Arquivamento - Art. 33 da LPI
#11.1
08/03/2000
RPI 1522
Dados do pedido
Número
PI9402994Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 26/07/1994, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 08/03/2000. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
R. A. (pessoa física)
MG, BR
Inventores
R. A. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
PATENTE DE INVENÇÃO: "SIMULADOR ELETRÔNICO DE DEFEITO". Aparelho anti-furto para automóvel, simulador eletrônico de defeito, projetado para produzir efeitos similares aos de falta de combustível, fazendo intercepções intermitentes no circuito de ignição do motor, um toque de dedo que aterrado o sensor com a condutividade da pele liga o simulador e não importando se houverem "toques" posteriores, já que para desliga-lo será necessário acionar o motor de partida e em um tempo não maior que dois segundos "aterrar" novamente o sensor. Uma vez ligado este aparelho fica em "posição de espera" até que, estando desligado liguem a chave de partida, e estando ligada até que a desliguem, somente quando esta for novamente ligada é que o aparelho entrará em funcionamento e da seguinte forma; de início deixa que o veículo funcione por vinte segundos logo corta-lhe a tensão do circuito de ignição fazendo-o parar, porém dai em diante todas as vezes que na tentativa de fazê-lo voltar a funcionar acionarem a chave de partida, o simulador libera por tres segundos o funcionamento do motor, deixando o veículo portanto na condição de "pega e morre" simulando falta de combustivel. Um sistema de memória garante este simulador em posição de espera ainda que desliguem o cabo da bateria, o que permite a seu proprietário o uso, caso o veículo disponha, de uma chave geral. O simulador eletrônico de defeito, possui um circuito sensor "T1 e T2" que dispara um circuito tipo SCR T3 e T4 (figura 2). Um circuito memória C12 e T6, um circuito de espera C3, R11 e T5 que dispara outro circuito tipo SCR T7 e T8 para alimentar T9 e T10 (figura 3). Um circuito que recebe uma tensão com dezessete segundos de atrazo em relação ao momento que se ligou a chave de partida T11 e T12 que dispara outro circuito tipo SCR T13 e T14 que polariza com atrazo de tres segundos T15 (figura 4). Um circuito que por quanto T15 não conduzir deixa a tensão que sai da conector da chave de ignição (+B2) vão alimentar o circuito de ignição do motor via T16 polarizado por T17 e T18 (figura 5). Um circuito que, quando acionam o motor de partida com o simulador atuando "cortando a tensão do circuito de ignição" libera a tensão para o referido circuito por três segundos D5, R38 E T19, um circuito que desativa os circuitos tipo SCR e apaga a memória quando desligam o simulador T20, T21, T22 e T23.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.1
08/03/2000
RPI 1522
#3.1
18/06/1996
RPI 1333
#2.1
11/10/1994
RPI 1245
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