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Dado oficial do INPI

"SISTEMA DE CONEXÃO PARA ESTRUTURAS ESPACIAIS"

IndeferidaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI9804156

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

05/10/1998

Publicação

23/05/2000

Andamento no INPI

Em recurso
  1. Depósito05/10/98
  2. Publicação23/05/00
  3. Exame
  4. Indeferido22/11/05
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido indeferido pelo INPI em 22/11/2005. A invenção não chegou a ser patenteada.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 22/11/2005. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

A. N. (pessoa física)

SP, BR

H. H. (pessoa física)

SP, BR

Inventores

A. N. (pessoa física)

BR

H. H. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

''SISTEMA DE CONEXÃO PARA ESTRUTURAS ESPACIAIS", comprendendo, em cada "nó" da estrutura, uma esfera central (11), provida de furos radiais rosqueados, cada um dos quais recebendo e fixando um prisioneiro conector (13), axialmente fixado no extremo (terminal, 15) de uma respectiva barra tubular (16). O prisioneiro - provido de uma ou mais "esferas chaveta", chavetas comuns ou perfis na parte central - está sendo girado através de uma luva de aperto (12), que possui um ou mais rebaixos internos longitudinais/perfis, onde os componentes citados têm liberdade axial. Rotacionalmente porém a luva de aperto (12) e o prisioneiro (13) estão travados. A conexão axial de esfera central, prisioneiro, luva de aperto e terminal da barra de tubo é feito através de um sistema de duas rôscas de igual sentido com passo diferente no prisioneiro (rôsca de maior passo do lado da esfera central e de menor passo no lado da barra de tubo). A fixação do sistema se inicía com o prisioneiro montado no terminal da barra de tubo com uma saliência de uns milímetros de rôscas do aldo da rôsca grossa (lado esfera central). Pelo giro do prisioneiro a rôsca grossa entra na esfera central com mais velocidade do que a rôsca fina sai do terminal da barra de tubo, travando o sistema após alguns giros. A utilização de prisioneiros elimina o problema da técnica anterior de colocação do parafuso (com a cabeça sextavada) dentro do terminal da barra de tubo. As esferas chaveta, chavetas comuns ou os perfis estão posicionadas em lugares definidos dos prisioneiros, afim de garantir dos dois lados dos mesmos a quantidade necessária de fios úteis de rôsca para a correta fixação (batentes com efeito duplo). O uso combinado dos dois sistemas de conexão "Rôsca dupla" possibilita a montagem e a demonstratagem das barras, mesmo com os nós (esferas centrais) rígidamente posicionados, não havendo a necessidade de desmontar as barras vizinhas (vide capítulo "Movimentação e fixação axial"), o que não era possível com a utilização da técnica anterior.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Indeferimento

#9.2

"Indeferido com base no Art. 8º em vista do art. 13 da LPI."

22/11/2005

RPI 1820

Conhecimento de parecer técnico

#7.1

10/05/2005

RPI 1792

Publicação do pedido de patente

#3.1

23/05/2000

RPI 1533

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