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Dado oficial do INPI

MÁQUINA GERADORA DE PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DE APARAS E DESCARTES DE COURO EM HIDROLISADO DE COURO E PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DE APARAS E DESCARTES DE COURO IN NATURA OU CURTIDO EM ADUBO ORGÂNICO

ArquivadaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI0701001

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

26/02/2007

Publicação

14/10/2008

Andamento no INPI

  1. Depósito26/02/07
  2. Publicação14/10/08
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 26/02/2007, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 16/11/2011. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

JGB - Equipamentos de Segurança S/A

RS, BR

Inventores

J. B. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

MÁQUINA GERADORA DE PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DE APARAS E DESCARTES DE COURO EM HIDROLISADO DE COURO E PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DE APARAS E DESCARTES DE COURO IN NATURA OU CURTIDO EM ADUBO ORGÂNICO. Consiste em uma máquina esférica, elaborada a base de chapa inox 304, espessura 5/8 (cinco oitavos de polegadas), responsável pela geração controlada de uma pasta gelatinosa obtida a partir do cozimento das aparas de couro, gerando o princípio de todo o processo de produção de adubo orgânico a partir de aparas de couro bovino hidrolisado, curtidas ao cromo III, processo este que consiste em quatro etapas, quais sejam elas: cozimento, depósito de massa hidrolisada, secador e granulometria. O processo de transformação de aparas e descartes de couro curtido ao cromo III em adubo orgânico caracteriza-se por faixas de temperatura e pressão em que ocorre a hidrólise - o vapor é alimentado de forma homogênea em todo o volume da esfera com a utilização de válvulas distribuidoras; o controle da pressão e da temperatura são absolutamente críticos para a ocorrência da hidrólise no grau de hidrolisação adequado à posterior desidratação; a hidrólise ocorre temperaturas entre 150 e 190° C e a pressões entre 8 e 14 kgf/cm2. E é monitorada pela câmara de porta dupla e pelo processo de desidratação da gelatina - o hidrolisado de couro é desidratado por atomização, ou descarga em um forno tubular a fogo, em contracorrente com os fumos da combustão e é abatido na zona onde a umidade chegue ao limite desejado (6 a 80%).

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI

#11.1.1

16/11/2011

RPI 2132

Arquivamento - Art. 33 da LPI

#11.1

30/08/2011

RPI 2121

Publicação do pedido de patente

#3.1

14/10/2008

RPI 1971

Pedido de patente depositado

#2.1

15/05/2007

RPI 1897

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