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Dado oficial do INPI

SISTEMA MODULAR DE FLUXO VARIÁVEL E CONTÍNUO PARA TRATAMENTO DE CURSOS D'ÁGUA POR PROCESSO ITERATIVO E AUTOMATIZADO DE MULTI-SEÇÕES

ConcedidaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI0905508

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

22/12/2009

Publicação

30/08/2011

Andamento no INPI

  1. Depósito22/12/09
  2. Publicação30/08/11
  3. Exame
  4. Deferimento08/10/19
  5. Concessão05/11/19
  6. Em vigor22/12/29

Patente concedida em 05/11/2019 e em vigor até 22/12/2029. Até lá, ninguém pode fabricar, usar ou vender a invenção no Brasil sem autorização do titular.

Proteção válida até:22/12/2029

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Última movimentação publicada pelo INPI: 05/11/2019. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

DT ENGENHARIA DE EMPREENDIMENTOS LTDA.

SP, BR

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Inventores

F. O. (pessoa física)

BR

J. O. (pessoa física)

BR

P. N. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

SISTEMA MODULAR DE FLUXO VARIÁVEL E CONTÍNUO PARA O TRATAMENTO DE CURSOS D'ÁGUA POR PROCESSO ITERATIVO E AUTOMATIZADO DE MULTl-SEÇÕES, compreende no tratamento do curso d'água (CA) como uma sequência de subseções transversais, onde cada subseção transversal (SST) possui um sistema de dosagem de coagulante (SDC) individual para cada sub-seção, que deve realizar uma distribuição homogênea na área e na profundidade dessa subseção transversal (SST), de modo a garantir simultaneamente a adequada injeção do(s) coagulante(s) na massa de água bruta e receber um adequado volume de ar, pelo sistema de aeração (SDA), gerando a primeira mistura de ar na bacia de coagulacão, através de um alto gradiente de velocidade; sendo que no término do primeiro trecho da bacia de coagulação é previsto um monitoramento da coagulação (MC), do nivel de pH (MpH) e do diâmetro dos coágulos (MDC), sendo os dados coletados e enviados para o controlador lógico programável (CLP) que irá controlar as dosagens de coagulantes de forma iterativa e automatizada; sendoque no término de cada trecho subsequente da bacia de coagulação serão instalados os mesmos sensores de monitoramento para identificar a evolução da coagulação e de forma iterativa com o controlador lógico programável (CLP) definir os gradientes de velocidade dos próximos trechos da bacia de coagulação, através da regulagem dos inversores de frequência dos sopradores de ar que realizam a injeção de bolhas grossas de ar por meio de aeradores que promovem a adequada agitação da bacia de coagulação e formam o sistema de aeração (SDA) de cada trecho da bacia de coagulação, realizando progressivamente o aumento de diâmetro dos coágulos e o monitoramento de diâmetro dos coágulos (MDC). O sistema de dosagem de polímero (SDP) possui funcionamento similar ao sistema de dosagem de coagulantes, com distribuição homogênea na área e na profundidade de cada subseção transversal (SST) da bacia de floculação com gradientes de velocidade decrescentes em função das linhas de sensores de monitoramento de diâmetro dos flocos (MDF); sendo que após a coagulação e floculação, o sistema de microaeração (SDM) injeta uma mistura água/ar formando micro-bolhas, onde a vazão de água de recirculação utilizada na mistura pode ser alterada automaticamente e o ar injetado nos misturadores pode ser do tipo ambiente, ou concentrado de oxigênio, ou oxigênio puro ou outros gases; sendo que a utilização de tais opções ocorre automaticamente pelo controlador lógico programável (CLP) através da identificação do diferencial de oxigênio dissolvido em relação à água bruta e à água tratada, medidos por sensores de monitoramento de oxigênio dissolvido (SMOD) estrategicamente posicionados; sendo que esse munitoramento e controle de vazões de água e gases permite um controle preciso do valor de Oxigênio Dissolvido na saida de cada subseção; sendo que o lodo flotado formado após o sistema de microaeração (SMD) é raspado e pré-adensado através do sistema de arraste automatizado de lodo (SAAL), o qual é acionado por um sistema automatizado que identifica a espessura do lodo através de sensores de espessura de lodo (SEL) localizados no sistema de remoção de lodo flotado (SRLF), otimizando assim a concentração de sólidos no lodo que é desidratado; sendo o lodo flotado removido do curso d'água pode ser gradeado para a remoção de resíduos grosseiros podendo ser basculante com raspagem manual ou provido de gradeamento mecanizado, de forma a despejar o material gradeado em uma esteira transportadora que descarrega em um silo de lixo; sendo o lodo flotado e gradeado despejado em uma caixa de lodo onde pode ser triturado para a proteção dos equipamentos de bombeamento contra fibras e demais resíduos de menores diâmetros; sendo que o lodo flotado, gradeado e triturado é bombeado para a rede de esgoto ou para tanques de homogeneização que alimentam um sistema de desidratação e inertização de lodo, podendo o lodo desidratado ser secado termicamente ou até queimado por sistema específico; sendo que o resíduo liquido gerado no processo de desidratação, denominado de clarificado, é devolvido ao curso d'água, no inicio do processo de tratamento, de forma distribuída nas subseções transversais através de tubulações, podendo ser novamente tratado junto com a água bruta. Com esse sistema obtem-se um resultado homogêneo no tratamento de cursos d'água ao longo de toda sua extensão, bem como o tratamento de manutenção desses cursos d'água, principalmente daqueles que sao receptores de linhas de esgotos residuais e clandestinos; e ainda apresenta um efeito extremamente benéfico no tratamento periódico e preventivo de cursos d'água já submetidos aotratamento inicial de despoluição.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Concessão da patente

#16.1

05/11/2019

RPI 2548

Deferimento

#9.1

08/10/2019

RPI 2544

Notificação de acesso ao patrimônio genético

#6.6.1

17/04/2018

RPI 2467

Publicação do pedido de patente

#3.1

30/08/2011

RPI 2121

Pedido de patente depositado

#2.1

10/08/2010

RPI 2066

Monitoramento de patentes

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