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Dado oficial do INPI

FABRICAÇÃO DE PÓ ULTRAFINO PARA USO COMO ADITIVO EM CONCRETOS ESTRUTURAIS, A PARTIR DO RESÍDUO DE BAUXITA

ArquivadaPatente de Invenção

Dados do pedido

Número

PI0303167

Tipo

Patente de Invenção

Depósito

21/07/2003

Publicação

05/04/2005

Andamento no INPI

  1. Depósito21/07/03
  2. Publicação05/04/05
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 21/07/2003, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 04/12/2007. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

A. M. (pessoa física)

SP, BR

D. B. (pessoa física)

SP, BR

E. S. (pessoa física)

SP, BR

G. C. (pessoa física)

SP, BR

Inventores

A. M. (pessoa física)

BR

D. B. (pessoa física)

BR

E. S. (pessoa física)

BR

G. C. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

"FABRICAÇÃO DE PÓ ULTRAFINO PARA USO COMO ADITIVO EM CONCRETOS ESTRUTURAIS, A PARTIR DO RESÍDUO DE BAUXITA". Refere-se a patente de invenção a um processo para a fabricação de um particulado de pó ultrafino, única e exclusivamente a partir do resíduo de bauxita (1), para aplicação como aditivo em concretos estruturais, levado para o processo de secagem e calcinação (2), para expulsão da umidade, da água estrutural e de material orgânico, gerando gases (4) que retornarão ao sistema, contribuindo para o aquecimento (3) do processo de secagem e calcinação (2), que deve ocorrer em temperaturas entre 400 C e 650 C, ocasião em que o resíduo da bauxita calcinado (5) é levado para o processo de cominuicação primária (6), obtendo um material particulado, pó primário (7), que apresenta distribuição granulométrica entre 1 a 300 m, estando em condições adequadas para passar pelo processo de sinterização (8) em temperaturas variando entre 650 C e 1.45O C, gerando gases (10) que retornarão ao sistema, contribuindo para o aquecimento (9) do processo de sinterização (8) depois pelo processo de resfriamento (11), entre 20 C e 70 C por segundo, obtendo-se o aglomerado de pós (12) que passará, então, pelo processo de cominuição secundária (13) a fim de se obter uma distribuição granulométrica contínua ou discreta, com tamanho de partículas variando entre 0,1 e 80 m, obtendo o pó ultrafino (14). Por fim o pó ultrafino é agrupado segundo classes distintas em função do pronunciamento da atividade pozolânica no pó. Tais classes são nomeadas em classe A, com atividade pozolânica, e classe B, sem atividade pozolânica apresentando apenas efeito filler, distintas em função da temperatura de sinterização (8) do pó primário granulado, sendo que para a primeira temperatura varia de 650 C a 900 C e para a segunda de 900 C a 145O C.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI

#11.1.1

04/12/2007

RPI 1926

Arquivamento - Art. 33 da LPI

#11.1

08/05/2007

RPI 1896

Transferência deferida

#25.1

Transferido de: Guilherme Baltar Crochemore

09/08/2005

RPI 1805

Publicação do pedido de patente

#3.1

05/04/2005

RPI 1787

Pedido de patente depositado

#2.1

09/12/2003

RPI 1718

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