Resumo técnico
"REALIZAÇÃO, POR EXPANSÃO PLÁSTICA, DE UMA JUNTA TUBULAR ESTANQUE COM SUPERESPESSURA(S) DE MATÉRIA LOCAL(IS) E INICIAL(IS)". A presente invenção refere-se a uma junta tubular expansível, compreendendo um primeiro elemento tubular macho (EM) munida de uma filetagem macho (FM), uma primeira saliência anular (L1) que tem uma primeira superfície de batente axial (SB1) e uma primeira superfície interna (Sl1) e primeira superfície externa (SE1) e uma segunda superfície de batente (SB2) , assim como um elemento tubular fêmea (EF) munido de uma filetagem fêmea (FF), uma segunda saliência anular (L2) que tem uma terceira superfície de batente (SB3), uma segunda superfície externa (SE2), e uma segunda superfície interna (SI2), e uma terceira superfície interna (SI3) e uma quarta superfície de batente axial (SB4) definindo com essa segunda superfície externa (SE2) um primeiro alojamento anular (LO) homólogo dessa primeira saliência (L1). De acordo com a invenção, o elemento tubular macho (EM) compreende uma superespessura anular local (SA1) ao nível de uma quarta superfície interna (SI4) que prolonga a segunda superfície de batente (SB2). O elemento tubular fêmea (EF) compreende sobre sua terceira superfície interna (SI3) uma calha anular (G1) situada , após parafusação ao nível da primeira superfície externa (SE1) e dessa superespessura anular (SA1). Os elementos tubulares macho e fêmea são conformados, de modo que, após parafusação, a primeira saliência (L1) seja alojada no alojamento anular (LO), e a segunda e terceira superfície de batente (SB3) e/ou essa primeira superfície de batente (SB1) se apóiem uma contra a outra, a fim de permitir, quando de uma expansão diametral no domínio da deformação plástica, a formação ao nível da primeira superfície externa (SE1) de um rebordo anular (EP) que apresenta a conformação de uma parte da calha (G1) e em contato estreito e estanque com esta.