Resumo técnico
O BANCO PARA BICICLETA tem uma construção original, sugere uma forma retangular onde os cantos são fortemente arredondados, um oval estendido, com o comprimento tendo o dobro do tamanho da largura (sem preciosismo matemático, caráter apenas ilustrativo). É posicionado na bicicleta formando um "T", onde o eixo menor do "T" representa o banco, e o eixo maior representa a bicicleta no sentido do comprimento. Permite o livre movimento de coxas, nádegas e pernas do ciclista, não comprometendo de forma alguma a aderência "bicicleta/ciclista". Quando o ciclista não está pedalando, ele de fato está descansando, confortavelmente sentado, mesmo com a bicicleta em movimento. Este banco, objeto da presente patente, é caracterizado por: uma base de metal (figura 1), fixada no canote convencional (figura 2), presente em toda bicicleta, um assento (figura 3) de espuma injetada ou EVA recoberto com tecido (mesmo padrão usado nos bancos de automóveis), que faz o contato com as nádegas do ciclista. Tendo em vista sanar os inconvenientes proporcionados por um apoio fundamentalmente concentrado no períneo (caracteristica do selim convencional), foi ampliado e redirecionado o principal ponto em que o ciclista se apóia. Com o "BANCO PARA BICICLETA", o principal ponto de apoio do ciclista passa a ser sobre as nádegas. Sem a enorme pressão sobre o perineo, são eliminados os inconvenientes que são conhecidos e apontados por diversos estudos e reportagens, além de permitir ao ciclista uma posição absolutamente confortável.