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Dado oficial do INPI

TANQUE PARA TRATAMENTO ELETROLÍTICO SUPERFICIAL CONTÍNUO DE ARAMES E FITAS METÁLICAS ESTREITAS

ArquivadaModelo de Utilidade

Dados do pedido

Número

MU7101144

Tipo

Modelo de Utilidade

Depósito

03/06/1991

Publicação

09/02/1993

Andamento no INPI

  1. Depósito03/06/91
  2. Publicação09/02/93
  3. Arquivado21/06/94
  4. Deferimento
  5. Concessão
  6. Em vigor

Pedido arquivado: a exigência técnica do INPI não foi cumprida no prazo (art. 36 da LPI). A tecnologia está em domínio público no Brasil.

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Última movimentação publicada pelo INPI: 26/10/1999. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.

Depositantes e inventores

Depositantes

C. C. (pessoa física)

RJ, BR

Inventores

C. C. (pessoa física)

BR

Dados técnicos

Classificação IPC

Resumo técnico

"TANQUE PARA O TRATAMENTO ELETROLÍTICO SUPERFICIAL CONTÍNUO DE ARAMES E FITAS METÁLICAS ESTREITAS", de qualquer forma ou metal, dividido em compartimentos para os banhos eletrolíticos, para as lavagens intermediárias, bem como para os tratamentos químicos complementares que sejam necessários, tais como, mas não exclusivamente banhos de neutralização, de ativação ou de lubrificação de superfície, estando todos os compartimentos do dito tanque elétricamente isolados entre sí e sendo eles em número conforme o necessário e havendo em todos os compartimentos roldanas para guiarem os arames ou fitas em sua passagem pelos diversos compartimentos fazendo-os mergulhar nos líquidos ou substâncias contidas em cada um destes e guiando-os na saída, para o próximo compartimento até encontrar, no final, uma fieira ou outro dispositivo cuja finalidade é de calibrar o arame ou fita metálica a ser tratada. Na saída de cada compartimento, o arame ou fita metálica passa por um dispositivo mecânico, hidráulico ou pneumático para retirar-lhe da sua superfície qualquer excesso de líquido do compartimento em questão que seja por este arame ou fita metálica arrastado em direção ao compartimento subseqúente, em virtude do movimento contínuo do arame ou fita metálica através de todos os compartimentos necessários ao tratamento em questão. O tratamento eletrolítico é realizado por meio de um retificador de corrente contínua de características apropriadas ao processo desejado, do qual um polo é ligado num dos compartimentos acima mencionados, a barras com o metal catódico (na forma de chapas, barras, esferas ou qualquer outra), nelas pendurado e o outro polo é ligado em outro compartimento a barras com o metalanódico nelas pendurado, estando os metais anódicos e catódicos mergulhados em substâncias líquidas eletricamente condutoras apropriadas ao tratamento eletrolítico desejado e encontrando-se os dois compartimentos unidos eletricamente entre si apenas pelo arame ou fita metálica que passa por todos os compartimentos de maneira contínua durante o seu tratamento e que funciona, assim como polo oposto ao fixo no banho de cada compartimento, sem que haja outo contato entre o arame ou a fita metálica e o anodo, ou entre o arame (ou a fita metálica) e o catodo a não ser o proporcionado pelo próprio banho do compartimento correspondente. O arame, ou a fita metálica, é guiado em sua passagem de um compartimento para outro, por polias que, conforme sua função em cada compartimento, poderão estar fora dos banhos ou neles mergulhados. Outras polias, de múltiplos gornes e mergulhados num dos banhos eletrolíticos, passíveis de girar livremente arrastadas pelo arame ou então acionadas por um motor com velocidade controlada de forma a não afrouxar as voltas dentro do tanque fazem com que resulte imerso, em cada banho eletrolítico, um comprimento de arame ou fita que nestes demora o tempo necessário e suficiente para a realização do tratamento de sua superfície. As polias de múltiplos gornes estão montadas em grupos sobre eixos paralelos, verticais, existentes aos pares dentro dos banhos eletrolíticos, sendo o arame obrigado a passar pelos gornes das ditas polias.

Histórico de despachos

Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

Arquivamento - Art. 36 §1° da LPI

#11.2

26/10/1999

RPI 1503

Exigência - art. 36 da LPI

#6.1

02/07/1996

RPI 1335

Solicitação de exame técnico

#4.1

21/06/1994

RPI 1229

Publicação do pedido de patente

#3.1

09/02/1993

RPI 1158

Pedido de patente depositado

#2.1

17/03/1992

RPI 1111

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