bactéria inteira e exotoxina juntas e inativa sem formalina O preparado refere-se a uma cepa naturalmente atenuada de Corynebacterium pseudotuberculosis, obtida após coleta realizada em vários municípios do Estado da Bahia e de outros Estados nordestinos. Esta foi a cepa de número 1002 (ou seja, a milésima segunda obtida na mencionada coleta) e foi isolada de um abscesso de lifonodo superficial pré-escapular de um caprino SRS infectado, no município de Curaçá, Bahia. A amostra apresentou bom crescimento nos meios de cultura geralmente utilizados para este microrganismo, tais como ágar sangue, triptose enriquecida com extrato de levedura e lactoalbumina, bem como a infusão de coração e cérebro (BHI). Neste último meio, mostrou-se produtora de exotoxina. É caracterizada bioquimicamente como positiva para glicose (+), maltose (+), galactose (+) e negativa para lactose, além de não modificar o leite tornassolado. É hermolítica (+/-). Utilizada como imunógeno, é eficiente uma dose de 10^ 9^ CFU, aplicada via subcutânea, num volume de 1ml, tendo como veículo a salina 0,15 M pH 7,2. Esta suspensão apresenta uma significativa perda de atividade, devendo portanto ser usada, quando conservada a 4°C em até 90 dias após a sua fabricação.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI

#11.1.1

13/07/2004

RPI 1749

Arquivamento - Art. 33 da LPI

#11.1

25/11/2003

RPI 1716

Publicação do pedido de patente

#3.1

24/04/2001

RPI 1581

Pedido de patente depositado

#2.1

21/11/2000

RPI 1559

Monitoramento de patentes

Acompanhe esta patente em tempo real.

Receba alertas de despachos, decisões e vencimentos do INPI para o seu portfólio.