Arquivamento - Art. 33 da LPI
#11.1
14/03/2000
RPI 1523
Dados do pedido
Número
PI9500607Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 01/02/1995, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 14/03/2000. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
H. T. (pessoa física)
PE, BR
Inventores
H. T. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
Patente de Invenção "NAVE AÉREA ANTI-GRAVITACIONAL". A presente invenção assenta-se basicamente na anulação da Gravidade. O promotor do evento é formado por um trio de bobinas concêntricas, com enrolamento de espiras circulares (AM, AN, e AJ. fig. 1), a partir de um processo rítmico de geração entrecortada de campos de força eletromagnético, em circuito oscilante e em que a repulsão dos ele#trons dos átomos dos corpos da Terra tem o propósito de anular os campos de atração dos mesmos, sem que se permita, pela velocidade do referido processo, a interação subsequente dos campos dos núcleos atômicos (positivos) semi-expostos, com os campos (negativos) gerados pela neve. O esquema da figura 2, onde é demonstrado o desdobramento de todo o processo, compartimenta os componentes eleétricos em tres unidades de processamento, a saber: a - unidade coletora de elétrons b - unidade oscilante c - unidade anti-gravitacional. A unidade coletora de elétrons é constituida de cinco elementos ele#tricos: 1. - o módulo de absorção de elétrons livres (A, fig.2) 2. - os capacitores fixos (I e I', fig. 1) 3. - a bobina G (fig. 2) 4. - a bobina C (fig. 2) 5. - os coletores de elétrons(B-J, fig. 2). Á unidade oscilante peetencem: - o capacitor rotativo (E, fig. 2) - a a chave elétrica rotativa (F, fig. 2). A unidade anti-G é formada pelas tres bobinas conc[entricas de espiras circulares (H,1,2 e 3, fig. 2 ou AM, AN e AJ, fig.1). A nave utiliza como fonte de energia principal os elétrons livres da atmosfera, captados pelas bobinas L e C (Fig. 1) e absorvidos pelo módulo K (Fig. 1) e absorvidos pelo módulo K (Fig.1). Inicialmente uma bacteria de acumuladores, (B, fig. 11) injetará no circuito de partida uma forte correntes elétrica visando energizar os filamentos elétricos do módulo (A, fig. 11) e assim predispô-los, aquecidos, à absorção dos elétrons livres. Essa mesma corrente percorrerá a bobina C (Fig. 11). O campo de força eletromagnético por ela gerado (J. fig. 1) arrebentará os elétrons livres na parte superior da nave, encaminhando-os na direção do módulo K (Fig. 1). Essa operação se constitue num reforço ponderável de elétrons a serem absorvidos pelo citado módulo K (Fig. 1). Entretanto, reforço muitas vezes superior acontecerá quando o capacitor rotativo (E, fig. 2), em seu giro imposto pelo motor AAG (Fig. 1), contactar com o conector 1 (E, fig. 2). Nessa ocasião as cargas elétricas acumuladas nos capacitores fixos I e I' (Fig. 1) e fluxo elétrico do próprio módulo K (Fig. 1), fluirão, simultaneamente para o capacitor rotativo (F, fig. 1) através da bobina L (Fig. 1). Esta gerará então um intenso campo de força eletromagnético, transformando em torrente os fluxos de elétrons encaminhados para o módulo. Imediatamente após, quando o capacitor rotativo contactar com o conector 2, (E, fig. 2) livrar-se-á de sua carga, através da chave elétrica (Q, fig. 1) na direção da bobina C (Fig. 1) quando o campo de força gerado pela mesma (B, fig. 1) coletará os eletrons lives na ampla área do aparelho, suprindo o campo da bobina L (Fig. 1) de um significativo volume de eletrons. A velocidade dos giros do capacitor rotativo assegura a continuidade do processo de suprimento abundante elétrons para o módulo enquanto o volume desses suprimentos irá aumentando progressivamente. As tres bobinas H (1,2 e 3, fig. 2), montadas concentricamente (Am, AN, e AJ, fig. 1) têm por missão a formação de um cone de linhas de força eletromagnéticas, de extrema densidade (AQ, fig. 1), para atender as exigências de repulsão dos campos dos elétrons dos átomos dos corpos, num rítmo pré-determinado, devendo suas linhas de força seguirem os sentidos indicados pelas setas AK, AL e AO, fig. 1). No processo de abastecimento de elétrons livres a unidade coletora de elétrons, o capacitor de placa participa de modo significativo, transferido, pelo processo de influência elétrica, as cargas de elétrons que recebe do circuito oscilante para as moléculas de ar, água e de cristais de gelo. Nesse processo, ionizando e repelindo as moléculas aéreas antes de tocarem a superfície da placa, esse capacitor concorre para que a nave atinja a velocidades supersônicas jamais atingidas por aeronaves comuns a jato, face a ausência de atritos com o ar. A dirigibilidade da nave está condicionada a operação de um sistema de jatos direcionais: horizontais (OJ, KL, e MN, fig. 6); descensionais (localizados na abertura superior da coluna de integração); ascensionais (R, 1, 2, 3 e 4, fig. 6); os jatos estabilizadores de horizontalidade (ID, EF, e GH, fig. 6); os jatos auxiliares (A, B e C, fig. 6); os jatos corretores de posicionamento da cabina do piloto em relação à direção e sentido do vôo da nave (P-Q, fig. 6). Todos funcionando a ar comprimido. Atenção especial, no sentido de segurança das pessoas, deve ser dada à corrente áerea circular inferior, de altíssima velocidade, porquanto, tratando-se de uma corrente predominante iônica, seus efeitos sobre o organismo serão de natureza interatômica, tipo raios X, provocando queimaduras, quedas de cabelo, enjôos, vômitos, pertubações neurológicas, conforme o tempo de exposição à mesma ou o maior ou menor grau de aproximação das pessoas. Menos perigosos à saúde ( e de efeitos passageiros ) serão os males provocados pelas descargas iônicas das bordas de ataque do aparelho ( onde haverá sempre carga excessiva de elétrons ) sobre as pessoas que inadvertidamente se aproximem delas demasiadamente. Acontecerá o que já foi descrito com relação as ionizações das partículas aéreas em torno da placa, ou seja: a - repulsão dos elétrons dos átomos do corpo humano, pelo poderoso campo da placa, com semi-exposição de seus núcleos; b - atração mútua subsequente entre os campos positivos dos núcleos e o campo negativo da placa; c - transposição dos elétrons excedentes da placa para os átomos do corpo (atraídos pelos núcleos), provocando ionização destes; d - repulsão pelo campo da placa dos átomos ionizados do corpo humano. Assim, sobreviverão atração e repulsão instantâneas de partes livres e soltas do corpo, como braços e pernas, com reações dolorosas e temporária de sensibilidade.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.1
14/03/2000
RPI 1523
#3.1
05/08/1997
RPI 1392
#2.1
11/04/1995
RPI 1271
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