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Dado oficial do INPI

TERMOPARES PARA MEDIÇÕES DE TEMPERATURA

Arquivada/ExtintaModelo de Utilidade

Dados do pedido

Número

MU8502965

Tipo

Modelo de Utilidade

Depósito

09/09/2005

Publicação

15/05/2007

Andamento no INPI

  1. Depósito09/09/05
  2. Publicação15/05/07
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado por falta de pagamento das anuidades (art. 86 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 16/07/2013. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

A. I. (pessoa física)

SP, BR

M. A. (pessoa física)

SP, BR

R. S. (pessoa física)

SP, BR

Inventores

A. I. (pessoa física)

BR

M. A. (pessoa física)

BR

R. S. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

TERMOPARES PARA MEDIÇÕES DE TEMPERATRURA são constituidos de dois metais diferentes soldados numa ponta, caracterizados pela geração de força eletromotriz (fem em mV). Os termopares são normalmente constituidos pela junção de 2 fios metálicos sendo um deles metal puro e outro uma liga. Em certos casos, o termopar é constituído de duas metálicas. O material do termopar deverá ser selecionado conforme as condições de sua aplicação. É necessário saber inicialmente qual o tipo de termopar, diâmetro do fio e comprimento. A seguir, damos a orientação quanto a temperatura de uso. A sensibilidade e tempo de resposta rápida estão diretamente ligados ao diâmetro do fio. UM fio de diâmetro menor dará resposta mais rápida, porém sua durabilidade não deve ser levada em consideração enquanto que fio de diâmetro maior terá uma vida mais longa. Os termopares são classificados em tipos pelos organismos internacionais, tais como: DIN, NSI, IDA, ASME, JIS, ASTM, API, etc. Conforme constam no Relatório Descritivo, há (6) seis tipos principais de termopares mais utilizados comumente, como: Termopar Tipo J de ferro-constantan que pode ser utilizado com ou sem tubo protetor em ambientes onde não existe oxigênio livre, porém, é recomendado o uso de tubo metálico para proteção mecânica ou para vida mais longa do termopar. Como estes pares se oxidam rapidamente a uma temperatura acima de 540 , é recomendado que os fios de bitolas maiores sejam, utilizados, quando a temperatura de trabalho excede esse limite. Temperatura máxima de uso: 800 . Termopar Tipo K: de Cromel-Alumel (Ni-NiCr) Devido a sua segura exatidão de calibração, este termopar é usado extensivamente à temperatura até 120 C. É importante proteger este tipo de par, com um tubo de proteção metálica adequado à temperatura de uso, ou tubo de proteção cerâmica (710) em atmosfera redutora. Termopar tipo T: Cobre-Constantan: Este termopar pode ser utilizado em ambientes oxidantes e às baixas temperaturas. Devido a sua estabilidade, este termopar pode ser utilizado no vácuo, inerte e em atmosferas oxidante ou redutora. Em temperatura é recomendado para uma grande variedade de aplicações, em temperaturas de -180 C a +370 C.Termopar Tipo E: Cromel-Constantan: Este termopar é recomendado para uso em temperaturas até 870 C, no vácuo, inerte e atmosferas oxidantes ou redutoras. Em temperaturas criogênicas, este termopar não está sujeito à corrosão. Este par tem o mais alto rendimento FEM(mV) por grau, do que todos os termopares comumente usados.Termopares Tipos S e R: Pt-PtRh 10% e Pt -PtRh 13%: Estes termopares são recomendados para temperatura até 1500 C, mas são facilmente contaminados em atmosferas oxidantes. Os termopares de metais nobres devem ser utilizados com um par de tubos Tipo 710 (Alta Alumina). Termopar Tipo B: PtRh 30% - PtRh 6%: Este termopar é usado em temperaturas operacionais até 1800 C. Deverá ser usado sòmente com um par (duplo) de tubos cerâmicos do tipo 710(Alta Alumina).

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento definitivo por descumprimento

#8.11

Referente ao despacho 8.6 publicado na RPI 2166 de 10/07/2012.

16/07/2013

RPI 2219

Arquivamento por falta de pagamento

#8.6

Referente à 7ª anuidade.

10/07/2012

RPI 2166

Transferência indeferida

#25.2

Indeferida a Transferência solicitada através da Petição nº 018090011138/SP de 06/03/2009, por falta de cumprimento da exigência publicada na RPI 2085 de 21/12/2010.

02/08/2011

RPI 2117

Transferência em exigência

#25.3

A fim de atender a Transferência requerida através da Petição nº 018090011138/SP de 06/03/2009, reapresente o documento de cessão com as assinaturas e reconhecimento de firma do cedente, do cessionário e das duas testemunhas.

21/12/2010

RPI 2085

6.7

Para que seja aceita a petição de exame nº 018090011135/SP de 06/03/2009, apresente petição de desarquivamento do pedido e instrumentos de procuração em que os demais depositantes do pedido outorguem poderes ao procurador ora nomeado, bem como a retribuição relativa ao cumprimento de exigência.

25/08/2009

RPI 2016

Publicação do pedido de patente

#3.1

15/05/2007

RPI 1897

Pedido de patente depositado

#2.1

04/04/2006

RPI 1839

Monitoramento de patentes

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