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Dado oficial do INPI

IDENTIFICADOR MULTI-PROTOCOLO DE CHAMADA TELEFÔNICA RECEBIDA

Arquivada/ExtintaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI9502386

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

21/07/1995

Publicação

17/12/1996

Andamento no INPI

  1. Depósito21/07/95
  2. Publicação17/12/96
  3. Exame21/01/97
  4. Deferimento23/09/97
  5. Concessão01/06/99
  6. Expirado17/11/15

Carta-patente expirada em 17/11/2015: o prazo de proteção chegou ao fim. A tecnologia está em domínio público e pode ser explorada livremente no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 17/11/2015. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

Lucente Empreendimentos e Participações Ltda

SP, BR

R. F. (pessoa física)

SP, BR

Inventores

R. F. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

Patente de Invenção "IDENTIFICADOR MULTI-PROTOCOLO DE CHAMADA TELEFÔNICA". Patente de Invenção de um Identificador multi-protocolo de Chamada Telefônica, que compreende a um circuito elétrico, projetado para funcionar com os três protocolos de sinalização, utilizados no serviço de Identificação de Chamadas Telefônicas, existentes no Brasil, MFC (Multi-frequencial Compelido) nas centrais eletromecânicas, MFP (Multi-frequencial Propelido) e DTMF (Dual Tone Multi-frequencial) nas centrais digitais ou CPA, bastando, para isso, mudar a posição de uma chave de dois polos, ligada ao circuito elétrico. No caso da conexão em uma central eletro-mecânica, utilizando o sistema de sinalização MFC (Multi-frequencial Compelida), o circuito elétrico deve ser ligado em série com a linha telefônica, ou seja, entre a linha e os aparelhos telefônicos do local, pois de acordo com a modificação feita na central telefônica e as Práticas Telebrás 210-110-702 - Especificações de Sinalização entre Registradores para Rede Nacional de Telefonia Via Terrestre e 210-110-706 - Protocolo de Sinalização entre Registradores para a Rede Nacional de Telefonia Via Terrestre, ao receber uma chamada, o circuito elétrico precisa inicialmente identificar o sinal de início de chamada que vem da central, processar a troca de sinalização no protocolo MFC com a mesma, para obter a identificação do assinante chamador e, depois de completada a chamada, enviar a corrente de toque "ring" para os telefones conectados na saída do mesmo. No caso da conexão em uma central digital ou CPA, de acordo com a Prática Telebrás 220-250-713 - Especificação do Serviço de Identificação do Terminal Chamador para CPA com DTMF, o circuito elétrico deve ser ligado em paralelo com a linha telefônica, como se fosse um telefone comum, e funcionar no protocolo DTMF (neste caso, o circuito não troca sinalização com a central, ele só recebe unidirecionalmente os sinais da mesma). Embora exista esta Prática, sugerindo que todas as centrais telefônicas CPA funcionem no sistema DTMF para este tipo de serviço (Identificação de Camadas Telefônicas), há ainda muitas centrais, que, por problemas técnicos e também econômicos, funcionam no sistema MFP (Multi-frequencial Propelido). O circuito elétrico, quando selecionado no modo CPA, através da chave de dois polos, funciona automaticmanete nos dois protocolos (MFP e DTMF), independentemente de qualquer outra chave, "jumper" ou comando de teclado. O circuito elétrico, em ambos os modos (eletro-mecânica e CPA), identifica o terminal chamador antes que o telefone "toque", mostrando o número num "display" de cristal líquido. Para cada ligação (recebida ou efetuada), são armazenados, na memória, o número telefônico, a data e a hora da ligação e o tempo de conversação (se a chamada foi atendida) ou a mensagem "não atendida". A capacidade de armazenamento da memória é de 62 campos (31 para chamadas recebidas e 31 para chamadas efetuadas). Estes dados são mantidos nas memórias (EEPROM) do circuito elétrico, mesmo que ele esteja desligado ou desconectado da energia elétrica, pois este tipo de memória não necessita de alimentação externa, nem de bateria de "back-up", para que os dados, nela gravados, continuem armazenados e intactos. No circuito elétrico, há um conector de quatro pinos, que permite a conexão com um micro-computador, com o objetivo de transferir os dados armazenados na memória do circuito elétrico para a memória do micro, possibilitando, ao receber ou efetuar uma chamada, fazer, por exemplo, uma associação direta com um cadastro de pessoas ou empresas existente no micro ou ainda a manutenção de um banco de dados de chamadas recebidas e efetuadas.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Carta-patente expirada

#21.1

Patente extinta em 21/07/2015

17/11/2015

RPI 2341

24.5

Referente ao despacho 24.3 publicado na RPI 2187 de 05/12/2012.

18/12/2012

RPI 2189

24.3

Referente à 15ª anuidade.

05/12/2012

RPI 2187

Transferência deferida

#25.1

Transferido de: Lucente Empreendimentos e Participações Ltda.

15/04/2008

RPI 1945

22.2

Não conhecida a petição de esclarecimento, DF 495 de 02/12/2002, apresentada por Nélio José Nicolai, por não conter fundamentação legal.

30/12/2003

RPI 1721

Transferência deferida

#25.1

Transferido de: Rodolpho de Lucente Filho

02/07/2002

RPI 1643

Concessão da patente

#16.1

01/06/1999

RPI 1482

Deferimento

#9.1

23/09/1997

RPI 1399

Exigência - art. 36 da LPI

#6.1

05/08/1997

RPI 1392

Solicitação de exame técnico

#4.1

21/01/1997

RPI 1364

Publicação antecipada

#3.2

17/12/1996

RPI 1359

Pedido de patente depositado

#2.1

19/09/1995

RPI 1294

Monitoramento de patentes

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