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Dado oficial do INPI

MÉTODOS PARA DETERMINAR A COMPOSIÇÃO DO FLUIDO DE FURO DESCENDENTE EM UM ESPAÇO ANELAR, E PARA MEDIR O TRANSPORTE DE RESÍDUOS DE PERFURAÇÃO, SISTEMA DE CONTROLE DE POÇO, MÉTODO PARA MEDIR UM CAMPO DE TENSÃO EM UMA FORMAÇÃO, DETECTOR DE PERFIL DE VELOCIDADE DE FLUIDO DE FURO DESCENDENTE, E, MÉTODOS PARA MEDIR UM FLUXO DE LAMA DE FURO DESCENDENTE, PARA DETECTAR TIPOS DE FLUIDO EM UM ESPAÇO ANELAR, E PARA MEDIR A PERDA DE FLUIDO DENTRO DE UMA FORMAÇÃO

Arquivada/ExtintaPatente de InvençãoPCT · US2003015232

Dados do pedido

Número

PI0309893

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

14/05/2003

Publicação

07/06/2005

PCT

US2003015232

Andamento no INPI

  1. Depósito14/05/03
  2. Publicação07/06/05
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 13/03/2012. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

Halliburton Energy Services, INC.

US

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Inventores

A. H. (pessoa física)

US

J. B. (pessoa física)

US

J. B. (pessoa física)

US

P. R. (pessoa física)

US

T. W. (pessoa física)

US

W. H. (pessoa física)

US

Dados técnicos

Classificação IPC

Prioridades unionistas

US

60/380,648 · 15/05/2002

Resumo técnico

MÉTODOS PARA DETERMINAR A COMPOSIÇÃO DO FLUIDO DE FURO DESCENDENTE EM UM ESPAÇO ANELAR, E PARA MEDIR O TRANSPORTE DE RESÍDUOS DE PERFURAÇÃO, SISTEMA DE CONTROLE DE POÇO, MÉTODO PARA MEDIR UM CAMPO DE TENSÃO EM UMA FORMAÇÃO, DETECTOR DE PERFIL DE VELOCIDADE DE FLUIDO DE FURO DESCENDENTE E MÉTODOS PARA MEDIR UM FLUXO DE LAMA DE FURO DESCENDENTE, PARA DETECTAR TIPOS DE FLUIDO EM UM ESPAÇO ANELAR, E PARA MEDIR A PERDA DE FLUIDO DENTRO DE UMA FORMAÇÃO" São descritos um aparelho e sistema para medição in situ de fluxo de fluido em furo descendente, empregando técnicas de desvio de fase/desvio de freqüência de Doppler. Primeiramente, uma velocidade de linha de referência de som é estabelecida tão próximo ao ponto de medição quanto possível. Esta velocidade de medição de som é então usada em cálculos de Doppler, para determinar as velocidades de fluxo com base no desvio de Doppler resultantes do fluxo de fluido. Um arranjo de receptor heteródino é preferivelmente usado para processamento, a fim de que a direção do fluxo possa ser determinada e a sensibilidade de detecção para baixas velocidades de fluxo possa ser aumentada. Por medições in situ, os recuos de poço podem ser localizados e pode-se lidar com eles em tempo real. Além disso, os modelos teóricos atuais de propriedades reológicas podem ser verificados e expostos ao se usarem técnicas em medição de furo descendente in situ, com sensores de perfil de taxa ou velocidade de fluxo (13a, 13b, 13c & 13d) de uma coluna de perfuração (8). Além disso, as medições de velocidade descritas aqui podem ser usadas para reconhecer a circulação perdida no furo descendente e/ou os influxos de gás/água/óleo tão cedo quanto possível, mesmo quando as bombas de recirculação de lama (16) estão desligadas.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo por descumprimento

#8.11

Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2094 de 22/02/2011.

13/03/2012

RPI 2149

Arquivamento por falta de pagamento

#8.6

Referente à 7ª anuidade(s).

22/02/2011

RPI 2094

Notificação de entrada na fase nacional - PCT

#1.3

07/06/2005

RPI 1796

Monitoramento de patentes

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