Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI
#11.1.1
04/12/2007
RPI 1926
Dados do pedido
Número
PI0306422Tipo
Depósito
Publicação
Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 16/12/2003, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 04/12/2007. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
L. R. (pessoa física)
MG, BR
Inventores
L. R. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
"ROTOR EÓLICO TUBULAR COM SISTEMA DE CONTRAPESO". Utilizado para captar força eólica através de um eixo elevado, com projeção vertical, equipado com 18 hélices curvas, dispostas em espiral, com 3 fileiras horizontais e 6 fileiras verticais, (fig. 1) com diferenças de peso entre as hélices (fig. 2) de modo a provocar deslocamentos no centro de gravidade do eixo, em conseqüência da aplicação da forca do vento, de forma alternada, em hélices de diferentes pesos, dispostos em posição simétrica e diametralmente opostas. O próprio eixo elevado permite a obtenção da altura necessária ao funcionamento do rotor, que pode ser instalado em uma estrutura mais baixa, com menor custo de instalação e maior facilidade de acesso ao gerador (5 da fig.1). A transmissão de força é efetuada para um gerador localizado na extremidade inferior do eixo. Além da pressão normal do vento sobre o conjunto de hélices, a alternância da aplicação de força nas hélices de maior e de menor peso, faz com que o centro de gravidade do eixo se desloque ao longo do formato cilíndrico do mesmo, provocando uma rotação em parafuso, o que facilita a quebra da resistência inercial. O fato de o rotor ser equipado com hélices curtas produz um menor efeito de alavancagem das hélices sobre o eixo, o que é compensado pelo maior número de hélices e pelo efeito causado pelos contrapesos distribuídos nas hélices, que 'arremessam' o centro de gravidade no sentido direcional do movimento, criando dois vetores adicionais de força de aplicação tangencial intensificada, nos pontos do eixo onde há maior concentração de peso. Por ter um formato tubular (fig. 1), este rotor funciona com vento em qualquer direção, sem haver necessidade de reposicionamento do mesmo, em função da mudança de direção do vento. E por ter um formato mais compactado, com hélices curtas, é menor a área de rotação das hélices, o que reduz o risco de acidente e permite a instalação do rotor em pequenos espaços, tais como lajes superiores de prédios e residências, favorecendo o conceito de geração distribuída.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#11.1.1
04/12/2007
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