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Dado oficial do INPI

MATERIAL ESTRUTURAL TERMOPLÁSTICO COEXTRUSADO PARA CALÇADOS E PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE MATERIAL COEXTRUSADO

IndeferidaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI9805490

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

23/11/1998

Publicação

20/02/2001

Andamento no INPI

Em recurso
  1. Depósito23/11/98
  2. Publicação20/02/01
  3. Exame
  4. Indeferido26/12/07
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido indeferido pelo INPI em 26/12/2007. A invenção não chegou a ser patenteada.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 26/12/2007. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

Boxflex Componente para Calçados LTDA

RS, BR

Boxflex Componentes para Calçados Ltda.

RS, BR

Boxflex Texon Componentes Para Calçados Ltda

RS, BR

Inventores

M. F. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

"MATERIAL ESTRUTURAL TERMOPLÁSTICO COEXTRUSADO PARA CALÇADOS E PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE MATERIAL COEXTRUSADO" . A presente invenção refere-se a um inovador material estrutural para calçados, termoplástico e coextrusado com termoadesivos, constituindo-se em um material multicamadas. A invenção também diz respeito a um processo de fabricação do dito material estrutural para calçados. O material estrutural proposto pode constituir-se de: - somente uma lâmina de resinas termoplásticas; - por uma lâmina de resinas termoplásticas acoplada a um substrato de material tecido ou não tecido em um único lado; - por uma lâmina de resinas termoplásticas acoplada a dois substratos iguais ou diferentes de tecido ou não tecido pelos dois lados (direito e avesso). O substrato pode empregar, entre outros, os seguintes materiais: não tecido de poliéster, não tecido de polipropileno, tela de poliéster, tela de algodão, laminado de PVC, flocado de algodão, jersey, malha, etc. A sua espessura pode variar de acordo com o material a ser laminado. A lâmina termoplástica é composta pelas seguintes camadas, a seguir descritas: - camadas externas A e C formadas por adesivos termoreativáveis como EVA (etil-vinil-acetato), ésteres taquificantes e aditivos de auxílio de fluxo como amidas. Estas camadas podem apresentar uma formulação distinta entre si, de acordo com a aplicação a ser dada ao material estrutural. - camada intermediária B formada por resinas poliolefínicas como polipropileno, polietileno ou copolímeros de etileno. As operações que constituem o processo de fabricação do material de reforço são as seguintes: 1- mistura da composição 2 - dosagem das formulações 3 - alimentação das extrusoras 4 - extrusão principal 5 - coextrusão das camadas externas 6 - comando da coextrusão 7 - matriz de extrusão 8 - calandragem do material de reforço 9 - resfriamento e ajuste dimensional 10 - tração do material estrutural 11 - corte das placas 12 - reciclagem das aparas refiladas das laterais 13 - enrolamento em bobinas.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Indeferimento

#9.2

Indefiro o presente pedido com base nos artigos 8º, 11 e 13 da Lei da Propriedade industrial, Lei 9279 de 14 de maio de 1996.

26/12/2007

RPI 1929

Conhecimento de parecer técnico

#7.1

12/06/2007

RPI 1901

Alteração de nome deferida

#25.4

Alterado de: Boxflex Texon Componentes Para Calçados Ltda.

12/09/2006

RPI 1862

Republicação - titular

#25.11

Alterado de: Boxflex Componentes Para Calçados Ltda - Referência RPI 1600 de 04/09/2001 - cód. 25.4 - Ítem Despacho

02/10/2001

RPI 1604

Alteração de nome deferida

#25.4

Transferido de: Boxflex Componentes para Calçados Ltda

04/09/2001

RPI 1600

Publicação do pedido de patente

#3.1

20/02/2001

RPI 1572

Pedido de patente depositado

#2.1

21/11/2000

RPI 1559

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