Retificação de publicação
#3.8
Referente a RPI 1531 de 09/05/2000, quanto ao ítem (72)
28/09/2004
RPI 1760
Dados do pedido
Número
PI9804248Tipo
Depósito
Publicação
Pedido publicado na RPI em 09/05/2000 e já visível a qualquer interessado. Segue para o exame técnico do INPI.
Última movimentação publicada pelo INPI: 28/09/2004. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
A. B. (pessoa física)
DF, BR
Inventores
A. M. (pessoa física)
BR
C. B. (pessoa física)
BR
D. C. (pessoa física)
BR
L. B. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
Patente de Invenção SISTEMA VIA SATÉLITE DE ÓRBITA BAIXA DE RETAGUARDA A REDE TERRESTRE DE COMUNICAÇÕES FIXAS. O presente pedido de privilégio refere-se a um SISTEMA VIA SATÉLITE DE ÓRBITA BAIXA DE RETAGUARDA A REDE TERRESTRE DE COMUNICAÇÕES FIXAS destinado a garantir a confiabilidade da rede terrestre comunicações fixas digitais, dentro dos severos padrões internacionais para a rede digital, usando ao invés de redundância local de equipamentos de rádio e suprimento de energia, satélites de órbita baixa. Isto é possível porque na maioria dos enlaces ponto a ponto da Rede Digital de Serviços Integrados (RDSI), com frequênciausa enlaces de múltiplos lances. Isto significa custo de duplicação de vários equipamentos a cada repetidora. Usando-se satélites, com grande área de cobertura, pode-se instalar terminais de satélite apenas nas extremidades do enlaces, a um custo muito menor que a instalação de equipamentos de rádio e de suprimento de energia redundantes a cada repetidora, enquanto ao mesmo tempo os satélites tendo uma vasta área de cobertura, dão retaguarda a vários enlaces, resultando num custo de proteção baixo por enlace. Esta retaguarda não só as paradas acidentais, como a manutenção programada. O número de enlaces protegidos por satélites, é alto, face ao baixo tempo de manutenção sobre o de operação e alta confiabilidade dos equipamentos atuais. No caso de sistemas de órbita baixa, tem-se menores retardos de propagação e menores perdas de propagação, mas a necessidade de: se comutar a comunicação de um satélite para o outro; usar acumuladores de dados buffers para compensar a variação do tempo de radiopropagação; e usar-se rastreio do satélite na antena de solo. No presente sistema, propõe-se o uso de antenas planares de matriz faseada tanto na recepção como transmissão no satélite, que serão similares a um radar de rastreio eletrônico, só que com múltiplos feixes. Estas antenas produzirão um par de feixes bidirecionais para cada enlace, conectando diretamente dois usuários de alta taxa de dados, e manterão o apontamento sobre eles via rastreio automático. Estes feixes serão de altíssimo ganho e iluminarão apenas as vizinhanças dos alvos, garantindo que a cobertura seja feita com baixo consumo de energia de bordo, e que não se interfira em outros sistemas de rádio em operação. Os satélite terão também antenas ominidirecionais de recepção para detectar pedidos de estabelecimento de enlace. Os equipamentos de solo poderão tanto usar antenas similares as do satélite, como refletores esféricos ou parabólicos, com uma esfera de múltiplos emissores e detetores próximos ao foco, similar a um olho de abelha. O conhecimento mútuo por parte do satélite e terminais das posições de ambos, garante o cálculo do apontamento, que será usado também pelo terminal de solo, para apontar seu feixe de alto ganho para o satélite, na banda da antena ominidirecional, para estabelecer o acesso não previamente programado. Finalmente usa-se uma técnica de compartilhamento dos feixes no tempo entre vários usuários, para eventualmente atender vários usuários a taxas de transferência de dados menores que a máxima do feixe.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#3.8
Referente a RPI 1531 de 09/05/2000, quanto ao ítem (72)
28/09/2004
RPI 1760
#11.1.1
15/06/2004
RPI 1745
#11.1
28/10/2003
RPI 1712
#3.1
09/05/2000
RPI 1531
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