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Dado oficial do INPI

MÁQUINA DE TINGIR

Em AnáliseModelo de Utilidade

Dados do pedido

Número

MU8200071

Tipo

Modelo de Utilidade

Depósito

10/01/2002

Publicação

23/09/2003

Andamento no INPI

  1. Depósito10/01/02
  2. Publicação23/09/03
  3. Arquivado
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado: o exame técnico não foi requerido nos 36 meses seguintes ao depósito de 10/01/2002, prazo do art. 33 da LPI. A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 18/04/2006. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

R. T. (pessoa física)

SC, BR

Inventores

R. T. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

"MÁQUINA DE TINGIR". Refere-se a uma nova disposição de máquina de tingir, onde tem seu corpo construído a partir de forma tubular, com elevação reta na parte frontal e de elevação curva na sua traseira obtendo maior capacidade volumétrica, e permitindo a introdução de um inovador sistema de injeção de água e corante posicionado após saída do molinelo interno, de maneira direcionada e pressurizada sobre a corda de tecido a ser tingida, construída a partir de corpo (1) de forma tubular tendo elevação reta (2) na parte frontal e elevação curva (3) na parte traseira, permitindo internamente boa quantidade de material a ser tingido (4), onde é executado circulação interna por intermédio de molinelo interno (5), colocado em corpo cilíndrico fechado (6), tendo internamente próximo a saída a disposição de balancim (7) com eixo e mancal (8) evitando trancos e enroscamentos, pois o mesmo desliga ou alivia a tensão através de chave devidamente colocada, sendo separado do corpo (1) principal através de tubo inferior (9) e tubo de saída (10), tendo seu acionamento através de motor e redutor (11), tendo o eixo (12) transpassado no corpo cilíndrico fechado (6) com passagem em mancal específico (13), onde permite o alojamento de selo mecânico (13A) para vedação estanque, colocado de forma a facilitar a manutenção uma vez que é posto internamente e possibilita a sua troca sem a necessidade de desmonte do motor e rotor ou mesmo do mancal de apoio, bastando a retirada de tampo e deslocamento do rotor (molinelo interno) (5), desta maneira obtém-se funcionalidade do molinelo obrigando a corda de tecido ter passagem no dispositivo injetor (14), consistindo-se de um carretel flangeado (15) com saída em tubo de direcionamento (16), onde é inserido o cone (17), forçando dessa maneira que a água mais produtos de tingimento se direcionem com pressão sobre a corda de tecido (4), uma vez que tem passagem entre o cone (17), produtos estes recalcados por bomba (18), com entrada provida da parte inferior (19), o aquecimento é obtido através de trocador de calor (20) provido de entrada de vapor (21) e água (22), assim como saída de condensado (23), controladas por válvulas e sistema eletrônico, já as impurezas tidas nesta circulação é contida no filtro (24) do tipo cesto, a circulação captará também carga de corantes de tanque de dosagem (25), e para que se possa ter acesso visual ao processo de tingimento o equipamento é disposto de porta de inspeção (26), tendo visor (27) onde permite visual o trabalho interno, a porta de inspeção (26) assim constituída tem seu fechamento através de nervuras eqüidistantes (28), onde a moldura se acomoda entre estas e permite um giro para seu travamento obtendo desta forma segurança e estanqueidade absoluta líquida e de pressão contribuído com atuador pneumático ou elétrico (29), que faz o travamento da haste (30), e possuindo logo acima um molinelo externo (31) que auxilia no trabalho de colocação e retirada da corda de tecido, sendo que está operação e as demais do equipamento são controladas através de sensores de monitoramento posto em pontos estratégicos e através de painel eletrônico (32) com display (33) e teclado de programação (34) posta em armário (35) localizado lateralmente ao corpo (1) de forma tubular, disposta ainda de tubo separador (36) do qual tem uma diminuição de sua seção (37), favorecendo a impregnação de corante na corda de tecido dentro de um circuito fechado, que contribuída pelo tubo de ligação (38) entre a elevação reta (2) e elevação curva (3), servindo para o alívio de pressão, deixando toda a máquina com pressão e temperatura eqüalizada, na elevação curva ainda é disposto de esguicho de lavagem (39) sobre a saída direcionada (40), evitando a impregnação de resíduos de um banho para outro, gerando assim capacidade produtiva em máquina de tingir.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

15.7

Não conhecidas as petições n° 17060000885/SC e 17060000886/SC de 21/02/2006 em virtude do disposto no Art. 218, § 1° da LPI.

18/04/2006

RPI 1841

Arquivamento definitivo - Art. 33 da LPI

#11.1.1

06/12/2005

RPI 1822

Arquivamento - Art. 33 da LPI

#11.1

19/07/2005

RPI 1802

Publicação do pedido de patente

#3.1

23/09/2003

RPI 1707

Pedido de patente depositado

#2.1

05/03/2002

RPI 1626

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