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Dado oficial do INPI

MÁQUINA E PROCESSO PARA FABRICAÇÃO DE PAPEL E CARTÃO A PARTIR DAS CASCAS DO CÔCO

Arquivada/ExtintaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI9105456

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

16/12/1991

Publicação

22/06/1993

Andamento no INPI

  1. Depósito16/12/91
  2. Publicação22/06/93
  3. Exame03/05/94
  4. Deferimento04/04/00
  5. Concessão05/09/00
  6. Expirado11/06/13

Carta-patente expirada em 11/06/2013: o prazo de proteção chegou ao fim. A tecnologia está em domínio público e pode ser explorada livremente no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 11/06/2013. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

J. D. (pessoa física)

US

M. C. (pessoa física)

RJ, BR

Inventores

J. D. (pessoa física)

US

M. C. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

A presente invenção refere-se a uma máquina industrial e a um novo processo de obter polpa para papel e cartão a partir do material fibroso rico em celulose de que são constituídas as cascas (epicarpo) do côco, as quais, uma vez esmigalhadas, aplainadas e saturadas com água e determinados produtos químicos, podem ser transformadas numa amálgama biodegradável equivalente à polpa de madeira extraída das árvores. A máquina é constituída por uma esteira transportadora (2) onde os côcos inteiros são depositados (1). Uma prensa (3) e um piston (4) movimentados na vertical por um motor (8) acionam: uma lâmina perfuradora (5), que perfura o côco no sentido longitudinal, sendo a água recolhida num recipiente (10); uma lâmina de guilhotina (6) que abre o côco em duas metades; uma lâmina cortadora côncava e rotativa (7) que extrai o miolo, ou copra, que é coletado num recipiente (11); e uma lâmina multi-facetada cortadora e trituradora das cascas (9). As cascas esmigalhadas caiem numa esteira transportadora (13) e passam a seguir por cilindros compressores que vão reduzi-las a grânulos. Estes grânulos entram num tanque (16) onde são misturados com água e separados das impurezas (15). A seguir são aquecidos sob pressão e embebidos numa solução de hidróxido de sódio, hidrosulfureto de cálcio, ou solução equivalente, para dissolver a linhose. As fibras celulósicas formam uma polpa que é lavada com uma solução de cloro (por exemplo dióxido de cloro) para branqueamento. Para evitar aglomerados, nós, etc.; a polpa passa ainda por água e uma percentagem de sulfito de sódio. O escesso de água é removido por escoamento e a polpa passa sob pressão por um dispositivo que possui uma série de cilindros providos de lâminas cortantes que rolam interdigitalmente por entre lâminas idênticas fixas em base de metal, para desintegramento da polpa. Na parte superior da máquina existem três reservatórios: um de produto ligante (17) (resina natural ou sintética, hidróxido de sódio e sulfato de alumínio), um de produto alvejante (18) e um de produto corante (18). Um complemento pode ser adicionado para dar consistência (talco ou sulfato de bário). A massa é expelida (20) por jatos sobre a grade (21) (constituída por uma rede de metal) onde fica uniformemente depositada. Ar quente é insuflado através, provocando secagem. A grade é móvel e circula por uma máquina tipo Fourdrinier (21) que, por meio de cilindros aquecidos e prensas compressoras, extrai a água residual. Por uma esteira (22) a polpa passa por pesados cilindros de ferro aquecidos a vapor e por cilindros de ferro fundido, calandras, sob alta pressão, para acabamento final. Esta invenção tanto usa o côco inteiro aproveitando a água e acopra para fim industrial distinto, quanto pode alternativamente processar em pasta para papel cascas de côco já livres da água e copra. Nesse caso, as três lâminas com que se inicia o processo, isto é a perfuradora (5) a de guilhotina (6) e a côncava e rotativa (7) são desligadas. Pela esteira (2) as cascas de côco vazias seguem diretamente para a operação multi-cortadora e de esmigalhamento (9), continuando sem alteração a sequência operacional descrita anteriormente.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Carta-patente expirada

#21.1

Patente extinta em 16/12/2011

11/06/2013

RPI 2214

Concessão da patente

#16.1

05/09/2000

RPI 1548

Alteração de sede deferida

#25.7

Alterada a sede conforme solicitada na petição Nº015427/RJ de 08/05/2000

18/07/2000

RPI 1541

Deferimento

#9.1

04/04/2000

RPI 1526

Exigência - art. 36 da LPI

#6.1

05/10/1999

RPI 1500

Solicitação de exame técnico

#4.1

03/05/1994

RPI 1222

Publicação do pedido de patente

#3.1

22/06/1993

RPI 1177

Pedido de patente depositado

#2.1

04/02/1992

RPI 1105

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