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Dado oficial do INPI

REALIZAÇÃO, POR EXPANSÃO PLÁSTICA, DE UMA JUNTA TUBULAR ESTANQUE COM SUPERESPESSURA(S) DE MATÉRIA LOCAL(IS) E INICIAL(IS)

ExtintaPatente de InvençãoPCT · FR2004002986

Dados do pedido

Número

PI0416408

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

23/11/2004

Publicação

09/01/2007

PCT

FR2004002986

Andamento no INPI

  1. Depósito23/11/04
  2. Publicação09/01/07
  3. Exame
  4. Deferimento10/10/17
  5. Concessão05/12/17
  6. Extinto07/01/20

Patente concedida em 05/12/2017 e depois extinta em 07/01/2020. A proteção terminou antes do prazo e a tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 07/01/2020. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

VALLOUREC MANNESMANN OIL & GAS FRANCE

FR

V. F. (pessoa física)

FR

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Inventores

B. D. (pessoa física)

FR

E. V. (pessoa física)

FR

L. D. (pessoa física)

FR

Dados técnicos

Classificação IPC

Prioridades unionistas

FR

03 14037 · 28/11/2003

Resumo técnico

"REALIZAÇÃO, POR EXPANSÃO PLÁSTICA, DE UMA JUNTA TUBULAR ESTANQUE COM SUPERESPESSURA(S) DE MATÉRIA LOCAL(IS) E INICIAL(IS)". A presente invenção refere-se a uma junta tubular expansível, compreendendo um primeiro elemento tubular macho (EM) munida de uma filetagem macho (FM), uma primeira saliência anular (L1) que tem uma primeira superfície de batente axial (SB1) e uma primeira superfície interna (Sl1) e primeira superfície externa (SE1) e uma segunda superfície de batente (SB2) , assim como um elemento tubular fêmea (EF) munido de uma filetagem fêmea (FF), uma segunda saliência anular (L2) que tem uma terceira superfície de batente (SB3), uma segunda superfície externa (SE2), e uma segunda superfície interna (SI2), e uma terceira superfície interna (SI3) e uma quarta superfície de batente axial (SB4) definindo com essa segunda superfície externa (SE2) um primeiro alojamento anular (LO) homólogo dessa primeira saliência (L1). De acordo com a invenção, o elemento tubular macho (EM) compreende uma superespessura anular local (SA1) ao nível de uma quarta superfície interna (SI4) que prolonga a segunda superfície de batente (SB2). O elemento tubular fêmea (EF) compreende sobre sua terceira superfície interna (SI3) uma calha anular (G1) situada , após parafusação ao nível da primeira superfície externa (SE1) e dessa superespessura anular (SA1). Os elementos tubulares macho e fêmea são conformados, de modo que, após parafusação, a primeira saliência (L1) seja alojada no alojamento anular (LO), e a segunda e terceira superfície de batente (SB3) e/ou essa primeira superfície de batente (SB1) se apóiem uma contra a outra, a fim de permitir, quando de uma expansão diametral no domínio da deformação plástica, a formação ao nível da primeira superfície externa (SE1) de um rebordo anular (EP) que apresenta a conformação de uma parte da calha (G1) e em contato estreito e estanque com esta.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Manutenção da Extinção - Art. 78 inciso IV da LPI

#24.10

Em virtude da extinção publicada na RPI 2541 de 17-09-2019 e considerando ausência de manifestação dentro dos prazos legais, informo que cabe ser mantida a extinção da patente e seus certificados, conforme o disposto no artigo 12, da resolução 113/2013.

07/01/2020

RPI 2557

Extinção para fins de restauração (art. 87)

#21.6

Referente à 15ª anuidade.

17/09/2019

RPI 2541

Concessão da patente

#16.1

05/12/2017

RPI 2448

Deferimento

#9.1

10/10/2017

RPI 2440

Alteração de nome deferida

#25.4

13/10/2015

RPI 2336

Notificação de entrada na fase nacional - PCT

#1.3

09/01/2007

RPI 1879

Monitoramento de patentes

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