Publicação do pedido arquivado definitivamente
#3.6
23/09/2008
RPI 1968
Dados do pedido
Número
PI0700501Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado pelo INPI. O processo foi encerrado sem chegar a patente e a tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 23/09/2008. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
V & M do Brasil S.A
MG, BR
Inventores
H. B. (pessoa física)
FR
R. B. (pessoa física)
FR
R. N. (pessoa física)
BR
T. R. (pessoa física)
BR
V. M. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
SISTEMA PARA PRODUÇÃO CONTÍNUA DE CARVÃO VEGETAL. O sistema para produção contínua de Carvão Vegetal apresenta ganhos e vantagens sobre o processo convencional de produção de carvão vegetal em fornos de alvenaria e em sistemas de bateladas, no consumo de madeira por tonelada de Carvão Vegetal, na geração de cinzas e de tiços, no aproveitamento integral dos subprodutos do processo, desde a serragem proveniente do corte da madeira até os gases da pirólise e o alcatrão, que foram aproveitados na geração de gases quentes para a utilização no próprio sistema de carbonização e na secagem da madeira. A figura 1 mostra um esquema do forno de carbonização com o carregamento da madeira sendo feita no topo (1) e, descendo, passa pela secagem (2), pela carbonização (3), a zona de resfriamento (4) e a descarga (5). O sistema é monitorado por sonda para manter o forno sempre com a carga máxima de madeira. A madeira vai descendo à medida que o Carvão Vegetal for sendo retirado na parte inferior, mantendo a continuidade do processo. A figura 2 ressalta o sistema de "Tubo Duplo" (6) cuja função é a de afastar o carregamento da madeira da saída dos gases para eliminar a ocorrência de entupimentos pela serragem combinada com alcatrão. A figura 3 mostra a região dos "Cones" (9) cuja função é proporcionar a separação e distribuição, dentro do forno, do fluxo de gases que entram e saem através de aberturas na lateral da carcaça. Desta forma, o fluxo de gases torna-se bem distribuído por toda a coluna de Carvão e madeira para que a troca térmica seja homogênea. Existem dois fluxos principais de gases: o fluxo de gases de carbonização, em que o gás quente é injetado logo abaixo do cone superior (7) e move-se em direção ao topo do forno e o fluxo de gases de resfriamento (10), com o gás frio sendo injetado logo abaixo do cone inferior e retirado da retorta logo abaixo do cone intermediário (11). A figura 4 mostra a região de descarga do Carvão Vegetal (5) na base do forno. O Gerador de Gás Quente (GGQ), localizado em uma unidade anexa ao forno, é o componente responsável pela geração de energia calorífica para o processo de carbonização. Uma parte do gás gerado na carbonização retorna para o processo, é queimado no GGQ e re-introduzido no forno, fornecendo assim a temperatura necessária para a pirólise da madeira ainda não carbonizada. O esquema simplificado, figura 5, ilustra o princípio de funcionamento do GGQ. Na unidade de co-geração (UCG) reaproveita-se o combustível do processo de carbonização, denominado gás de processo para caldeira (GP-CAL). Os outros combustíveis utilizados na caldeira são: alcatrão, serragem, madeira e resíduos vegetais (cascas e galhos). As características GP-CAL dependem das condições de operação do processo, podendo-se alterar a vazão, a composição química e o PCI. Os gases de exaustão da caldeira são utilizados a jusante do processo, em uma instalação de secagem de madeira.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#3.6
23/09/2008
RPI 1968
#11.11
Referência: Prioridade interna no PI0800063-8.
18/03/2008
RPI 1941
#2.1
27/03/2007
RPI 1890
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