Arquivamento definitivo por descumprimento
#8.11
31/10/2017
RPI 2443
Dados do pedido
Número
PI0908659Tipo
Depósito
Publicação
Carta-patente disponível
Temos o documento oficial completo deste processo, publicado pelo INPI.
Acessar documentoPedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 31/10/2017. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
Medic Formula Farmácia de Manipulação Ltda EPP
SC, BR
Nano Endoluminal S/A
SC, BR
Naturama Indústria e Comércio de Produtos Agropecuários Ltda
SC, BR
U. C. (pessoa física)
SC, BR
Inventores
C. R. (pessoa física)
BR
C. C. (pessoa física)
BR
C. C. (pessoa física)
BR
D. R. (pessoa física)
BR
F. B. (pessoa física)
BR
J. K. (pessoa física)
BR
L. C. (pessoa física)
BR
L. P. (pessoa física)
BR
P. D. (pessoa física)
BR
R. A. (pessoa física)
BR
R. N. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
BIOMATERIAL COMPÓSITO CELULOSE BACTERIANA-ACEMANANA, PROCESSO DE PRODUÇÃO E USO DOS MESMOS A presente invenção refere-se ao processo de produção e as aplicações de um novo biomaterial compósito constituído de celulose bacteriana e acemanana desenvolvido através de cultivo da bactéria Gluconacetobacter hansenli em meio de cultura suplementado com acemanana, um polissacarídeoproveniente da planta AIoe barbadensís MilIer. Esse produto atualmente não é encontrado no estado da técnica. Variações quanto ao microrganismo produtor (bactéria) e/ou a planta da qual se origina a acemanana devem produzir biomateriais com as mesmas características físicas, químicas e biológicas. O biomaterial compósito aqui descrito é constituído por uma membrana gelatinosa, compostas por nanofibras de celulose e acemanana dispersas aleatoriamente, conforme observações da microestrutura analisada por microscopia eletrônica de varredura (MEV). A cristalinidade do compósito, analisada por difração de raios X, mostrou ser inferior à de celulose bacteriana nativa produzida sob as mesmas condições. A análise de amostras do compósito por espectroscopia no infravermelho com transformada de Fourier (FTIR) sugere a ocorrência de ligações de hidrogênio intermolecular entre os dois polimeros, e ainda alterações morfológicas com relação à celulose nativa, devido à incorporação da acemanana na rede celulósica. A formação do compósito pode ser confirmada pela análise dos ensaios de FTIR, uma vez que o espectro de amostras do compósito de celulose bacteriana e acemamana apresentou um pico relacionado a uma glucomanana. O grande diferencial deste biomaterial deve-se à incorporação da acemanana em nanofibras de celulose bacteriana e seu potencial para a aplicação na área médica, em particular para a obtenção de produtos médicos para a engenharia de tecidos (PMET).
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#8.11
31/10/2017
RPI 2443
#8.6
Referente a RPI 2404 de 31/01/2017 por não cumprir a exigência dentro do prazo estabelecido ou seja 60 dias a contar da data a publicação.
11/07/2017
RPI 2427
Complementar a retribuição da 3ª anuidade de acordo com tabela vigente , referente á guia de re colhimento 221112663260. e comprovar o recolhimento da 7ª anuidade.
31/01/2017
RPI 2404
#15.11
As classificações anteriores eram: A23K 1/00; A23L 1/053; A61K 127/00; A61K 35/74; A61K 36/886; A61K 47/38; A61L 15/28; A61L 27/20; C12N 1/22; C12P 1/04; C12P 19/04
16/08/2016
RPI 2380
#15.11
As classificações anteriores eram: C12P 19/04, C12P 1/04, A61K 35/74, A61K 36/886, A61K 127/00, A61L 15/28, A61L 27/20, A23K 1/00, A23L 1/053, C12N 1/22, A61K 47/38
25/08/2015
RPI 2329
#6.6
26/12/2012
RPI 2190
#3.1
30/08/2011
RPI 2121
#2.1
22/02/2011
RPI 2094
Monitoramento de patentes
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