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Dado oficial do INPI

VELA DE IGNIÇAÕ RASTREANTE OZONIZADA

Arquivada/ExtintaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI9601903

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

01/07/1996

Publicação

29/09/1998

Andamento no INPI

  1. Depósito01/07/96
  2. Publicação29/09/98
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado pelo INPI. O processo foi encerrado sem chegar a patente e a tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 06/03/2018. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

J. G. (pessoa física)

SP, BR

Visortec Indústria e Comércio de Visores Técnicos Ltda.

SP, BR

Inventores

J. G. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

PEDIDO DE PREVILÉGIO DE INVEÇÃO "VELA DE IGNIÇÃO RASTREANTE OZONIZADA", destinado eliminar a deficiência da energia e do tempo da faísca nos motores modernos de alta rotação e baixo deslocamento específico que utilizam velas de ignição e eleminar a variação no ponto da ignição avançado em altas rotação onde se utilizavam recursos como velas de grau térmico, quentes e frias, dispensando os atuais eletrôdos terra, geralmente em formato de "L" ou vários "L" soldados no castelo metálico, pois o próprio pistão (14) atua como dispositivo distribuidor, sendo o seu deslocamento, através de seu eixo (17), controlador do ciclo termo-dinâmico da máquina térmica a pistões e máquinas de fluxo, além de atuar como massa-terra para operar a combustão no ponto ideal ou Ponto Morto Superior (PMS), com centelha contínua ou arco iônico (12) sobre a superficie (13) do pistão (14) durante todo o tempo em que o pistão (14) estiver próximo ao PMS, sendo o dito o arco iônico (12) controlado, com relação ao ponto ideal, através de termístores e sensores da temperatura da câmara de combustão que controla no circuito primário da bobina, a alta-voltagem disparada em função da varição da resistência na atmosfera comprimida durante o PMS, evitando assim a detonação antes do tempo ideal da combustão. Quando o pistão sai do PMS a centelha cessa, em função da Diferença de Potencial (DDP) entre a superfície do pistão (14) e o terminal (11) da vela (5), onde, transforma a alta voltagem contínua do arco, em eflúvica no terminal (11) da vela (5), desativando o arco (12) de ignição, quando o pistão (14) se afasta da vela (5) rastreante, pois o isolamento (16) do terminal (11) não puntiforme está localizado a uma distância mínima da superfíce (15) interna do cabeçote (8) o que evita a fuga da alta voltagem em forma de arco e a pré-ignição aleatória e durante o tempo em que o eletrodo (4) descarrega o eflúvio elétrico este dispersa na atmosfera sintetizado ozônio na fase da aspiração e compressão catalizando a cumbustão, pois a DDP consegue fechar o arco iônico (12) para dar ignição na mistura e compressão suficiente para reagir, em função da mínima resitência da emulsão carborante e comburente dentro do cilíndro (10) do motor. A vela (5) rastreante, pode ser utilizada como motor de arranque, fazendo-se arranjos onde a mistura é injetada dentro do cilíndro (10 iniciando o funcionamento da máquina, sem depender de acessórios externos de impulsão inicial do eixo na partida elétrica ou pneumática ou inercial, podendo também ser ligada a uma fonte de alta-voltagem contínua, ou ainda, ser modulada ou aleatória e alimentar infinitas velas ligadas em série por um mesmo fio de alta isolação, podendo operar uma ou várias velas, sendo possível disparar várias os arcos rastradores em pontos estratégicos sobre o pistão em geometria de frentes de chama fechando um círculo de combustão estéreo-radiana simultânea. No ciclo diesel, a vela (5) rastreante pode ser usada em substituição à vela térmica, de modo a reduzir aas emissões poluentes e a carga de resíduo térmico para a refrigeração desta, pois a vela (5) rastrante, tem o potencial de reduzir drasticamente o tempo da combustão e a taxa de compressão do diesel pode ser reduzida, também, aumentando assim, o rendimento mecânico com redução das perdas de compressão e aumento termodinâmico pela combustão mais rápida e expansão mais eficiente no curso do pistão.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

8.8

Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2425 de 27/06/2017.

06/03/2018

RPI 2461

Arquivamento por falta de pagamento

#8.6

Referente às 17ª, 18ª, 19ª e 20ª anuidades.

27/06/2017

RPI 2425

Transferência indeferida

#25.2

Indeferido o pedido de transferência contido na petição 018160004545 de 20/12/2016,conforme disposto no art. 59 da Lei 9279 de 14/05/1996, pelo fato do pedido de patente ter sidoindeferido na RPI 1658 de 15/10/2002.

13/06/2017

RPI 2423

111

Recurso conhecido e negado provimento. Mantido o indeferimento do pedido.

30/03/2004

RPI 1734

120

Tome conhecimento do parecer técnico e manifeste-se a respeito do mesmo no prazo de 60 (sessenta) dias.

04/11/2003

RPI 1713

Petição de recurso

#12.2

11/02/2003

RPI 1675

Indeferimento

#9.2

Indeferido com base nos artigos 8º e 11º da LPI

15/10/2002

RPI 1658

Conhecimento de parecer técnico

#7.1

22/05/2001

RPI 1585

Transferência deferida

#25.1

Transferido de: João Artur Graf

30/01/2001

RPI 1569

Transferência em exigência

#25.3

Para atender a solicitação da petição Nº037959/SP de 27/10/1999 Apresente o cessionário poderes para que o assinante possa representá-lo.

02/05/2000

RPI 1530

Publicação do pedido de patente

#3.1

29/09/1998

RPI 1449

Pedido de patente depositado

#2.1

13/01/1998

RPI 1412

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