Arquivamento definitivo por descumprimento
#8.11
Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2285 de 21/10/2014.
07/04/2015
RPI 2309
Dados do pedido
Número
PI1005859Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 07/04/2015. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
U. M. (pessoa física)
MA, BR
Inventores
G. N. (pessoa física)
BR
J. M. (pessoa física)
FR
Resumo técnico
PASTA SENSÍVEL CONTENDO A ENZIMA FOSFATASE ALCALINA E A MACROALGA VERMELHA DO GÊNERO Gracilaria PARA USO EM DETECÇÃO DE MICROCISTINAS. A patente de invenção "Pasta sensível contendo a enzima fosfatase alcalina e a macroalga vermelha do gênero gracilaria para o uso em detecção de microcistinas" consiste no preparo de uma pasta enzimática que pode ser empregada na construção de biossensores amperométricos para detecção de microcistinas em amostras de águas potável ou naturais. Para preparo da pasta sensível, uma solução da enzima fosfatase alcalina comercial foi misturada a um gel de álcool polivinilico contendo grupamentos estirilpiridínicos (PVA-SbQ), tendo sido em seguida adicionada a macroalga vermelha do gênero Gracilaria, previamente hidrolisada e liofihizada. Em seguida, a mistura sensível foi adicionada ao grafite disperso em hidroxietilcelulose, e à enzima inerte soroalbumina bovina. A pasta enzimática foi então empregada na construção de um biossensor amperométrico e, para tal, foi utilizado um sensor serigrafado de três eletrodos, amplamente usado na construção de biossensores enzimáticos. Os testes realizados indicaram elevada sensibilidade do bioseesnor, frente à presença do inibidor da enzima fosfatase alcalina (a microcistina), com limites de detecção abaixos do VMP estabelecido pela legislação brasileira para água potável. O biossensor mostrou-se também bastante estável, mesmo armazenado à temperatura comum de geladeira (em tomo de 4 C); em um tempo de armazenamento de 4 meses, não houve perda considerável da atividade enzimática. A pasta enzimática pode ser, assim, empregada na construção de diferentes protótipos analíticos sensíveis às microcistinas, sejam eles portáteis ou não.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#8.11
Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2285 de 21/10/2014.
07/04/2015
RPI 2309
#8.6
Referente à 4ª anuidade.
21/10/2014
RPI 2285
#6.6
22/07/2014
RPI 2272
#3.1
24/04/2013
RPI 2207
#2.1
05/06/2012
RPI 2161
#2.10
Número de Protocolo 27100000149 em 23/12/2010 02:40(MA).
20/12/2011
RPI 2137
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