Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI
#11.1.1
13/07/2004
RPI 1749
Dados do pedido
Número
PI9816007Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 27/05/1998, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 13/07/2004. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
C. M. (pessoa física)
ES, BR
Inventores
C. M. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
Patente de Invenção "APARELHO CONDICIONADOR DE AR REFRIGERADO, PROCESSO E MÉTODO PARA A CLIMATIZAÇÃO DE CABINES DE MAQUINISTAS DE LOCOMOTIVAS FERROVIÁRIAS E OU SIMILARES". A presente invenção permitirá a fabricação de aparelhos condicionadores de ar para locomotivas ferroviárias, e ou similares e a sua instalação nas mesmas, usando como energia, para o seu funcionamento, a potência motriz retirada através de uma polia bipartida (PBI) adaptada ao eixo do gerador da locomotiva (E.G.L), e transferida através de correias (CR) às polias do compressor (PC) e do gerador. Com o funcionamento do compressor (C) pela polia (PC) e a geração de energia pelo gerador, obtém-se o perfeito funcionamento de um aparelho condicionador de ar refrigerado tendo em vista as peças, circuitos de gás e circuitos elétricos abaixo descritos. Ao se ligar um interruptor elétrico, o aparelho condicionador de ar entrará em funcionamento em razão do atracamento de uma polia eletromagnética (PC), adaptada ao eixo do compressor de refrigeração (C), pela eletricidade gerada por uma bateria elétrica. A polia do compressor (PC), recebendo a força motriz através de correias (CR), aciona o sistema de compressão do gás refrigerante que, saindo pela descarga do compressor (D), por mangueira (M) vai até o condensador (CD), onde é refrigerado e liquefeito; e, saindo deste, o gás passa por uma válvula de retenção (VR), um registro (R), uma válvula tanque (V.T), um tanque de líquido (T.L) com válvula de alívio (V.A), outra válvula tanque (V.T), um filtro de gás (F), um visor de líquido (V.L), outro registro (R), e chega a válvula de expansão (V.E) na entrada do evaporador (EV). Ao evaporar, faz frio e o calor lhe é cedido pela circulação do ar da cabine através dos aletados do evaporador (EV), sendo este ar filtrado na sua entrada. Como resultado do abaixamento da temperatura do ar, parte da umidade do mesmo se condensa e cai na bandeja coletora de água dentro da Unidade Evaporadora, indo então por um dreno, com sifão na ponta, para fora da cabine. Saindo do evaporador, o gás passa por uma válvula controladora de pressão (V.C.P), por um tanque separador de líquido (T.A.S) e por uma válvula reguladora de pressão do cárter (V.R.P.C), um registro (R), indo finalmente para a sucção (S) do compressor (C). Quando atingida a temperatura regulada no termostato pelo maquinista, então os contatos elétricos do termostato interrompem a eletricidade através dos mesmos, e cortam seu fornecimento à polia eletromagnética (PC) do compressor de refrigeração (C), que pára de comprimir o gás. Os eletroventiladores (V) da Unidade Evaporadora (U.E) permanecem funcionando para permitir a uniformização da temperatura do ar da cabine, enquanto que os ventiladores (V) da Unidade Condensadora (U.C) param em função de não haver necessidade de refrigerar o gás, já que este não estará circulando. O gerador elétrico continua funcionando sempre, visto sua finalidade ser a de manter a bateria elétrica sempre carregada para poder acionar os relés, contatores, etc. dos circuitos elétricos. Em anexo, o esquema descritivo apresentado neste documento.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.1.1
13/07/2004
RPI 1749
#11.1
25/11/2003
RPI 1716
#3.1
12/06/2001
RPI 1588
#2.1
20/03/2001
RPI 1576
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