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Dado oficial do INPI

PASTA SENSÍVEL CONTENDO A ENZIMA FOSFATASE ALCALINA E A MACROALGA VERMELHA DO GÊNERO GRACILARIA PARA USO EM DETECÇÃO DE MICROCISTINAS

Arquivada/ExtintaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI1005859

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

23/12/2010

Publicação

24/04/2013

Andamento no INPI

  1. Depósito23/12/10
  2. Publicação24/04/13
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 07/04/2015. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

U. M. (pessoa física)

MA, BR

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Inventores

G. N. (pessoa física)

BR

J. M. (pessoa física)

FR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

PASTA SENSÍVEL CONTENDO A ENZIMA FOSFATASE ALCALINA E A MACROALGA VERMELHA DO GÊNERO Gracilaria PARA USO EM DETECÇÃO DE MICROCISTINAS. A patente de invenção "Pasta sensível contendo a enzima fosfatase alcalina e a macroalga vermelha do gênero gracilaria para o uso em detecção de microcistinas" consiste no preparo de uma pasta enzimática que pode ser empregada na construção de biossensores amperométricos para detecção de microcistinas em amostras de águas potável ou naturais. Para preparo da pasta sensível, uma solução da enzima fosfatase alcalina comercial foi misturada a um gel de álcool polivinilico contendo grupamentos estirilpiridínicos (PVA-SbQ), tendo sido em seguida adicionada a macroalga vermelha do gênero Gracilaria, previamente hidrolisada e liofihizada. Em seguida, a mistura sensível foi adicionada ao grafite disperso em hidroxietilcelulose, e à enzima inerte soroalbumina bovina. A pasta enzimática foi então empregada na construção de um biossensor amperométrico e, para tal, foi utilizado um sensor serigrafado de três eletrodos, amplamente usado na construção de biossensores enzimáticos. Os testes realizados indicaram elevada sensibilidade do bioseesnor, frente à presença do inibidor da enzima fosfatase alcalina (a microcistina), com limites de detecção abaixos do VMP estabelecido pela legislação brasileira para água potável. O biossensor mostrou-se também bastante estável, mesmo armazenado à temperatura comum de geladeira (em tomo de 4 C); em um tempo de armazenamento de 4 meses, não houve perda considerável da atividade enzimática. A pasta enzimática pode ser, assim, empregada na construção de diferentes protótipos analíticos sensíveis às microcistinas, sejam eles portáteis ou não.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo por descumprimento

#8.11

Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2285 de 21/10/2014.

07/04/2015

RPI 2309

Arquivamento por falta de pagamento

#8.6

Referente à 4ª anuidade.

21/10/2014

RPI 2285

Pedido suspenso — exigência de documentos

#6.6

22/07/2014

RPI 2272

Publicação do pedido de patente

#3.1

24/04/2013

RPI 2207

Pedido de patente depositado

#2.1

05/06/2012

RPI 2161

Requerimento de pedido de patente

#2.10

Número de Protocolo 27100000149 em 23/12/2010 02:40(MA).

20/12/2011

RPI 2137

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