Indeferimento
#9.2
"Indeferido com base no Art. 8º em vista do art. 13 da LPI."
22/11/2005
RPI 1820
Dados do pedido
Número
PI9804156Tipo
Depósito
Publicação
Pedido indeferido pelo INPI em 22/11/2005. A invenção não chegou a ser patenteada.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 22/11/2005. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
A. N. (pessoa física)
SP, BR
H. H. (pessoa física)
SP, BR
Inventores
A. N. (pessoa física)
BR
H. H. (pessoa física)
BR
Resumo técnico
''SISTEMA DE CONEXÃO PARA ESTRUTURAS ESPACIAIS", comprendendo, em cada "nó" da estrutura, uma esfera central (11), provida de furos radiais rosqueados, cada um dos quais recebendo e fixando um prisioneiro conector (13), axialmente fixado no extremo (terminal, 15) de uma respectiva barra tubular (16). O prisioneiro - provido de uma ou mais "esferas chaveta", chavetas comuns ou perfis na parte central - está sendo girado através de uma luva de aperto (12), que possui um ou mais rebaixos internos longitudinais/perfis, onde os componentes citados têm liberdade axial. Rotacionalmente porém a luva de aperto (12) e o prisioneiro (13) estão travados. A conexão axial de esfera central, prisioneiro, luva de aperto e terminal da barra de tubo é feito através de um sistema de duas rôscas de igual sentido com passo diferente no prisioneiro (rôsca de maior passo do lado da esfera central e de menor passo no lado da barra de tubo). A fixação do sistema se inicía com o prisioneiro montado no terminal da barra de tubo com uma saliência de uns milímetros de rôscas do aldo da rôsca grossa (lado esfera central). Pelo giro do prisioneiro a rôsca grossa entra na esfera central com mais velocidade do que a rôsca fina sai do terminal da barra de tubo, travando o sistema após alguns giros. A utilização de prisioneiros elimina o problema da técnica anterior de colocação do parafuso (com a cabeça sextavada) dentro do terminal da barra de tubo. As esferas chaveta, chavetas comuns ou os perfis estão posicionadas em lugares definidos dos prisioneiros, afim de garantir dos dois lados dos mesmos a quantidade necessária de fios úteis de rôsca para a correta fixação (batentes com efeito duplo). O uso combinado dos dois sistemas de conexão "Rôsca dupla" possibilita a montagem e a demonstratagem das barras, mesmo com os nós (esferas centrais) rígidamente posicionados, não havendo a necessidade de desmontar as barras vizinhas (vide capítulo "Movimentação e fixação axial"), o que não era possível com a utilização da técnica anterior.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#9.2
"Indeferido com base no Art. 8º em vista do art. 13 da LPI."
22/11/2005
RPI 1820
#7.1
10/05/2005
RPI 1792
#3.1
23/05/2000
RPI 1533
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