Publicação do pedido de patente
#3.1
22/09/2026
RPI 2907
Dados do pedido
Número
102025004615Tipo
Depósito
Publicação
O exame técnico ainda não foi requerido. Sem esse requerimento até 11/03/2028, o pedido é arquivado em definitivo (art. 33 da LPI).
Prazo para requerer o exame:11/03/2028(faltam 520 dias)
Falar com um especialistaÚltima movimentação publicada pelo INPI: 22/09/2026. Atualizamos a cada nova RPI, publicada semanalmente.
Depositantes
SOCIEDADE CARITATIVA E LITERÁRIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS ZONA NORTE
RS, BR
Inventores
A. R. (pessoa física)
BR
C. F. (pessoa física)
BR
L. S. (pessoa física)
BR
L. F. (pessoa física)
BR
L. J. (pessoa física)
BR
M. B. (pessoa física)
BR
M. S. (pessoa física)
BR
Classificação IPC
Resumo técnico
RAÇÃO CONTENDO BAGAÇO DA EXTRAÇÃO DO AZEITE DE OLIVA PARA A ALIMENTAÇÃO DE PEIXES. Nos últimos anos, a crescente preocupação com o meio ambiente tem impulsionado pesquisas sobre a utilização de resíduos agroindustriais, como o bagaço de azeitona, na alimentação animal. Essa abordagem não apenas ajuda a reduzir os custos das dietas, mas também minimiza os impactos ambientais do descarte inadequado desses resíduos (Togashi et al., 2008). A olivicultura no Brasil, especialmente nas regiões sul e sudeste, tem experimentado um crescimento significativo. Contudo, a extração de azeite gera uma quantidade considerável de resíduos, levantando preocupações sobre seu manejo. O método contínuo de duas fases, amplamente utilizado no Brasil, é considerado mais ecológico e resulta em aproximadamente 80 kg de bagaço para cada 100 kg de azeitona processada (Lozano-Sánchez, 2017). Esse bagaço, que apresenta alto teor de umidade e contém pedaços de caroço, polpa e água, pode se tornar um poluente devido à sua elevada carga orgânica, causando problemas como poluição da água e fitotoxicidade do solo, devido à presença de compostos fenólicos e lipídios (Dermeche et al., 2013). Assim, explorar maneiras de reaproveitar o bagaço de azeitona surge como uma alternativa viável e sustentável para pequenos e médios produtores que buscam otimizar recursos e promover a sustentabilidade. Além de ser considerado um resíduo, o bagaço possui nutrientes valiosos, tais como carboidratos, fibras e antioxidantes que podem ser utilizados na alimentação humana e animal. A presente invenção propõe o uso inovador do bagaço de azeitona de cultivares específicas, como Arbequina, Arbosana e Koroneiki, na formulação de uma ração para peixes. Esta ração é biologicamente segura e, quando incorporada à dieta dos peixes, promove a redução de ácidos graxos saturados e o aumento de ácidos graxos poli-insaturados no filé, melhorando a qualidade nutricional do produto final. O invento não apenas oferece uma alternativa viável e sustentável para pequenos e médios produtores, mas também contribui para a otimização de recursos e a promoção da sustentabilidade na aquicultura.
Publicações na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
#3.1
22/09/2026
RPI 2907
#2.1
26/08/2025
RPI 2851
#2.10
Número de Protocolo '870250019061' em 11/03/2025 16:06 (WB)
25/03/2025
RPI 2829
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