Arquivamento - Art. 36 §1° da LPI
#11.2
16/06/2020
RPI 2580
Dados do pedido
Número
PI1103405Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: a exigência técnica do INPI não foi cumprida no prazo (art. 36 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 16/06/2020. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
U. S. (pessoa física)
SE, BR
Inventores
M. G. (pessoa física)
BR
R. S. (pessoa física)
BR
Resumo técnico
TRATAMENTO DE EFLUENTES DE PISCICULTURA UTILIZANDO SISTEMA DE ALAGADOS ARTIFICIAIS DE FLUXO SUBSUPERFICIAL CULTIVADOS COM TYPHA DOMINGENSIS NO PÓS TRATAMENTO DE LAGOA DE ESTABILIZAÇÃO. A presente invenção, que em apenas um elemento possibilita tratamento de efluentes de piscicultura de forma contínua ou batelada, reduzindo principalmente as concentrações de nutrientes nitrogenados e fosforados, através da utilização de tratamento primário em lagoa de estabilização (A) seguido de tratamento secundário com alagados artificiais (B) de vazão subsuperficial, e cultivados com macrófitas aquáticas da espécie Typha domingensis. O dito processo é constituído por um difusor do efluente (1), três paredes que servem de obstáculo ao material flutuante (2 e 3) e sedimentável (4), com drenagem de superficie (5, 6, 7 e 8) e de fundo (9, 10, 11 e 12), recolhendo-os em caixas coletoras (13 e 14) para posteriormente serem utilizados como fertilizantes na agricultura. O sobrenadante é recebido em uma calha (15) e passa por um novo difusor (16) que o distribui homogeneamente no segundo compartimento. O volume do segundo compartimento (B) é preenchido ¼ com brita O (17) malha 12 mm, e ¼ com brita 2 (18) malha 30 mm, onde são cultivadas macrófitas aquáticas da espécie Typha dom ingensis (19), e o restante do volume preenchido com o sobrenadante do primeiro compartimento (A). Parte do material em suspensão que não ficar retido na lagoa de estabilização (A) entra no alagado artificial (B) particionado por duas placas tipo guilhotina (20 e 21), onde sofre decomposição por bactérias aeróbias e anaeróbias fixas nas raízes das macrófitas e na brita, funcionando como leito fixo, quando parte dos metabólicos será assimilada pelas macrófitas aquáticas. O efluente tratado é então recolhido por um tubo perfurado (22) e direcionado por desnível para a saída (23), podendo ser reaproveitado na própria piscicultura ou lançados nos ambientes aquáticos sem provocar sua eutrofização artificial
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.2
16/06/2020
RPI 2580
#6.22
24/12/2019
RPI 2555
#6.6.1
10/04/2018
RPI 2466
18/04/2017
RPI 2415
#8.6
Referente às 3ª e 4ª anuidades.
27/09/2016
RPI 2386
#4.3
13/09/2016
RPI 2384
#11.1
19/04/2016
RPI 2363
#3.1
04/08/2015
RPI 2326
#2.1
17/07/2012
RPI 2167
#2.10
Número de Protocolo 36110000086 em 27/07/2011 03:10(SE).
10/01/2012
RPI 2140
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